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Aos 80, ela é o símbolo da luta por novos parques

Por Maya Santana

Ana Dulce tentando arregimentar mais gente para a causa que defende

Ana Dulce tentando arregimentar mais gente para a causa que defende

Uma revolucionária. É isso que Dona Ana Dulce é. Com seus 80 anos, ela tem disposição suficiente para sair de casa e ir para as ruas lutar para que, principalmente os empreendimentos imobiliários, não avancem sobre as áreas verdes de São Paulo. Seu ativismo já rendeu muito. Por isso, a ex-professora de Educação Artística é tida hoje como o maior símbolo da campanha para a criação de novos parques em São Paulo.

Leia a reportagem da BBC Brasil:

O convívio com duas filhas, quatro netos e uma bisneta não é suficiente para a aposentada Ana Dulce Marraschin. Aos 80 anos, ela é figura fácil em manifestações e se tornou uma das protagonistas da luta por pelo menos 22 novos parques e espaços públicos em São Paulo.

“Não sou bióloga, nem especialista em praça”, adianta a ex-professora de educação artística. “Mas acho que os prédios estão engolindo o pouco verde que resta e as pessoas precisam de espaços abertos para conviver. Por isso reuni os amigos para aquele primeiro ato.”

Ela se refere ao “Ato em defesa dos parques ameaçados de São Paulo”, realizado no fim de março, no centro da cidade. De lá para cá, o movimento cresceu e a terceira edição da passeata ocorreu no fim da tarde da última terça-feira, com mais de 500 pessoas confirmadas pelas redes sociais.

O objetivo de dona Ana Dulce e seus colegas é oficializar espaços abertos que já são ou poderiam ser usados pela população para lazer, prática de esportes e convívio. Clique aqui para ler mais.

Assista à entrevista para conhecer um pouco mais das ideias desta ativista octogenária:

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