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BBB 2026: a arte de não levar a casa para dentro de casa

Assisti ao programa por alguns minutos, o suficiente para reconhecer uma coisa que a vida adulta conhece bem: quando a convivência vira disputa por lugar

26/01/2026
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O Sincerão pede escolha, pede sentença, pede coragem, ou teatro, depende do ângulo. E eu, que já vi muita reunião virar ringue e muito almoço de família virar tribunal, fiquei com aquela sensação estranha de déjà vu. Não por causa dos participantes, mas por causa da engrenagem. Foto: Divulgação

Ricardo Bastos

50emais

Eu não sou adepto, nem acompanho o BBB. Não é meu programa. Mas, em um desses relances inevitáveis, televisão ligada na sala de espera, rede social passando rápido, alguém comentando como se fosse pauta do dia, peguei o Sincerão do BBB 26 e fiquei alguns minutos. O suficiente para reconhecer uma coisa que a vida adulta conhece bem: quando a convivência vira disputa por lugar.

Tem um momento em que a gente percebe que não é mais a mesma pessoa. Não é quando o joelho reclama da escada, nem quando a letra do celular parece ter encolhido. É quando a confusão começa e você pensa, com uma calma que só a experiência dá, eu não tenho energia para isso.

Foi assim que me peguei vendo aquela dinâmica. O Sincerão pede escolha, pede sentença, pede coragem, ou teatro, depende do ângulo. E eu, que já vi muita reunião virar ringue e muito almoço de família virar tribunal, fiquei com aquela sensação estranha de déjà vu. Não por causa dos participantes, mas por causa da engrenagem.

A casa, ali, é um retrato pequeno de um mundo grande. Gente que quer pertencer, gente que quer ser reconhecida, gente que precisa se defender antes mesmo de ser atacada. No reality, isso é entretenimento. Na vida real, vira exaustão.

Depois dos 50, a gente aprende uma coisa que nem sempre é dita em voz alta: convivência dá trabalho. Dá trabalho no trabalho, dá trabalho em casa, dá trabalho até entre amigos que se amam e se irritam com a mesma intensidade. A diferença é que, com o tempo, fica mais claro o que vale a pena e o que é só ruído.

No Sincerão( sempre às segundas-feiras), o barulho ganha microfone. Tem o “pódio” que sela alianças, tem o “quem não ganha” que humilha com a naturalidade de programa ao vivo. E tem cenas que eu reconheço de outros ambientes, mostrando a necessidade de transformar o outro em rótulo para caber numa história simples. “Ela é falsa.” “Ele é fraco.” “Ela só quer aparecer.” Pronto, está resolvido. Só que não está.

O problema da vida adulta é que a gente sabe que quase ninguém é uma coisa só. A pessoa que fala demais pode estar pedindo espaço. A que se fecha pode estar tentando não chorar. A que ataca pode estar com medo de ser descartada. Isso não justifica grosseria, mas muda a pergunta. Em vez de “quem está errado?”, é mais sensato pensar “o que está acontecendo aqui?”.

Talvez por isso o BBB mexa tanto com quem já viveu bastante. A gente assiste e reconhece, sem querer, os três fantasmas que já rondaram a nossa porta.

O primeiro é o medo de rejeição, aquele que faz a gente agir como se não ligasse, mas liga. O segundo é o medo de injustiça, que aciona a vontade de provar valor, às vezes com uma energia que a gente já não tem mais. E o terceiro é o medo de ficar de fora, o fantasma silencioso de qualquer grupo, inclusive dos grupos “maduros”, que também têm suas panelas e seus códigos.

E aí vem a parte mais interessante, e mais útil, de assistir a esse circo humano: o reality dá a chance de observar sem entrar na arena. A gente pode usar o que vê como um espelho especial, que não aponta defeitos, mas dá pistas.

A primeira pista é simples: acusação costuma piorar tudo. “Você é isso, você é aquilo.” É uma frase que fecha portas. Na maturidade, quando a gente quer resolver de verdade, funciona melhor falar de forma direta: “Quando isso acontece, eu me sinto diminuída.” “Quando você fala assim, eu me fecho.” Não é fraqueza, é necessidade.

A segunda pista é que nem toda conversa precisa ser resolvida no calor. Depois dos 50, pedir tempo é uma forma de inteligência. “Eu preciso pensar e volto a esse assunto.” Dá menos ibope, mas salva relações.

A terceira é o hábito de ler a mente dos outros. No BBB, é roteiro. Na vida, vira mal-entendido. Às vezes, antes de concluir que foi maldade, basta perguntar: “eu entendi direito?” É uma frase pequena que pode evitar uma tempestade doméstica.

A quarta é aprender o que é limite e o que é preferência. Limite é “não aceito grito”. Preferência é “eu gostaria que você me avisasse antes”. Confundir as duas coisas transforma rotina em briga.

A quinta é um pecado moderno, e antigo: triangulação. Falar de alguém com terceiros dá sensação de alívio, mas costuma abrir crateras. A maturidade pede coragem para falar com a pessoa certa, sem plateia.

E, claro, existe a camada que o reality expõe com gosto, e que a vida também expõe, só que com menos luz: a idade.

Quando uma pessoa mais velha aparece num jogo de popularidade, surge o etarismo em suas mais variadas versões. Tem o explícito, que desqualifica. E tem o simpático, aquele que disfarça desrespeito com carinho. Trata adulto como frágil, como “fofinho”.

Na vida real, isso aparece quando alguém decide por você “para te poupar”, quando te interrompem, quando te explicam o óbvio, quando esperam que você seja sempre a mais paciente da sala.

Depois dos 50, a gente sabe: respeito não é bônus. É base.

No fim, desligar a TV também é uma escolha. E talvez seja a escolha mais bonita da vida adulta. Assistir ao BBB pode ser divertido, pode ser assunto de conversa, pode render risada. Mas a melhorparte é quando a gente não leva a casa para dentro de casa.

Porque a nossa casa, de verdade, já tem seus desafios. E a maturidade, essa sim, ensina um luxo discreto: escolher o que entra e o que fica do lado de fora.

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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