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Beth Lima: ‘Acho que saí na hora certa, porque a Televisão mudou’

Por Maya Santana

Beth não só se recuperou de um grave acidente como anda cheia de energia

Beth em foto recente numa exposição em Londres

Maya Santana, 50emais

Tenho ainda viva na memória a lembrança daquela noite. Estava me aprontando para sair com amigos, quando o telefone tocou. Já atrasada, corri para atender. Do outro lado, uma aflita Valeria Sffeir, jornalista da Globonews e amiga querida, que nos deixaria tão cedo, mal esperou eu dizer alô: “Você sabia que Beth Lima sofreu um acidente e está em coma num hospital em Londres?” Precisei me sentar. Pedi que repetisse. Sem condições de raciocinar, desmarquei o compromisso e comecei a longa sequência de telefonemas para a Inglaterra em busca de informação. Era 2006. Finalzinho de dezembro.

No começo da carreira, em BH, numa entrevista com o paisagista Burle Max

No começo da carreira, em BH: entrevista com o paisagista Burle Marx

Quase 10 anos depois do episódio que marcaria o afastamento definitivo da TV da primeira jornalista escalada por uma emissora brasileira – a Globo – para cobrir arte, música e moda na Europa, muita gente ainda pergunta onde anda Beth Lima, com seu jeito elegante, seus textos irônicos e criativos, sua presença sempre charmosa no ar? Há poucos dias, com aquela discrição mineira que é sua marca, Beth esteve no Rio. Retornava de Belo Horizonte, onde foi visitar familiares, inclusive a mãe, já com 90 anos. Foi a primeira vez em nossa longa e cultivada amizade que ela me contou os detalhes do acidente, ocorrido na antevéspera do Natal de uma década atrás.

Entrevistando o cantor e compositor britânico Elton John, nos anos 90

Entrevistando o cantor e compositor britânico Elton John, nos anos 90. Foto: Tinda Costa

Antes de se mudar para Londres no final da década de 70, Beth viveu em Paris com o companheiro Robert Faith, empresário proprietário da Editora Objetiva, na época, correspondente da Rede Globo. Ela estudava francês na Nouvelle Sorbonne, frequentava os museus e desfrutava da intensa vida cultural da capital francesa. Mas não lamentou quando tiveram que se transferir para Londres , em plena era pós-Punk.

Esta foto é de 1994, quando esteve com Margareth Thatcher. A então primeira-ministra pediu sua opinião sobre o que deveria usar na visita que faria à América do Sul, inclusive ao Brasil. Beth aconselhou: use algodão, porque o linho amarrota muito

Quando esteve com Margareth Thatcher, em 1994, a então primeira-ministra pediu sua opinião sobre o que deveria usar na visita que faria à América do Sul, inclusive ao Brasil. Beth aconselhou: Leve peças de algodão, porque o linho amarrota muito

Apaixonou-se pela cidade desde o primeiro instante e desenvolveu laço tão profundo com a sofisticada metrópole que nunca mais cogitou viver em outro lugar. Até escreveu um livro “Londres, modo de usar (1996)”, guia turístico e cultural da cidade. Na gélida noite de inverno de 23 de dezembro de 2006, acabara de deixar o novo apartamento, em Westbourne Park, não muito longe do Hyde Park, que havia comprado dois dias antes. Parou na esquina com a intenção de acenar para um táxi.

Vestida elegantemente, com casaco, para se proteger do rigoroso frio, Beth pretendia jantar com sua velha amiga Flora Cisneiros, funcionária de longa data da embaixada brasileira em Londres. Desceu o quarteirão tranqüila, pois tinha tempo para chegar ao apartamento onde era esperada pela octogenária, com quem amava conversar. Na esquina, não teve tempo de levantar o braço para chamar o táxi: do nada, surgiu um BMW que a colheu em cheio. O carro se envolveu em uma batida com um táxi e acabou lançado em cima do passeio, exatamente onde ela estava. “Eu não vi nada. Acordei 10 dias mais tarde no CTI de um hospital”, contou Beth, lembrando que foi Stephen Bailey, Produtor de Eventos , pai de seu filho Sebastian Bailey, quem a tirou da perplexidade. “Stephen, onde eu estou?”

