“A Feiticeira” completa 50 anos ainda com frescor

Por Maya Santana
A série se transformou em um dos grandes sucessos da década de 1960

A série se transformou em um dos grandes sucessos da década de 1960

Esta foi uma das séries de televisão de maior sucesso nos anos 60. Durou de 1964 a 1972. Conta a história de um casal cuja esposa tem certos poderes mágicos. Os atores Elizabeth Montgomery e Dick York – mais tarde, Dick Sargent – formavam o casal que imortalizou o programa. Alguns consideram A Feiticeira uma série ‘revolucionária.” Não era a minha série favorita, mas vez por outra eu assistia e gostava.

Leia o artigo publicado por O Globo:

Uma pequena balançadinha no nariz ao invés da varinha mágica foi a grande ideia que há 50 anos marcou “A Feiticeira”, série que misturava feitiços com a luta de gênero da mulher “com poderes” tentando em vão se comportar como uma dona de casa convencional.

A bruxa Samantha, interpretada durante oito temporadas por Elizabeth Montgomery, chegou em meados dos anos 60, um pouco submissa e em preto e branco, e se despediu no começo da década de 70 em cores e muito mais liberal. Meio século depois, ela mantém o frescor intacto.

A série se transformou em um dos grandes sucessos da emissora “ABC”. Anos mais tarde, a história da feiticeira foi levada para o cinema, protagonizado por Nicole Kidman e dirigido por Nora Ephron, mas não fez tanto sucesso. A redenção pode estar, mais uma vez, na TV. A NBC anunciou que a neta da protagonista vai ganhar sua própria série em breve.

No 50º aniversário da série, foi publicado nos Estados Unidos “Bewitched Continuum”, um minucioso manual, escrito por Adam-Michael James, que repassa a série episódio a episódio e pretende criar uma nova geração de fãs em um movimento semelhante a “Jornada nas Estrelas” nos anos 90.

Para James, “A Feiticeira” foi uma série revolucionária. “Era o começo da era dos direitos civis, a medição de setores desfrutavam de igualdade e quais eram afetados pela desigualdade. E na série se falava de tolerância e aceitação entre mortais e bruxas, mas era aplicável à sociedade toda”, explicou em entrevista à Agência Efe.

Não foi à toa, a gravação do primeiro capítulo da série foi cancelada com o assassinato de John Fitzgerald Kenney e em 1968, a transmissão do capítulo “Eu confesso” foi interrompida por outro homicídio histórico nos Estados Unidos, o de Martin Luther King. Clique aqui para ler mais.


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1 Comentários

GILVAN 12 de dezembro de 2015 - 17:27

Acho que fez tanto sucesso porque a estorinhas eram divertidas, Dick Youk e Elizabeth Montgomery grandes atores, e no caso da Samanta, extremamente linda.

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