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Que espaço vou precisar para viver quando for velho?

Por Maya Santana

Cohousing são comunidades criadas e dirigidas pelos seus moradores, no qual compartilham seus espaços e experiências entre eles. Neste tipo de comunidade cada família vive com privacidade em sua própria casa e convive com a comunidade em ambientes coletivos como cozinhas, lavanderias, jardins, etc

Cohabitação são comunidades criadas e dirigidas pelos seus moradores, no qual compartilham seus espaços e experiências entre eles. Neste tipo de comunidade cada família vive com privacidade em sua própria casa e convive com a comunidade em ambientes coletivos como cozinhas, lavanderias, jardins, etc

A proposta da Vila ConViver – projeto de moradia para pessoas da terceira idade -, desenvolvida pelo GTMoradia/ADunicamp, associação do corpo docente da Unicamp (SP), com base no conceito de cohabitação (cohousing em inglês), abre espaço para importantes reflexões sobre os padrões de moradia e convivência que estão estabelecidos hoje nos centros urbanos. Esta é a opinião arquiteto e urbanista Evandro Ziggiatti Monteiro (1), coordenador do curso de graduação em arquitetura e urbanismo da FEC/Unicamp

Segundo ele, os atuais padrões de moradia – que “transformaram as residências em mercadorias” – deixam de lado importantes necessidades humanas e dão uma orientação, muitas vezes equivocada, ao modelo de convivência nas cidades.

“Na ideia do GTMoradia/Adunicamp o interessante é que isso tudo tem sido repensado, discutido. Então volta o debate: o que eu preciso de espaço para viver quando for velho? Aquela casa que eu comprei num padrão e que o arquiteto criou também num padrão será que é o que ainda me serve? Que tipo de padrão é esse? Que tipo de padrão e que lugar da cidade me interessa?”, aponta ele.

Evandro, que entre inúmeras outras obras assina o projeto do prédio onde está instalada a sede da ADunicamp, adiantou que vai atuar como consultor no projeto da Vila ConViver. “Vamos dar uma consultoria, mas acho importante que tenhamos também um grupo de arquitetos que possa auxiliar diretamente na execução do projeto, pois ele abre uma reflexão para todos nós aqui da Arquitetura e Urbanismo da Unicamp”, avaliou.

Trata-se de um empreendimento voltado para a terceira idade

Trata-se de um empreendimento voltado para a terceira idade

Leia abaixo a entrevista do professor Evandro Ziggiati ao site Longevidade ADunicamp (www.longevidadeadunicamp.org.br)

Longevidade ADunicamp – Do ponto de vista da arquitetura, como você vê o conceito de cohousing?
Tem dois aspectos que considero muito interessantes na proposta da cohousing do GTMoradia da ADunicamp. O primeiro é essa primeira definição do projeto de que trata-se de um empreendimento voltado para a terceira idade. A terceira idade não é um segmento específico da população, tipo “mulheres e homens”, “mães com filhos”, etc.; na verdade é uma situação de vida pela qual todos nós vamos passar. E, na arquitetura, ainda existe um campo muito grande para ser explorado sobre esse tema, desde como desenhar esse projeto e suas potencialidades. Porque, normalmente, na arquitetura hoje as coisas não são feitas assim. A gente tem, na arquitetura, uma área que se preocupa com acessibilidade, por exemplo, ou com questões correlatas à moradia para a velhice. Mas a gente não tem algo que poderia ser chamado de gerontoarquitetura, alguma coisa assim. A gente tem profissionais que se preocupam com questões específicas desse segmento… mas apenas isso. Então, quando a ADunicamp começou a pensar nessa coisa da cohousing para a terceira idade, nós vimos que esse é um desafio também aqui, para a Escola de Arquitetura. Embora a gente tenha alguns docentes com trabalhos isolados na área, a gente não tem isso assim como uma coisa contínua, que sempre está fazendo pesquisa. Esse é o primeiro aspecto.

Agora o segundo aspecto vem de uma coisa com a qual a gente trabalha muito, mas esse nosso trabalho é um pouco ingrato, pois a gente vê que ele está relacionado com a questão do modelo de moradia que a gente tem hoje como opção para a sociedade como um todo. E qual a opção que a gente tem hoje: é condomínio fechado? Então a gente tem casa padrão, casa padrão para rico, casa padrão para pobre. Então a gente transformou a casa em uma mercadoria e deixou de pensar no que é este espaço, que na verdade é o nicho ecológico do ser humano, que tem tudo a ver com as nossas necessidades.

