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Aos 70, eles são mais ativos sexualmente que elas

Por Maya Santana
O estudo foi feito por universidade britânica com mais de 7 mil pessoas

O estudo foi feito por universidade britânica com mais de 7 mil pessoas

O estudo que mostrou a diferença entre homens e mulheres, quando se trata de sexualidade, foi feito pela Universidade de Manchester, na Inglatoerra, e envolveu mais de sete mil pessoas com idade acima dos 70 anos. Os detalhes do estudo estão neste artigo do Zero Hora.

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A expectativa de vida no Brasil gira em torno dos 75 anos, mas, em 1900, era de 33. De lá para cá, o conceito de terceira idade mudou bastante. Há 50 anos, a ideia de aposentadoria equivalia a inaptidão para o trabalhar, mas hoje significa o início de uma fase com mais liberdade para fazer aquilo foi deixado de lado durante a fase adulta. A nova geração da terceira idade está quebrando paradigmas e isso inclui sua própria vida sexual.

Ainda que muitos médicos e familiares tentem ocultar o assunto, a sexualidade está cada vez mais presente na vida dos idosos. Carinho, carícias, beijos e abraços fazem parte da rotina daqueles que se consideram sexualmente ativos, mesmo depois dos 70.

Uma pesquisa sobre a sexualidade na velhice foi realizada pela Universidade de Manchester com mais de sete mil pessoas com mais de 70 anos. Desse total, 54% dos homens e 31% das mulheres disseram ter relações sexuais pelo menos duas vezes por mês. Diferentes pesquisas apontam que esse é o mínimo de vezes para considerar alguém na terceira idade como sexualmente ativo. O coordenador do trabalho, David Lee, conta que menos de 3% dos entrevistados se recusaram a responder perguntas diretas sobre atividades e problemas sexuais.

– Infelizmente, ainda há muitos médicos que têm dificuldade de falar sobre sexo com seus pacientes idosos. Há parentes que acham que isso é errado e, por isso, há ainda tantas mulheres que encaram a idade como o fim da “era sexual” – explica o geriatra Rubens de Fraga Júnior.

O problema é ainda maior quando os idosos precisam morar com os filhos e, por consequência, perdem a privacidade.

– A sexualidade ativa na terceira idade reforça a identidade social, a saúde e o bem-estar. Os idosos têm direito à sexualidade plena e nem sempre precisam de um parceiro para viver isso – defende o geriatra. Clique aqui para ler mais.

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