Veja aqui as cinco maiores revoluções da história da moda

Por Maya Santana
Mary Quant, um dos gênios da moda, criadora da minissaia

A londrina Mary Quant, um dos gênios da moda, fotografada em 1963

Já há um tempo, eu postei esta matéria de Mariana Bradford para o site do GNT aqui no 50emais. Como acho muito interessante, estou postando de novo para quem não leu.

Leia:

Yves Saint Laurent, Coco Chanel e Mary Quant são nomes que cravaram sua importância na história da moda com criações que revolucionaram a forma de vestir. E se você pode sair na rua usando calças ou minissaias tranquilamente, agradeça a eles. Entre tantas fases, a evolução da indumentária teve seus momentos de glória e, por isso, reunimos abaixo as principais revoluções fashion de todos os tempos. Confira!

O bikini foi criado nos anos 40, na França

O bikini foi criado nos anos 40, na França

O bikini foi a primeira peça de roupa feminina confeccionada com menos de um metro de tecido e seu lançamento foi tão explosivo quanto a bomba atômica testada pelos Estados Unidos no Atol de Bikini em 1946, o que acabou dando nome ao traje de banho. Alguns dias após o episódio, o francês Jacques Heim elaborou o “atome”, apresentado-o como “o menor maiô do mundo”. Mas ele bobeou e esqueceu-se de registrar a invenção – abrindo espaço para que outro francês, Louis Réard, surgisse com o “bikini, menor que o menor maiô do mundo” e levasse toda a fama de criador do famoso biquíni. Bafão…

Twiggy, símbolo dos anos 60, usando a minissaia de Mary Quant

Twiggy, símbolo dos anos 60, com a minissaia lançada por Mary Quant

Nem precisava, mas a estilista Mary Quant deu mais um toque de revolução aos anos 60 quando passou a mão na tesoura e criou a ousada minissaia. O pedaço de pano de 30cm lançado em meio ao “Terremoto Jovem” causou reboliço entre os conservadores, mas se multiplicou pelos armários das meninas. O sucesso foi tanto que a butique de Mary em Londres, a Bazaar, ganhou mais de 100 filiais e se transformou em símbolo de vanguarda.

O smoking, criação de Ives Saint Laurent, 1966

O smoking, criação de Ives Saint Laurent, 1966

Supra-sumo da carreira de Yves Saint Laurent, o famoso terninho – ou “Le Smoking”, como foi chamado o primeiro modelo – foi criado pelo estilista francês em 1966 e transgrediu a forma como as mulheres se vestiam à época. Sinal de liberdade e novos conceitos sobre masculino e feminino, o smoking para mulheres foi apresentado pela primeira vez com uma blusa transparente e calça masculina. Hoje, a peça aparece até em tapetes vermelhos.

Foi Coco Chanel que desenhou a primeira calça comprida para mulher

Foi Coco Chanel que desenhou a primeira calça comprida para mulher

Se Yves Saint Laurent era do clubinho da igualdade dos sexos, Coco Chanel foi quem o fundou. Na década de 20, com sua conhecida queda pela praticidade, a estilista desenhou a primeira calça para mulheres e deu um “chega pra lá” nos longos vestidos e corpetes que dominavam os armários naquele tempo. Inspirado nos marinheiros, o primeiro modelo era largo e ideal para as moças acompanharem seus maridos em dias de cavalgada ou iatismo.

O New Look, de Christian Dior rompeu com as linhas quadradas

O New Look, de Christian Dior rompeu com as linhas quadradas

No pós-guerra, Christian Dior fez o caminho inverso ao de Chanel e devolveu a feminilidade às mulheres. “Nós saímos de uma época de guerra, de uniformes, de mulheres-soldados, de ombros quadrados e estruturas de boxeador. Eu desenho femmes-fleurs, de ombros doces, bustos suaves e cinturas marcadas (…)”, disse o estilista. Nascia então, em 1947, o New Look, um visual delicado de cintura marcada e saias amplas até o tornozelo. O New Look se estabeleceu como o padrão de glamour dos anos 50 e deu um banho de elegância nas moçoilas.

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