Com o filho, Sebastian Bailey

Com o filho, Sebastian Bailey

Nesta época do ano, a diferença de horário entre Londres e Brasília é de quatro horas. Assim, quando o acidente aconteceu, por volta das 8h da noite na Inglaterra, eram 4h da tarde no Brasil. A notícia chegou do lado de cá do Atlântico, deixando atônitos seus familiares, amigos e colegas de trabalho.Beth Lima , naquela altura, já se tornara uma referência, com seu estilo todo especial de apresentar suas matérias de moda, arte, comportamento, monarquia. Foi ela a primeira brasileira a mostrar a rica e diversificada moda de rua londrina. A cobrir os desfiles de Londres, Milão e Paris dos maiores da alta costura, como Yves Saint-Laurent, sua grande paixão-, Pierre Cardin, Givanchy, Chanel, Vivienne Westwood (punk), John Galliano, Jasper Conran e outros.

Quando sua carreira na televisão foi abruptamente interrompida, depois de mais de 30 anos de trabalho, Beth Lima já havia entrevistado praticamente todo mundo de expressão do mundo da moda, das artes plásticas e da música. Veja a conversa que ela manteve com Mário Testino, um dos fotógrafos mais respeitados do mundo, no alto da roda gigante, tendo como cenário Londres:

Como jornalista, Beth cultivava fontes preciosas, com a quais falava no momento que quisesse. O então embaixador em Londres, Paulo Tarso Flecha de Lima, e a embaixatriz Lúcia Flecha de Lima, que ganhou notoriedade pela proximidade com a princesa Diana, eram duas das muitas figuras importantes cujos telefones constavam de sua agenda secreta. Foi graças a esse relacionamento com o embaixador que ela acabou ajudando o jornal The Sun, tablóide de maior circulação na Grã-Bretanha, a dar um grande furo jornalístico, em agosto de 1996. Flecha de Lima contou que a princesa Diana e o príncipe Charles iam se divorciar. Primeiro, Beth deu a informação no Jornal Nacional e, em seguida, ligou para o jornal britânico. No dia seguinte, apenas o Sun tinha a notícia – impressa em letras garrafais na primeira página.

Com o embaixador do Brasil em Londres, Paulo Tarso Flecha de Lima

Com o embaixador do Brasil em Londres, Paulo Tarso Flecha de Lima

O trabalho glamoroso, a rica vida cultural, o convívio com os amigos, as viagens, a vida familiar… tudo ficou suspenso depois do acidente. Em conseqüência do impacto, Beth Lima quebrou a perna esquerda e feriu a cabeça. A polícia fechou imediatamente a área e, em poucos minutos, surgiu um helicoptero que a transportaria para um hospital especializado em neurologia. Lá, se submeteu a duas cirurgias na cabeça. Passou a se locomover em cadeira de rodas, ao mesmo tempo em que se submetia a longas sessões de fisioterapia, para voltar a andar.

Beth e a consultora de moda e empresária Costanza Pascolatto

Beth e a consultora de moda e empresária Costanza Pascolatto

Um mês depois, já inicio de 2007, foi transferida para o renomado Wellington Hospital, um dos maiores hospitais particulares da Europa, no exclusivo bairro de St John’s Wood. Ali, cercada de árvores, recebendo esmerada assistência, com a solidariedade de Stephen, Sebastian e dos amigos, Beth Lima, ao longo de cinco meses, completou sua recuperação.

