A lendária “She Loves You” completa 50 anos

Por Maya Santana
Paul, George, Ringo e John no frescor do início da banda, em 1963

Paul, George, Ringo e John no frescor do início da banda, em 1963

Nesta sexta-feira, os milhões de fãs dos Beatles ao redor do mundo, inclusive eu, comemoraram mais uma data importante relacionada com os quatro fabulosos de Liverpool: os 50 anos do lançamento de She Loves You, música que atiçou a histeria das jovens de então (veja o vídeo abaixo), transformando-se num sucesso absoluto de John, Paul, George e Ringo, naquele distante 1963. Pra marcar a data, escolhi este artigo interessante que estou postando aqui, do blog do Jamari – jam sessions -, em O Globo:

“Há 50 anos  saía She Loves You, o single dos Beatles que funcionou como um rastilho de pólvora para detonar a Beatlemania, o primeiro a vender 1 milhão de cópias na Grã-Bretanha.  Composta por John Lennon e Paul McCartney num hotel em Newcastle em 26 de junho de 1963, após um show com Roy Orbison e Gerry And The Pacemakers, trouxe o grito de guerra que identificaria o rock dali em diante: Yeah Yeah Yeah. Foi finalizada no dia seguinte na casa da família de Paul em Forthlin Road 20, Liverpool.

A letra é uma conversa de um amigo com outro sobre uma ex-namorada do segundo. O primeiro dá conselho de que a menina ainda gosta do cara, que devia perdoá-la porque não se deve perder um amor tão grande. Paul conta em sua biografia Many Years From Now que a inspiração foi um sucesso do americano Bobby Rydell, Forget Him, em que um cara que está a fim de uma mulher fala pra ela esquecer um fulano que lhe deu um fora e ficar com ele (Esta teve uma versão gravada aqui por Roberto Carlos, Esqueça).

Mas a grande revolução estava no formato musical, de uma vitalidade inexistente na época, um arranjo inteligente desde a introdução com uma virada de tom tom de Ringo e o vocal direto no refrão bem explosivo> She loves you yeah yeah yeah. A canção foi gravada dia primeiro de julho numa sessão de cinco horas nos estúdio 2 da EMI em Abbey Road.

Em depoimento ao historiador beatle Mark Lewisohn, o produtor George Martin falou: “Eu estava sentado no meu tamborete no estúdio quando John e Paul me mostraram a música tocando seus violões. Achei interessante, mas os acordes finais reproduziam um arranjo ao estilo de Glenn Miller. Entusiasmados, eles falaram que era algo que nunca tinha sido feito, mas eu sabia que não era bem assim.” Lewisohn diz que os documentos da gravação sumiram, daí não se sabe quantos takes foram necessários para a finalização. Leia mais em O Globo


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