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A primeira capa do Charlie Hebdo após atentado

Por Maya Santana

A capa com Maomé chorando

Maomé chorando: “Tudo perdoado”

Nesta quarta-feira, 14 de janeiro, chega às bancas de Paris a primeira edição do Charlie Hebdo depois do massacre do último dia 7, quando dois homens, agindo em nome da defesa da honra do profeta Maomé, invadiram a redação do jornal, no centro da capital francesa, e executaram a tiros de metralhadora 12 pessoas, entre funcionários, jornalistas, além de quatro dos cartunistas mais importantes da França. (Veja as fotos com charges de protesto de cartunistas do mundo inteiro:)

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O assunto continua dominando o noticiário internacional. Esta tarde, foi divulgada a capa da edição do Charlie Hebdo que os franceses lerão amanhã: o profeta Maomé é retratado chorando, segurando uma placa onde se lê “Je Suis Charlie”, frase que virou símbolo do movimento internacional em favor da liberdade de expressão. No alto da página, o título: “Tudo está perdoado”.

O Charlie Hebdo recebeu o apoio de empresas de comunicação poderosas, como o jornal Le Monde, entre outros, e o gigante da internet, Google. Num primeiro momento, foi anunciado que a tiragem da edição desta quarta-feira seria de um milhão de exemplares. Antes do massacre, a tiragem semanal do jornal satírico era de 60 mil exemplares. Como o interesse pela história trágica aumentou muito, o número de exemplare s agora deve triplicar, chegando a três milhões.

Veja algumas das charges mais polêmicas publicadas pelo Charlie Hebdo:

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