Com a embaixatriz Lúcia Flecha de Lima, amiga da princesa Diana

Em companhia da embaixatriz Lúcia Flecha de Lima

Hoje, faltando pouco para completar 10 anos do acontecimento que transformou sua vida para sempre, Beth Lima não só está completamente recuperada, mas anda cheia de energia: “O acidente mudou a minha vida para melhor. Troquei de casa – agora, moro na área central de Londres, perto da Catedral de Westminster -, e até de profissão: compro e vendo imóveis e antiguidades. Eu me sinto mais livre, faço meu próprio tempo, trabalho no meu ritmo. Tenho muito mais tempo para ler – o que mais gosto de fazer.” E da telinha, você não sente falta? “Acho que saí na hora certa, porque a TV mudou. Os jovens já não veem televisão. Eles estão ligados na internet, online. A onda agora é Netflix, Hulu.”, respondeu ela, antes de embarcar de volta para Londres – ponte aérea que vem fazendo, anualmente, há quase 40 anos. No ano que vem, tem mais.

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33 Comentários

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Raquel Ramos 12 de novembro de 2016 - 11:03

Oi,Maya. Eu sou blogueira e isto me inspirou a fazer jornalismo. Estou fazendo um artigo sobre credibilidade de blogs ditos “pessoais” feitos por jornalistas ou não, como no meu caso. Nesta pesquisa encontrei seu blog e tenho acompanhado. Esta reportagem com a Beth Lima está fantástica e quem, senão blogueiros, fariam uma postagem dessa, contando a trajetória desta grande jornalista. Parabéns. Abraço. Raquel. blog http://www.superlinda.com

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Maya Santana 12 de novembro de 2016 - 22:47

Ei, Raquel, muito bom encontrá-la aqui. Vou visitar o seu blog, com certeza. Grande abraço e muito sucesso!

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A Stingel 12 de novembro de 2016 - 12:03

Maya, que bela e carinhosa matéria com nossa querida Beth Lima, uma fortaleza calma e bela. Saudades, bom saber notícias. Grande beijo. Ana S

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Vera 12 de novembro de 2016 - 14:39

Incrível . Bom saber que ela está bem e feliz

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Edna Crepaldi 12 de novembro de 2016 - 18:52

Que bom ter notícias de Beth. Bjs nela por mim, Maya.

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Sérgio Oliveira 13 de novembro de 2016 - 15:17

Adorava a postura da Beth na TV. Lembro muito dela no “Revista Europa”, do GNT

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carlos 13 de novembro de 2016 - 19:10

Muito bom, Mainha. bjs.

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Elilia 14 de novembro de 2016 - 17:58

Que bela reportagem. Fiquei emocionada, parabéns Maya!

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Maya Santana 14 de novembro de 2016 - 20:58

Elilia, muito grata pelas suas doces palavras. São um grande estímulo para o nosso trabalho no 50emais.
Grande abraço e muito sucesso pra você!

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Guida Lacerda Nogueira 15 de novembro de 2016 - 09:39

Quando fui morar em Londres , acompanhando meu marido , o Consul Geral do Brasil, reencontrei Beth Lima , e ficamos muitissimo amigas ate hoje !
Jornalista fantastica ! Quando ela fazia materia em exposicoes , eu gostava de acompanha-la , e aproveitavamos e eu fazia uma discreta figuracao para a filmagem !
Ela entende muito de antiguidade e tem o olhar de uma especialista ! Um bom gosto extremo, chic, elegante em tudo !!
Esta entrevista retrata mto bem a querida Bebeth !
Continuamos muito amigas e eu a quero muito !

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patricia greijal 16 de novembro de 2016 - 19:13

Delícia de matéria!! Ficaria horas revendo suas entrevistas. Além de ser uma jornalista pioneira na televisão brasileira ao falar sobre desfiles internacionais, é minha amiga querida. Ela tinha que escrever um livro sobre suas entrevistas e bastidores. Seria sucesso certo!!

