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40 anos da morte de Elvis: brasileiro ajudou na autópsia do ídolo

Por Maya Santana

Elvis Presley tinha só 42 anos, quando foi encontrado morto no banheiro de sua casa

Elvis Presley tinha só 42 nos, quando foi encontrado morto em casa

Maya Santana, 50emais

Hoje, 16 de agosto de 2017, completa 40 anos da morte de Elvis Presley, um dos ídolos pop mais venerados no mundo. Elvis foi encontrado morto pela noiva, no banheiro de Graceland, a mansão onde morava na cidade de Memphis, no estado americano do Tennessee. Tinha apenas 42 anos e uma imensa popularidade. O Rei do Rock, o precussor, o homem que inventou na década de 1950 aquele requebrado tão sexy, foi declarado oficialmente morto por volta das 16h daquele 16 de agosto de 1977. Quando a notícia ganhou as ruas, o mundo parou para chorar o ídolo.

Elvis tem muitas músicas memoráveis. Escolhi esta para este pequeno tributo ao artista que embalou nossa juventude com suas músicas e tornou-se o símbolo maior de um tempo:

‘Encontrei meu ídolo numa mesa de necrotério’

O médico brasileiro Raul Lamim conta com detalhes à BBC Brasil como foi a sua participação na equipe que fez a autópsia do corpo de Elvis, no Baptist Memorial Hospital, em Memphis. Naquela época, 1977, então com 29 anos, ele fazia residência no hospital. Na reportagem assinada por André Bernardo e intitulada ‘Encontrei meu ídolo numa mesa de necrotério’, Dr. Raul relata: “Quando ela (funcionária do hospital) disse que o corpo era o do Elvis, achei que estivesse de brincadeira. Mas, quando vi carros da polícia e caminhões de TV estacionando do lado de fora, não tive dúvidas: havia acontecido algo de errado”, lembra o médico, que hoje, aos 69 anos, se divide entre aulas na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e consultas na Santa Casa da cidade mineira.

Dr. Raul Lamin, hoje, com 69 anos,  recorda os detalhes daquele dia inesquecivel

Dr. Raul Lamin, 69, recorda os detalhes daquele dia inesquecivel

Mais adiante, a reportagem diz que logo que o médico “viu o corpo do cantor deitado sobre a maca, duas coisas lhe chamaram a atenção: a boca entreaberta com a língua parcialmente para fora e a tonalidade azulada da pele e das mucosas – fenômeno também conhecido como cianose.” Segundo Dr. Lamin são sinais que mostram que Elvis, morto por asfixia, passou por “grande sofrimento respiratório”. Clique aqui para ler a reportagem da BBC Brasil.

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