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Residenciais para a Terceira idade: de vila a hotel de luxo

Por Maya Santana
Moradores do Hotel Solar Ville Garaude formaram um coral

Moradores do Hotel Solar Ville Garaude formaram um coral

Marcelo Souza,Folha

Você acorda cedo e o café da manhã está ao lado da sua cama. Desce as escadas e pode escolher entre participar de alguma atividade, jogar cartas ou ler um livro na biblioteca. Depois, pode dar uma passada na academia, fazer hidroginástica, sair para um passeio ou participar de aulas de canto. Depois do almoço, que lhe espera pronto em seu quarto, talvez uma sessão de cinema, que fica no andar térreo. Ou simplesmente caminhar pelos jardins e dar comida aos patos, se o bucólico lhe atrai.

Parece a descrição de férias em um hotel caro, mas é a rotina de idosos quee pagam até R$10 mil por mês para morar em residenciais construído especialmente para pessoas acima dos 60 anos.

Na opinião de psicanalista Angela Mucida, autora do livro “O sujeito não envelhece – Psicanálise e Velhice, Editora Autêntica, o modelo atual das residências faz sentido no caso de pessoas que têm problemas e deficiências, como Alzheimer e locomoção reduzida, já que a família não dá conta de olhar estas pessoas adequadamente.

Ela critica, porém, o fato de pessoas em plenas condições viverem em comunidades só para idosos. É um sistema que segrega. O ideal para o idoso é conviver com várias gerações e não ficar acomodado. Mas, muitas vezes, a família pressiona e ele mesmo considera que está dando trabalho e acaba pedindo para ir morar nestes lugares”, diz. Clique aqui para ler mais.

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