Aos 67 anos, Maria Bethânia lança seu 51º álbum

Por Maya Santana
"Meus Quintais" chega às lojas na próxima terça-feira, dia 10

“Meus Quintais” é seu primeiro álbum depois da morte da mãe

Chega às lojas na próxima terça-feira, dia 10,  o 51º disco de Maria Bethania, “Meus Quintais”, primeiro trabalho da cantora depois da morte da mãe adorada, Dona Canô, em 25 de dezembro de 2012. De luto por tanto tempo, Bethânia que estava se vestindo apenas de branco, agora já diversifica as cores. Em entrevista que o Estadão publica nesta quinta-feira, ela conta que o disco é resultado “da minha vontade de criar algo mais. A gente tem cada vez mais jardim e menos quintal.”

Leia mais detalhes do novo álbum nesse artigo do Uol:

Maria Bethânia envereda pelo interior do Brasil em Meus quintais, disco que está pousando nas lojas, com selo da hoje pouco atuante Biscoito Fino. O 51º disco da cantora aborda temas como a Iara, ou a folia de reis, porém se vale apenas de um canção de domínio público, A moda da onça (recolhida por Paulo Vanzolini), as demais tem autores certos e sabidos.

Uma Yara, composição de Adriana Calcanhotto, é interligada com Uma perigosa Yara, texto de Clarice Lispector. Folia de Reis, é de Roque Ferreira, que assina mais duas faixas no álbum. Chico César, outro preferido da baiana, é autor de Arco da velha índia e Xavante.

Lá do fundo do baú ela fisga Mãe Maria (Custódio Mesquita e David Nasser, lançada por Nelson Gonçalves em 1943), e Lua bonita (Zé do Norte/Zé Martins, da trilha de O cangaceiro, 1953). O disco fecha com Dindi (Tom Jobim/Aloysio de Oliveira), até então inédita na voz de Bethânia.

Leia a entrevista que a cantora concedeu ao Estadão.


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