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20 anos sem Mário Quintana, poeta da delicadeza

Por Maya Santana
O poeta gaúcho morreu aos 88 anos, em  Porto Alegre, em 1998

O poeta gaúcho morreu aos 88 anos, em Porto Alegre, em 1994

“Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda…”

O poema é de Mário Quintana, cuja poesia, segundo Carlos Drummond de Andrade, “comove e diverte, pela delicadeza e senso de humor”. Na segunda-feira, 5 de maio, completou duas décadas da morte do gaúcho de Alegrete, jornalista, poeta e tradutor. Tinha 88 anos e estava em Porto Alegre.  Considerado “o poeta das coisas simples”, Mário Quintana foi um tradutor reconhecido: traduziu mais de 130 obras, de autores como Virginia Woolf e Marcel Proust.  Amo a poesia suave e, às vezes, alegre que fazia e nos deixou. Esse tinha a sensibilidade à flor da pele.  Assista à reportagem sobre a vida e a obra dessa figura extraordinária que foi Mário Quintana:

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1 Comentários

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lisa santana 8 de maio de 2014 - 14:04

Adoro!!! Adoro!!!

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