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Barulho: ‘assassino silencioso’, que pode causar diabetes e até demência

O impacto da poluição sonora no corpo humano vai muito além de prejudicar a audição

31/03/2025
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“Há evidências muito fortes de que o barulho do trânsito afeta a saúde do coração”, diz especialista. Foto: Reprodução/Internet

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Preocupado com os possíveis malefícios da poluição sonora para o ser humano, um jornalista da BBC, James Gallagher, decidiu fazer uma pesquisa.

“Decidi investigar quando o barulho se torna perigoso, conversando com pessoas cuja saúde está sendo prejudicada, e verificando se há alguma maneira de solucionar nosso mundo barulhento” –  conta James.

E ele acabou descobrindo que uma pessoa exposta muito tempo a barulho constante, tem aumentado “o risco de desenvolver coisas como ataques cardíacos, pressão alta, derrame e diabetes tipo 2”.

O problema é que vivemos em um mundo cada vez mais barulhento e não percebemos que essa é uma questão  que encurta nossas vidas, porque o impacto da poluição sonora, como mostra este artigo, vai muito além de prejudicar a audição.

Leia:

Estamos cercados por um assassino invisível. Tão banal que mal percebemos que está encurtando nossas vidas.

Ele está causando ataques cardíacos, diabetes tipo 2 e, agora, estudos o associam até mesmo à demência.

O que você acha que pode ser?

A resposta é o barulho — e seu impacto no corpo humano vai muito além de prejudicar a audição.

“É uma crise de saúde pública, pois temos um grande número de pessoas expostas em sua vida cotidiana”, adverte Charlotte Clark, professora da Universidade St. George de Londres, no Reino Unido.

É  uma crise sobre a qual não falamos.

Por isso, decidi investigar quando o barulho se torna perigoso, conversando com pessoas cuja saúde está sendo prejudicada, e verificando se há alguma maneira de solucionar nosso mundo barulhento.

Comecei a apuração me encontrando com Clark em um laboratório de som assustadoramente silencioso. Para ver como meu corpo reage ao ruído, fui equipado com um dispositivo que parece um smartwatch (relógio inteligente) robusto.

Ele vai medir minha frequência cardíaca e o quanto minha pele transpira.

Você também pode participar se tiver fones de ouvido. Pense em como estes cinco sons fazem você se sentir.

Ouça cinco ruídos diferentes em menos de um minuto — trânsito em Dhaka, Bangladesh; cachorros latindo; pessoas em um bar; crianças brincando; festa do lado de fora da janela do quarto. Como eles fazem você se sentir?

O que eu acho realmente irritante é o barulho do trânsito de Dhaka, capital de Bangladesh, que tem o título de cidade mais barulhenta do mundo. Imediatamente me sinto como se estivesse em um engarrafamento enorme e estressante.

E os sensores estão captando minha agitação — minha frequência cardíaca dispara, e minha pele transpira mais.

“Há evidências muito fortes de que o barulho do trânsito afeta a saúde do coração”, diz Clark, enquanto o próximo som é preparado.

Somente os sons alegres do playground têm um efeito calmante no meu corpo. Os latidos dos cães e a festa na casa do vizinho de madrugada provocam uma reação negativa.

Mas por que o som está afetando meu corpo?

“Você tem uma resposta emocional ao som”, afirma Clark.

O som é detectado pelo ouvido e transmitido para o cérebro, onde uma região — a amígdala — realiza a avaliação emocional.

Isso é parte da resposta de “luta ou fuga” do corpo que evoluiu para nos ajudar a reagir rapidamente aos sons, como o barulho de um predador avançando em meio aos arbustos.

“Então sua frequência cardíaca aumenta, seu sistema nervoso começa a entrar em ação, e você libera hormônios do estresse”, explica Clark.

Tudo isso é benéfico no caso de uma emergência — mas com o passar do tempo, começa a causar danos.

“Se você for exposto por vários anos, e seu corpo reagir desta forma o tempo todo, isso aumenta o risco de desenvolver coisas como ataques cardíacos, pressão alta, derrame e diabetes tipo 2”, diz Clark.

Leia também: Passou dos 50 e não dorme bem? Eis uma arma contra a insônia

É curioso que isso aconteça até mesmo quando estamos dormindo profundamente. Você pode achar que se adapta ao barulho. Era o que eu achava quando morava perto de um aeroporto. Mas a biologia conta uma história diferente.

“Você nunca desliga os ouvidos; quando está dormindo, continua ouvindo. Portanto, essas respostas, como o aumento da frequência cardíaca, estão acontecendo enquanto você está dormindo”, ela acrescenta.

Barulho é um som indesejado. Os meios de transporte — o tráfego de carros, trens e aviões — são uma das principais fontes, mas também os sons gerados quando estamos nos divertindo. Uma festa de arromba para uma pessoa, pode ser um barulho insuportável para outra.