E os efeitos disso no modelo de moradia que temos hoje?
É o pior dos mundos que a moradia, o nicho ecológico do ser humano, tenha se transformado em uma mercadoria. E, na arquitetura, a gente sempre tem esse debate. Transformar a casa em uma mercadoria, depois o bairro em uma mercadoria e até a cidade. Então esses conceitos fundamentais viram padrões que a gente repete e, de certa maneira, a gente para até de refletir sobre esses padrões. Então você tem um padrão: a casa tem que ter um jardim na frente, um quintal no fundo, tem que ser individual, tem que ter um muro… Então a gente tem um monte de padrões.

E como o conceito de cohousing interfere neste modelo padrão?
Nessa ideia do GTMoradia da Adunicamp o interessante é que isso tudo tem sido repensado, discutido. Então volta o debate: o que eu preciso de espaço para viver quando for velho? Aquela casa que eu comprei num padrão e que o arquiteto criou também num padrão e que tem três suítes – ou se sou uma pessoa mais pobre tenho dois dormitórios – será que é o que ainda me serve? , que tipo de padrão é esse? Que tipo de padrão e que lugar da cidade me interessa? Que essa também é uma outra discussão que tem que ser colocada no cohousing: esse espaço com várias moradias em que ponto da cidade interessa mais ao grupo que vai para lá? Afastado ou não? Em qual bairro? Então passa por um monte de discussões sobre coisas que hoje a gente aceita assim muito diretamente, sem questionar ou discutir. Clique aqui para ler mais.

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53 Comentários

sion c. mariotti 27 de janeiro de 2020 - 23:50

Boa noite !!!

Gostaria de uma casa sem escadas e com silêncio.

Responder
Benedita de Almeida 19 de novembro de 2017 - 11:16

Por favor, gostaria de informações sobre o andamento do projeto e sobre como aderir, se será apenas para o pessoal da ADUNICAMP ou se de outras universidades também. Tenho muito interesse.

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Sérgio Muhlen 19 de setembro de 2018 - 12:45

Olá Benedita, você pode enviar um e-mail para [email protected], que é o endereço eletrônico atual da Associação dos Moradores da Cohousing Sênior Vila ConViver. Não há mais necessidade de utilizar o e-mail da ADunicamp.

Responder
Marlene SOUZA 26 de maio de 2017 - 13:43

Tenho interesse

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Edgar Pereira LOuzi 22 de fevereiro de 2017 - 14:46

Antes dos 60 tudo bem. Após esta, não dá para encarar escadas e normalmente as residencias tem conceitos para se viver na idade até 50/60. Os condominios poderão estar incluindo espaço para a terceira idade, faz-se numa área um projeto dedicado á terceira idade, sem precisar estar longe do convivio da família. Fica mais economico fazer adaptações do que construir em lugares distantes nova concepção de residencias para idosos. Os recursos devem estar bem próximos pois os mesmos são necessários á assistencia ao idoso. Caso se queira ampliado o conceito, é só alocar num espaço de condomínio normal, pequena vila para os idosos bem como área para creches dos pequenos.

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Eneida Andrade 6 de outubro de 2016 - 19:10

Sempre que penso no envelhecimento que se aproxima penso em lugares onde a interação com pessoas de idade semelhante a nossa é importante,parabenizo pessoas que se preocupam e investem seus talentos para propiciar um lugar não para “envelhecer” mas bom para se viver o tempo que nos restar!

Responder
Marisa Gomes da Silva 6 de outubro de 2016 - 14:23

Sei que dependem de vários critérios,mas seria interessante este tipo de residência p nos,um pouco mais próximo das cidades,pois só tenho conhecimento em cidades mais afastadas do centro de São Paulo.O fator das escadas sem dúvida seria negativo,mas se tratando de falta de terrenos grandes ………..

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SERGIO KATSUO IWAMOTO 6 de julho de 2016 - 14:28

Achei a ideia excelente. Sou de Curitiba e também estou interessado neste novo conceito de moradia.

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Carmem Lopes 3 de julho de 2016 - 12:43

Acho a ideia excelente, mas concordo com outros comentários. A casa deve ser térrea para facilitar ao morador.