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Claudio Alba 17 de novembro de 2016 - 08:08

Beth – amiga querida da vida toda.
Uma brilhante profissional. Merece todo o carinho dos amigos e admiradores.
Beth Lima é uma referência no jornalismo brasileiro.
Aqui eu deixo um beijo grande e cheio de amizade para ela.

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Altino 17 de novembro de 2016 - 16:11

Muito bacana a matéria Maya ,eu como irmão e admirador número 1, fiquei muito feliz. Espero te encontrar quando passar por BH. Um beijo e obrigado pela lembrança

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Mirian dutra 17 de novembro de 2016 - 18:04

Maya querida, ainda bem que existe gente como você, para que as pessoas não esqueçam a Beth Lima! Uma referência da nossa época do jornalismo ! Beijo

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Mirian gomes 17 de novembro de 2016 - 21:13

Oi Maya! Sou a Mirian, que morou com Beth e Sebastian em meados de 1995… Que maravilha ler sua matéria sobre tudo isto. Recentemente me reencontrei com Sebastian nas redes sociais e fiquei sabendo deste acontecimento. Feliz por saber q ela agr está recuperada. Agr …que triste saber da Valéria? Ela se foi? Muito cedo! No próximo verão pretendo ir em férias por aí. Adoraria revê-la. Bj gde. Muito carinho por vc é ótimas lembranças do tempo q estive com vcs. Bjao.

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Maya Santana 17 de novembro de 2016 - 21:35

Ei, Mirian! Que alegria encontrá-la aqui. Bons tempos aqueles. Grande abraço e muito sucesso pra você!

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MARGOT PITOMBO 18 de novembro de 2016 - 14:40

Estou tao feliz com esta reportagem de alguém tao especial como Beth Lima!

Jornalista de excelencia, formadora de opinião mundo afora, com o prestigio de uma chefe de estado,ela e a assinatura da elegância!

Tenho o maior orgulho em ser sua amiga.

Parabens pela ótima reportagem,

Margot Pitombo

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lisa santana 18 de novembro de 2016 - 19:05

Muito, muito boa a matéria Maya. Eu que nem conheci Beth além da tv, mas convivi muito com Tininho, tomei de carinho por ela.

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Anna LP Gouthier 19 de novembro de 2016 - 11:27

Como também moro em Londres e sou amiga da Beth, eu acompanhei todos esses anos, antes e depois do acidente. A recuperação da Beth foi mesmo incrível, devido à gravidade do estado em que ficou após esse dia fatal. E isso tudo é o resultado da perseverança dela, e de sua tenacidade em não desistir da vida.
Anna LP Gouthier

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Débora Lima de Souza 23 de novembro de 2016 - 14:10

Excelente matéria sobre minha prima querida! Ela me inspirou a conhecer o mundo, morar na Europa e desfrutar de outras culturas. Parabéns.

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Lilia Mourao 25 de novembro de 2016 - 17:19

Merecida materia para Beth Lima !!! Como merecido o sucesso que ela alcancou, um nome reconhecido pelas reportagens inteligentes , uma pessoa brilhante e especial que saiu do Brasil para entrar em ‘outros mundos’ da politica , moda,,, etc trazendo para os Brasileiros com seu charme e um toque exclusivo de intimidade os acontecimentos, curiosidades enfim exatamente o que todos queriam ter contato e conhecimento .Parabens Beth por seu trabalho sua coragem sua garra e inteligencia que nao se apagam com certeza! Continuarao registrados, como podemos ver aqui ,agora e sempre .Parabens Maya !

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Ana 30 de novembro de 2016 - 11:55

Beth é uma pessoa maravilha, um exemplo como profissional e como pessoa. Uma prazer conhecê-la! 🙂

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Hermes Dantas 22 de março de 2017 - 14:48

Beth Lima, quantas saudades. Parece que foi ontem que a recebi na TV Globo/RJ, vinda de Belo Horizonte. Seu jeito meigo cativava a todos. Quanto as matérias de Londres para o Jornal Hoje, quanta sensibilidade e característica única. Até hoje, nada vi igual. Muito bom saber notícias suas, apesar deste acidente horrível.
Triste pelo que passaste, porém feliz por estar bem.

