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A última heroína romântica completaria 85 anos

Por Maya Santana

Adorada por milhões de fãs, ela foi infeliz no amor

A atriz, adorada por milhões de fãs, foi infeliz no amor

Custa acreditar que uma das mulheres mais adoradas pelo público durante gerações tivesse tanto azar no amor. Audrey Hepburn, heroína romântica na tela que completaria 85 anos neste domingo, 4 de maio, teve uma vida cheia de carências afetivas que só foi suprida como embaixadora do Unicef.  Cinco indicações ao Oscar… e cinco abortos. Duas estatuetas… e dois casamentos fracassados. Audrey Hepburn, provavelmente o ícone do cinema clássico mais lembrado junto com Marilyn Monroe, cativou na audiência algo que ela sentiu saudades desde menina: o carinho e a adoração.

Musa da Givenchy na moda, de Stanley Donen, Billy Wilder, George Cukor e Blake Edwards no cinema… mas rejeitada por Albert Finney e Ben Gazzara na vida real. Sua beleza era mais etérea que sexy e sem a aura do glamour de filmes como “A Princesa e o Plebeu” e “Bonequinha de Luxo”, Audrey se sentia menor. “Acho que o sexo é supervalorizado. Não tenho “sex appeal” e sei disso. De fato, prefiro ter um aspecto curioso. Meus dentes são curiosos e não tenho os atributos que deveria ter uma deusa do cinema”, falava sobre si mesma.

Com o primeiro marido, Mel Ferrer, com quem teve um filho

Casamento com Mel Ferrer: um dos vestidos mais bonitos da história

Nos registros oficiais, dois casamentos: um com Mel Ferrer, notavelmente maior que ela e de um físico pouco felizardo, e outro com o aristocrata e neuropsiquiatra italiano Andrea Dotti. Com o primeiro substituiu o verdadeiro amor pela admiração profissional. Com o segundo, pela “dolce vita”.Com eles teve seus dois filhos, Sean e Luca, outra de suas obsessões, pois por esterilidade tinha descartado alguns de seus amantes mais apaixonados, como William Holden e Robert Anderson. Conheceu Ferrer em uma festa na casa de Gregory Peck e ele lhe ofereceu um papel em “Ondine”, uma peça na Broadway, e, como dizem, uma coisa levou à outra.

Em 1954 já estavam se casando na Suíça em grande estilo e Audrey tentou combinar sua emergente carreira e seu novo casamento, até o ponto de rejeitar “Gigi” para rodar “Cinderela em Paris” na capital francesa, onde Ferrer trabalhava com Jean Renoir em “Elena et les Hommes”. Em pouco tempo, Ferrer foi tomado de ciúmes pelo sucesso de sua esposa e o divórcio chegaria em 1968, pouco após seu último êxito, “Um Clarão nas Trevas”, produzido por Ferrer. Leia mais em http://migre.me/cUIhv

Veja a abertura de um de seus filmes mais famosos “Bonequinha de Luxo” (Breakfast at Tiffany’s:

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