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Aposentados Curitiba - PR 27 de junho de 2016 - 19:44

Achamos excelente a idéia. Somos de Curitiba (PR), funcionários aposentados de uma empresa estatal. Somos um grupo de pessoas com idades a partir de cinquenta e cinco anos e empenhamo-nos em disseminar a idéia de um residencial adequado a nossa faixa de idade. Embora aposentados, ainda somos ativos e desempenhamos várias atividades, desenvolvidas após nossa saída da empresa, em virtude da aposentadoria.
Valorizamos nossa atual liberdade, nossa autonomia, nossa lucidez e nossa independência. Isso nos leva a aspirar ter acesso a um tipo de moradia com características específicas e com serviços que atendam às particularidades da Idade Madura. O residencial que pensamos se apresenta como um condomínio para onde você poderá ir ainda pleno de saúde. Entretanto você encontrará segurança e serviços adicionais na medida em que o tempo for passando e você começa a se dar conta de que precisa de cuidados mais específicos. Neste momento você não precisará se deslocar – no seu próprio condomínio uma estrutura para cuidados adicionais já terá sido instalada. Por você mesmo. Do seu jeito.
Por gentileza, acesse nosso site e os anexos e links alí expostos.
http://maturidademorar.wix.com/home

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Jose Rissati Acosta 17 de maio de 2016 - 14:55

Não gostei da idéia, já pensou vc acordar todo dia a ver só velho na sua frente o dia todo, todos os dias? deve ser muito depressivo, precisamos ver coisas e pessoas novas para nos fortalecermos, para mim não serve.

Responder
Maria J.Cecilia Porta 16 de maio de 2016 - 12:49

Gostaria muito de colaborar com o projeto pois meu pai e minha mãe passaram os últimos anos comigo e sei bem das dificuldades em adapta-los em minha casa. Também tenho interesse em viver em um espaço pensado para evitar o mesmo trabalho aos meus filhos.

Responder
TANIA DA COSTA 15 de maio de 2016 - 23:36

Poderia planejar os armários, geladeira, đe maneira que não fosse preciso flexionar muito os joelhos e coluna para ter acesso, em virtude da limitação física.

Responder
circe ferri 15 de maio de 2016 - 21:58

Ideia mto boa ! Só um probleminha casas com andar ? escadas problema pra idosos !

Responder
Claudete Perussi Muzetti 15 de maio de 2016 - 12:15

Já havia pensado nisso há uns 10 anos e convidei alguns amigos para colocar em prática ,mas….não tive respaldo porqu tudo que envolve dinheiro fica complicado.Moro em Sousas/Campinas e aqui existe lugares ótimos para esse projeto ,Além da qualidade de vida e sem poluição .Meu sonho seria tudo plano e pequenos espaços privativos e outros de uso geral.Sem esquecer do lazer.Enfim ,gostaria muito de receber mais sobre o projeto de vcs e quem sabe,colaborar com outras ideias.

Responder
Maria do Carmo 15 de maio de 2016 - 10:24

Tenho 70 anos e sou saudável. Construí certa autonomia. Venho desejando algo assim para mim. Prático, bonito, e que possibilite interação humana. Atividade prazerosa também. Onde a vida seja útil e o contentamento esteja presente. Enquanto aguardo o “retorno ao lar”. Sem pressa.

Responder
Lia Oliveira 14 de maio de 2016 - 17:47

Gosto da proposta de casas pequenas, sem escadas, com áreas comuns compartilhadas e incluiria no condomínio lojas de serviços – correio, farmácia, padaria, cabelereiro, academia etc que poderiam ser explorados pelos próprios moradores, isto é, é morador e cabelereiro ou manicure, morador que é padeiro e/ou cozinheiro etc comprariamos os serviços essenciais ao nosso bem estar dos nossos vizinhos e sem precisar sair do condomínio e provavelmente com preços competitivos. Dessa forma as pessoas que moram lá também poderiam continuar “trabalhando” e “vendendo” os seus serviços exclusivamente para quem mora no condomínio. Com o passar do tempo acredito que a demanda por esse tipo de projeto deve aumentar e quero fazer parte disso.

Responder
Aposentados 28 de junho de 2016 - 10:39

Lia, concordo totalmente com sua proposta. Veja a nossa (veja também anexos e links da página):
http://maturidademorar.wix.com/home
Abraços

Responder
Rosangela 25 de janeiro de 2020 - 17:21

Tem algum projeto em andamento? Tenho interesse.
Por favor quem.souber entre em contato

Responder
Geovani 11 de maio de 2016 - 19:49

Qnto a questao de 2 pavimentos . O projeto tem q ser viavel. C a casa tiver 80 metros quadrados e fizermos 2pav o espaço dininui pela metade o custo do terreno tmb. E o preço global por unidade tmb… pode-se ter o dobro de unidades no mesmo local. Mas concordo q escadas n sao a melhor opcao p pessoas muito idosas, ou com.problemas de locomoção.