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Sandra Frasson 17 de maio de 2017 - 03:19

Ainda sem a “febre“ da internet, as notícias internacionais eram um evento e a Beth Lima transformou em grande estilo a todas as reportagens que fazia. O que mais me encantava nessa repórter tão competente era sua voz, era uma voz singular, com muito glamour e com estilo único.

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Rosana Mansur 23 de maio de 2017 - 01:43

Desculpe me por me intrometer no seu comentário, mas a primeira coisa que me vem a cabeça quando se fala em Beth Lima é a sua voz marcante e os comentários tão pertinentes e precisos.

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Yolanda Paes 22 de maio de 2017 - 21:37

Que bom que está bem mas particularmente não gostava dela pois a achava um tanto pernóstica !!

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Maria de Paula 11 de janeiro de 2018 - 07:18

Beth Lima, época marcante, como gostava de suas reportagens, sempre muito elegante, saudades!

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Ailton Silva 10 de maio de 2018 - 00:23

Que ótimo saber da Beth,ao assistir um documentário sobre a Rainha, me perguntei por onde a Maravilhosa Jornalista andava.
Estou muito feliz em saber que ela está bem.
Sentimos sua falta, seu glamour,sua voz marcante… Agradeço a vc que fez está matéria translubrante.
Adoro Londres, moro no Recife.
A Beth , saúde paz e prosperidade.

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Maria Rosário Fátima Queiroz 13 de maio de 2018 - 15:01

Assistindo Globonews sobre a família real revendo reportagens vi a Beth Lima e fiquei curiosa em saber onde ela anda. Gostava muito de suas reportagens. Sua voz firme e bonita. Não sabia do acidente. Saudades.

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Maria Helena Brandao 24 de fevereiro de 2019 - 08:31

Querida e saudosa Beth lima! Lendo suas notícias, remeti ao passado na TV Globo Minas.Qdo foi para Inglaterra lembro me muito pois ,eramos colegas na emissora. Acompanhei todo o seu rico trabalho como correspondente, o que para nós seus colegas, era motivo de prazer e orgulho.Seu estilo pessoal criou uma marca admirada por todos.. Um beijo no coração, Lena Brandão

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Ocinei Trindade 26 de março de 2019 - 18:12

Beth Lima, musa, sonhava conhecê-la. Em 1998, fui a Londres e bati no escritório da Globo, pois eu também era repórter de emissora afiliada no interior do Rio de Janeiro. Fiquei nervoso quando a vi e pedi foto para registro. Na época, também estava no escritório Ana Luiza Guimarães. A foto impressa com nós três, enviei de presente para ela pelos Correios. Semanas depois, ela respondeu com um cartão de agradecimento. Que gentileza. Ela faz parte das minhas melhores memórias de uma televisão que já não existe mais. Ela é Pedro Bial, além de Marília Gabriela, são meus mestres-musos. Todo amor para Beth. Grato por seu texto maravilhoso, 50emais.

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jose 29 de agosto de 2019 - 09:02

Morro de saudades de Beth. Procuro no YouTube vídeos antigos do jornal Hoje.Inteligente, elegante, articulada, culta, Chic, enfim perfeita. Nunca mais se viu matérias tão charmosas e inteligentes sobre arte, cultura e moda.E penso ser esta opinião uma unanimidade, toda minha geração é órfão dela. Soube na época por um amigo que morava em Londres sobre o terrível acidente. Que bom que está bem. Volta Beth!

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jose 6 de maio de 2020 - 09:44

Minha geração foi viciada em Beth. Mato a saudades assistindo os poucos vídeos do YouTube. Volta logo Beth! Estamos órfaos !

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