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É preciso ver a velhice como uma etapa, com alegria, esperança

Por Maya Santana

Francisco está ajudando a Igreja a recuperar católicos que deixaram a religião

Francisco está ajudando a Igreja a recuperar católicos que deixaram a religião

Maya Santana, 50emais

O papa Francisco está completando 80 anos neste sábado, 17 de dezembro. Como é próprio desse pontífice que tem na simplicidade sua principal característica, ele comemorou a data num café da manhã com mendigos, sentados em volta de sua mesa, saboreando quitutes argentinos. Ao longo do dia, chegaram cerca de 70 mil mensagens de felicitações por e-mail, além de telefonemas e cartas de líderes políticos e religiosos.

Francisco, nascido na Argentina, tornou-se o líder católico mais popular que se tem notícia. Ele vem fazendo uma verdadeira revolução na Igreja, com um pontificado marcadamente diferente de seu antecessor, o sisudo conservador alemão Bento XVI.

No momento, pela sua largueza de espírito, é o líder de maior prestígio no cenário internacional – ajudou a aproximar Estados Unidos e Cuba e foi fundamental sua ação para o acordo de paz na Colômbia entre as Farc e o governo do país. Todas as suas ações são no sentido de abrir a Igreja aos fiéis, sem distinção, e trazer a Igreja para o século 21.

Depois do café da manhã, durante a celebração de uma missa, pediu aos fiéis que rezassem para que tenha uma velhice tranquila. “Há alguns dias tem vindo à minha mente uma palavra que parece ruim e que assusta: a velhice. Ocorre-me aquele verso [de Ovídio]: ‘a passos silenciosos, a velhice avança na sua direção’. É um golpe! Mas é preciso vê-la como mais uma etapa da vida, com alegria, esperança. A velhice é sede de sabedoria. Esperemos que para mim também seja assim”. Vida longa a Francisco, o Papa da Esperança!

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