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Atentado em Paris: face inaceitável da intolerância

Por Maya Santana

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Cartunistas de várias partes do mundo protestaram com as charges acima

Maya Santana

O 50emais empresta sua total solidariedade às vítimas da tragédia desta quarta-feira, em Paris, na qual 12 pessoas perderam a vida, entre elas quatro dos maiores cartunistas da França: Charb, Cabu, Tignous e Wolinski. Todos trabalhavam para o semanário satírico Charlie Hebdo, criado na década de 60 e conhecido pela irreverência e ousadia no humor.

Para se ter uma ideia do que aconteceu hoje na capital francesa, como lembrou alguém, é como se homens armados entrassem na redação do antigo Pasquim – jornal que enfrentava abertamente a ditadura militar – e disparassem contra Millôr Fernandes, Jaguar, Ziraldo e Henfil.

Os quase cartunistas mortos são Charb, Cabu, Tignous e Wolinski

Os quatro cartunistas mortos são Charb, Cabu, Tignous e Wolinski

Os mortos neste 8 de janeiro foram vítimas da intolerância, estado de espírito que produz atrocidades como esta. Segundo as informações, os muçulmanos autores do massacre estariam protestando contra a maneira que a publicação retratava Maomé.

Um dia trágico para os franceses e para o mundo, com o desfecho desse ataque inominável à liberdade de imprensa, à liberdade de expressão.

Veja algumas das charges mais polêmicas publicadas pelo Charlie Hebdo:

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1 Comentários

Antonio f reis 11 de janeiro de 2015 - 17:27

Loucos,loucos, e vão continuar loucos……………

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