Encontrei Coco em seu apartamento no quarto andar de um prédio na charmosa Vila de Gràcia, em Barcelona, na Espanha.

Há um saco de limões recém-colhidos amarrado à sua porta, presente de um vizinho; sua geladeira contém uma tortilla preparada por outro; e ela me oferece bolos sofisticados feitos por um terceiro vizinho, que está estudando confeitaria.

Da varanda, é possível ver a famosa basílica da cidade, a Sagrada Família. É fácil entender por que Coco se apaixonou por viver aqui, mas isso vem acompanhado de um preço muito alto — e ela acha que será obrigada a se mudar.

“É extremamente barulhento… É barulho 24 horas por dia”, ela me diz.

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Há um parque para cães, para os donos passearem com seus cachorros, que “latem às 2h, 3h, 4h, 5h da manhã”. E o pátio é um espaço público usado para tudo, desde festas de aniversário de crianças até shows que duram o dia inteiro e terminam com fogos de artifício.

Ela pega o celular e reproduz as gravações da música que está sendo tocada tão alto que faz vibrar o vidro das janelas.

Sua casa deveria ser um refúgio contra o estresse do trabalho, mas o barulho “traz frustração, dá vontade de chorar”.

Ela foi “hospitalizada duas vezes com dor no peito” — e “não tem dúvida” de que o barulho está causando o estresse que está prejudicando sua saúde. “Há uma mudança física que eu sinto, isso com certeza faz algo com o corpo”, diz ela.

Em Barcelona, estima-se que ocorram 300 ataques cardíacos e 30 mortes por ano apenas em decorrência do barulho do trânsito, de acordo com a pesquisadora Maria Foraster, que analisou as evidências sobre o barulho para a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em toda a Europa, o barulho está associado a 12 mil mortes prematuras por ano, além de milhões de casos graves de distúrbio do sono, e de incômodo induzido pelo ruído, que pode afetar a saúde mental.

Me encontrei com Foraster em um café que fica separado de uma das ruas mais movimentadas de Barcelona por um pequeno parque. Meu medidor de som diz que o barulho distante do trânsito está um pouco acima de 60 decibéis.

Podemos conversar facilmente sem levantar a voz, mas este já é um volume prejudicial à saúde.

O volume crucial para a saúde do coração é 53 decibéis, ela me diz, e quanto mais alto, maiores os riscos à saúde.

“Estes 53 decibéis significam que precisamos estar em um ambiente bastante silencioso”, afirma Foraster.

E isso é apenas durante o dia, pois precisamos de níveis ainda mais baixos para dormir. “À noite, precisamos de silêncio”, diz ela.

Embora não se trate apenas do volume, o grau de perturbação do som e do controle que se tem sobre ele afeta nossa resposta emocional ao barulho.

Foraster argumenta que o impacto do barulho na saúde está “no mesmo nível da poluição do ar“, mas é muito mais difícil de compreender.

“Estamos acostumados a entender que os produtos químicos podem afetar a saúde e que são tóxicos, mas não é tão simples entender que um fator físico, como o ruído, afeta nossa saúde além da audição”, diz ela.

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Uma festa animada pode ser considerada pura diversão, e um barulho intolerável para outra pessoa.

O som do trânsito tem o maior impacto sobre a saúde porque muita gente está exposta a ele. Mas o tráfego também é o som para chegar ao trabalho, fazer compras e levar as crianças à escola. Combater o barulho significa pedir às pessoas que vivam suas vidas de forma diferente — o que gera problemas por si só.

Natalie Mueller, do Institute for Global Health de Barcelona, me leva para uma caminhada pelo centro da cidade. Começamos em uma rua movimentada — meu medidor de som marca mais de 80 decibéis —, e seguimos para uma avenida tranquila e arborizada, onde o barulho cai para a casa dos 50 decibéis.

Mas há algo diferente nesta rua — ela costumava ser uma via movimentada, mas o espaço foi cedido para pedestres, cafés e jardins. Posso ver o fantasma de um antigo cruzamento pelo formato dos canteiros de flores. Os veículos ainda podem passar por aqui, mas devagar.

Lembre-se de que descobrimos no laboratório que alguns sons podem acalmar o corpo.

“Não é completamente silencioso, mas é uma percepção diferente de som e barulho”, diz Mueller.

O plano inicial era criar mais de 500 áreas como esta, chamadas de “superquadras” — áreas voltadas para pedestres criadas pelo agrupamento de vários quarteirões da cidade.

Mueller realizou uma pesquisa sobre as superquadras projetando uma redução de 5% a 10% no barulho na cidade, o que evitaria cerca de “150 mortes prematuras” somente em decorrência do barulho a cada ano. E isso seria “apenas a ponta do iceberg” dos benefícios para a saúde.

Mas, na realidade, apenas seis superquadras foram construídas. O conselho municipal não quis comentar.

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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