Responder
jeanete gitahy 11 de maio de 2016 - 12:10

deus que maravilha ! finalmente alguem que pensa nos idosos ,que são obrigados a morar em lugares barulhentos cheio de jovens acelerados .e uma ideia mais que maravilhosa ,explendida ,so espero que todos possam ter acesso a este paraiso ….

Responder
Vera Nice Rodrigues 10 de maio de 2016 - 18:39

Realmente é muito interessante no aspecto arquitetônico e também para solucionar a questão social moradia, mas o aspecto social e importantíssimo.

Responder
Vera Nice Rodrigues 10 de maio de 2016 - 18:25

Gostaria de participar de alguma maneira desse projeto, de uma forma voluntaria, sou funcionária pública, assistente social, queria pelo mesmo visitar, onde eu temos maiores informações?

Responder
Vera Nice Rodrigues 10 de maio de 2016 - 18:23

Achei a ideia valida, mas a intergeracionalidade é muito importante para todos, vamos pensar em um lugar em que só morrem as pessoas e que não nasce ninguém, é necessário haver as trocas de experiências.

Responder
Maria do Carmo Falcão Komatsuzaki 10 de maio de 2016 - 07:01

Tenho muito interesse em residir em um local assim. Gostaria de receber maiores inoformações e contatos com os responsáveis. Agradecida.

Responder
Mara Suzana C Loreto 7 de maio de 2016 - 23:08

Tem área para atividade física e/ou reabilitação com acessibilidade?
Praticamente todo idoso em algum momento tem problemas osteoarticular ou neurológico.
Sou reumatologista e estou às ordens para sugestões.
Att
Mara Suzana C Loreto

Responder
NELMA DOLORES FUZARO 7 de maio de 2016 - 19:08

Achei muito interessante . Já tinha lido sobre um projeto parecido em João Pessoa e tem tudo à ver com a nova realidade da população. Claro que as escadas são um fator de dificuldades, se não agora, mas um dia pode ser, um projeto que contemplasse dois pavimentos poderia ter um elevador, mas a casa plana. Áreas voltadas para atividades físicas e também convívio em grupo, seria perfeito!
Gostaria de receber novidades quanto ao projeto.

Responder
Luiza Hewlena Marano 7 de maio de 2016 - 14:51

Façam contato comigo por favor tenho muito interesse em adquirir uma casa deste projeto com urgência.

Responder
Andréa Dimarzio 15 de maio de 2016 - 21:19

Oi Luiza, entendi que ainda é um projeto, se for isso mesmo e você precisar adaptar sua casa ou apartamento (é possivel todos os cômodos e móveis) sem despersonalizar os ambientes, e ainda melhorar a iluminação e segurança no tráfego de vocês, estou a disposição para ajuda-los.

Um abraço,
Andréa

http://www.longevidadecomsaude.com.br

Responder
Luiza Hewlena Marano 7 de maio de 2016 - 14:48

Achei a ideia maravilhosa e gostaria imensamente de viver num lugar como este,estou vendendo minha casa,portanto por favor me falem como posso adquirir uma casa desta para min Luiza 73 anos e meu marido Fúlvio de 78anos vivermos com tranquilidade.

Responder
Sueli Guedes Zini 6 de maio de 2016 - 11:25

Casas térreas
Piso antiderrapante emborrachado por ser quente
Banheiros claros..iluminados..alças de apoio..vaso sanitário alto…chuveiro que seja bom que esquente
área intser na e externa totalmente com alças de apoio inclusive ao lado da cama
jardim com coisas adaptadas para exercícios para idosos como existe em Serra Negra jardim dos Idosos.
Funcionários treinados
que gostem de idosos
camas com colchões que não afundem perfeitos

Responder
Sueli Guedes Zini 6 de maio de 2016 - 11:17

Acho ideia maravilhosa mas concordo com opiniões de que sejam casas planas adaptadas totalmente a idosos piso de preferencia emborrachados que não são frios e não escorregam. Alças de apoio em toda casa área externa e até ao lado da cama. Casa clara e bem iluminada. fazer um jardim para idosos a exemplo do jardim de idosos em Serra Negra(perfeito).Colchões e travesseiros bons que naó afundem com o uso. E o principal pra que tudo seja prazeroso bons profissionais que goste de idosos que não estejam ali só pra receber seus salas rios. Precisam ser treinados e gostarem do que irão fazer. Em tempo: banheiros adaptados com chuveiro que esquente e saia bem a agua

Responder
yara 5 de maio de 2016 - 17:12

Ótima ideia, mas…casas com escadas para idosos?!

