Elizabeth Taylor, a mulher mais bonita do cinema

Por Maya Santana
Atriz completaria 81 anos de vida na próxima quarta-feira, 27 de fevereiro

Atriz teria completado 88 anos de vida no dia 27 de fevereiro

Elizabeth Taylor faria em fevereiro 88 anos de vida. Concordo plenamente com Danusa Leão, quando ela diz, na crônica abaixo, que Liz Taylor  foi a atriz mais bonita já surgida nas telas de cinema. Mulher ousadíssima, ao contrário de outras divas, sempre mostrou a cara, mesmo quando a beleza não estava mais lá. Leia a crônica “Tão Bela e Tão Brega”, de Danuza Leão, publicada pela Folha de São Paulo logo após a morte da atriz, em 23 de março de 2011:

“ELIZABETH TAYLOR foi a mulher mais bonita do cinema; existiram outras, também deslumbrantes, mas que não tiveram seu brilho de estrela. Até tiveram, mas por um tempo curto. Ava Gardner, Garbo, Kim Novak e outras beldades, aos primeiros sinais de envelhecimento, se trancaram em casa -em muitos casos bebendo – para não serem mais vistas, mas não ela. Elizabeth, depois dos sets de filmagem, continuou no palco da vida, e nunca desistiu de ser feliz; foram oito casamentos, um recorde.

Uma de suas declarações: “nunca dormi com homem algum, a não ser com meus maridos; que mulher pode dizer a mesma coisa?” Se disse a verdade, nunca vamos saber, mas é bem possível. No fundo, ela era conservadora -à sua maneira. A beleza de Elizabeth não se limitava aos olhos: tinha um nariz perfeito e seus traços eram de uma harmonia de tirar o fôlego. Um rosto tão bonito fazia esquecer sua baixa estatura, os seios grandes demais para seu tamanho -e sempre foi gordinha.

Com o ator Richard Burton, o grande amor de sua vida

Com o ator Richard Burton, o grande amor de sua vida

Tendo passado a vida inteira em estúdios de filmagem, sempre como grande estrela, ela nunca soube o que era a vida normal. Achava que tinha direito a tudo, como uma menina mimada. Uma vez uma fã chegou perto dela e disse as coisas convencionais, tipo “você é linda, te adoro” etc. Essa mulher tinha na lapela um broche com um magnífico diamante; Liz olhou e disse, candidamente: “quer me dar de presente?” Para ela, isso seria normal. Detalhe: a mulher não deu.

De outra vez, estava no baile Proust, no fabuloso castelo Ferrières, dos Rothschild, e quando a anfitriã, Marie Helène, se queixou da despesa para manter a imensa casa, ela perguntou: “por que você não dá para mim? Eu e Richard (Burton) poderíamos cuidar dela”. A realidade, para Elizabeth, não existia, ou melhor, ela não conhecia.

Muito álcool, muitas drogas, muitas plásticas, muito botox. Em sua última imagem, a deslumbrante atriz estava quase irreconhecível; seu rosto estava deformado, inchado, uma desolação. Mesmo assim, nunca se escondeu dos fotógrafos nem deixou o palco, não mais do cinema, mas dos acontecimentos. E era uma boa amiga: quando Peter Lawford foi internado na clínica Betty Ford por seus excessos, ela se internou também, para dar uma força, e seu copeiro ia todos os dias servir a refeição predileta de seu amigo. Elizabeth passou a vida rodeada por gays, e não ouvi falar que tenha tido nenhuma amiga mulher, a não ser Debbie Reynolds, de quem roubou o marido sem a menor cerimônia.


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3 Comentários

Vitrúvio 23 de outubro de 2019 - 13:52

Uma das maiores atrizes, mas NUNCA foi bonita a esse ponto. Isso é coisa de fã obcecado. Tinha a cara muito redonda, era gordinha e muito baixa. Grace Kelly, Ava Gardner e Marilyn Monroe sim eram de tirar o fôlego.

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ana maria 25 de fevereiro de 2013 - 13:00

linda, linda, linda

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IVAN RIZZI 15 de julho de 2018 - 13:32

REALMENTE A MAIS BELA DE TODOS OS TEMPOS !! UNICA !!!! JAMAIS TERÁ OUTRO ROSTO COMO O DELA !!!!

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