Responder
Nilza Amaral 5 de maio de 2016 - 14:36

Boa ideia

Responder
Nilza Amaral 5 de maio de 2016 - 10:40

A ideia é boa.
Quando o projeto terá inicio?

Responder
Beatriz Perez 4 de maio de 2016 - 22:02

Fantastico este Projeto, também acredito que casas térreas seriam mais seguras aos idosos.

Responder
Yara Moema Cabral Monteiro 4 de maio de 2016 - 20:47

Acho que deve ser toda plana a casa, pois não sabemos até quando poderemos subir escadas. Bem clara, pois nossa visão vai piorando. Cozinha conjugada com a sala, para podermos cozinhar e conversar, ou ter uma supervisão. Banheiros com ajuda para se segurar pra sentar e levantar. Com caminhos e jardins bem iluminados. Ter pisos antiderrapantes. Um lago de pesca não é má ideia. Parquinho pros netos. Gansos e marrecos, muitas árvores e bancos. Perto do comércio, para as compras a pé, ou um serviço de van para não precisarmos de carro.

Responder
Francisca 4 de maio de 2016 - 18:48

Que maravilha! Tomara que isso se torne uma realidade. Daqui há dez anos serei uma pessoa considerada velha, portanto espero que as coisas evoluam pra uma perspectiva mais positiva em relação ao que a sociedade chama de terceira idade.

Responder
PATRICIA 4 de maio de 2016 - 16:59

Poderiam pensar em criar creche de crianças que aguardam adoção ao lado da vila. Idosos gostam de crianças e vise versa.

Responder
Erika 5 de maio de 2016 - 15:12

Adorei essa ideia. Perfeito!

Responder
Doris 16 de maio de 2016 - 23:02

Como idosa, não acho esta combinação boa.

Responder
Sílvia 4 de maio de 2016 - 14:51

As casas deveriam ser planas

Responder
Clarice Bagrichevsky 4 de maio de 2016 - 08:31

Nem todos os idosos têm dificuldade de locomoção. Ao contrário, subir escada é um ótimo exercício aeróbico.

Imagino que as fotos sejam apenas ilustrações ou exemplo de alguma comunidade que já exista.

Pensando na conveniência dos idosos com problemas de locomoção o projeto poderia ofertar tanto casas térreas quanto assobradadas

Responder
Valéria 9 de maio de 2016 - 03:09

Tenho 50 e sou jovem moro num duplex nao me vejo subiendo escadas nem com 60. Outro dia resvalei com a calca do pijama sencacao horrivel consegui uma tendinistes. Nem pensar em “escaleras”!

Responder
Fatima 3 de maio de 2016 - 21:57

Interesse em mais detalhes sobre o projeto

Responder
ANA CECÍLIA NOGUEIRA 3 de maio de 2016 - 20:59

Uma idéia maravilhosa e pertinente. Tenho pensado muito nisso. Mas concordo que casa de sobrado, jamais!!!

Responder
Helena Almeida 3 de maio de 2016 - 20:06

Concordo plenamente com o projeto, mas casa planas e seguras para os idosos. Levem em consideração a mobilidade e a saude.

Responder
Rosangela 25 de janeiro de 2020 - 17:06

Nao consegui abrir o link

Responder
Rosangela 25 de janeiro de 2020 - 17:17

Nao consegui abrir o link

Responder
sandra mello 3 de maio de 2016 - 18:46

A ideia é maravilhosa só faço uma observação : as casas deveriam ser planas, pessoas idosas tem dificuldade de subir escadas.

Responder
Desiree Schaefer Pasold 10 de maio de 2016 - 17:45

Exatamente, foi a primeira coisa que observei, a maioria das casas, tem dois pavimentos, para quê?
Dificulta o idoso a subir escadas, não estamos mais em condições de ficar prá cima, prá baixo, cadeirantes, etc.

Responder
Mirian silva 7 de julho de 2016 - 09:50

Foi a primeira coisa que o servei! Casa para idosos nao podem ter escadas! E nao ha sombras, nao ha espacos calmos ou ludicos. Tipo um espelho dagua, fontes, coisas que acalmam. E tbm nao ha lugares para entretener os visitante ( familia, netos, etc…) porque a intençao nao seria isolar os idosos, certo? E viria muito bem um centro de saude, tipo primeiros socorros. ( para tirar pressao, fisioterapia, aplicar remedios, nutricionista, exercicios, etc) um postinho medico.

Responder

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