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Brasil vive transição profunda e silenciosa de país jovem que envelhece rapidamente

O ritmo do nosso envelhecimento é seis vezes maior do que o da França. Até 2031, haverá mais idosos no país do que crianças

13/12/2025
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Estudo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) mostra que a população idosa dobrará em apenas 25 anos. Foto: Reprodução

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O mais dramático nesse envelhecimento rápido demais da população brasileira – até 2031 vai haver mais idosos do que crianças – é que o país não está preparado para atender às necessidades dessa parcela cada maior de seus habitantes.

Uma das mudanças mais preocupantes, por exemplo, é que no mapa das doenças as enfermidades do envelhecimento — cardiovasculares, metabólicas e neurológicas — estão crescendo mais rapidamente do que a capacidade do sistema de saúde de lidar com elas.

O levantamento do IEPS, de 2023, revela que os idosos brasileiros estão vivendo mais, mas acumulam múltiplas doenças crônicas, com destaque para hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, AVC e demências.

“O que a França levou cem anos para envelhecer, o Brasil está fazendo em dez — e não estamos preparados”, explica uma especialista.

Leia o artigo completo de Talyta Vespa para o portal G1:

Um estudo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) mostra que a população idosa dobrará em apenas 25 anos, um ritmo seis vezes mais veloz do que o registrado na França. Até 2031, haverá mais idosos do que crianças — um marco demográfico que desafia a estrutura social, econômica e sanitária do país.

O envelhecimento acelerado, que inspirou o tema da redação do Enem 2025 (“Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”), vem acompanhado de uma mudança preocupante no mapa das doenças: as enfermidades do envelhecimento — cardiovasculares, metabólicas e neurológicas — estão crescendo mais rápido do que a capacidade do sistema de saúde de lidar com elas.

As doenças do envelhecimento: um novo perfil epidemiológico

O levantamento do IEPS, de 2023, revela que os idosos brasileiros vivem mais, mas acumulam múltiplas doenças crônicas, com destaque para hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, AVC e demências.

Essas condições já consomem boa parte dos recursos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS), e a sobrecarga recai também sobre as famílias — especialmente as mulheres, que, segundo o estudo, se tornam cuidadoras e acabam afastadas do mercado de trabalho.

“Estamos envelhecendo antes de nos estruturar. O desafio não é só viver mais, mas viver com qualidade e suporte”, resume o relatório.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), distúrbios como AVC, Alzheimer, enxaqueca, epilepsia e neuropatia diabética já são responsáveis por quase metade da carga global de incapacidade.

O alerta ganha peso em países que envelhecem rapidamente, como o Brasil, onde o aumento da expectativa de vida amplia a exposição a esses fatores de risco.

“É uma crise silenciosa de saúde pública global, e o Brasil reflete esse cenário de forma muito evidente”, alerta Maramélia Miranda, presidente da Sociedade Brasileira do AVC.

No país, o AVC voltou a superar o infarto como principal causa de morte cardiovascular desde 2019 — um reflexo direto do envelhecimento populacional somado ao controle insuficiente da pressão, do diabetes e do colesterol.

Envelhecimento, desigualdade e descoberta brasileira

A doença de Alzheimer, que tem a idade como maior fator de risco, cresce na esteira do envelhecimento acelerado.

“O que a França levou cem anos para envelhecer, o Brasil está fazendo em dez — e não estamos preparados”, explica Elisa de Paula França Resende, coordenadora de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN).Baixa escolaridade, hipertensão, diabetes, depressão e isolamento social agravam o risco. O Plano Nacional de Demências, embora aprovado, ainda não foi implementado.

Leia também: A polêmica continua: velho ou idoso?

Mas uma descoberta recente, liderada por brasileiros, traz esperança: um estudo publicado na revista Nature Neuroscience mostrou que a progressão do Alzheimer depende de uma inflamação silenciosa no cérebro.

A descoberta marca uma virada na compreensão da doença e reforça a importância de identificar precocemente processos inflamatórios no cérebro, algo que poderá orientar futuras terapias combinadas.

Câncer: o outro rosto do envelhecimento

O avanço da idade também tem mudado o mapa das principais causas de morte no país.

Um levantamento do Observatório de Oncologia, apresentado no Fórum Big Data em Oncologia, mostra que o câncer já superou as doenças cardiovasculares em 670 municípios brasileiros, o equivalente a 12% das cidades do país — um aumento de 30% em oito anos.

O estudo, baseado em dados do Ministério da Saúde, revela que as mortes por tumores cresceram 120% desde 1998, mais que o dobro do aumento observado nas doenças do aparelho circulatório (51%).

Se o ritmo continuar, o câncer deve se tornar a principal causa de morte no Brasil até 2029, marcando uma virada epidemiológica ligada diretamente ao envelhecimento populacional.

“O câncer é uma doença do envelhecimento celular. Quanto mais o país envelhece, maior o número de diagnósticos”, explica o oncologista Abraão Dornellas, do Hospital Israelita Albert Einstein e membro do Instituto Vencer o Câncer.Segundo o levantamento,77% das mortes por câncer ocorrem em pessoas acima dos 60 anos — e o fenômeno é mais evidente nas regiões com maior expectativa de vida. O Rio Grande do Sul lidera o ranking nacional, com 168 municípios onde o câncer já é a principal causa de morte. Lá, 22% de todos os óbitos são provocados por tumores, índice bem acima da média nacional (17%).

Veja também: Documentário mostra a beleza do envelhecimento ativo

“O Sul tem a maior expectativa de vida do país e uma rede de diagnóstico mais estruturada, o que naturalmente amplia os registros”, explica a pesquisadora Nina Melo, coautora do estudo. “Mas há também fatores ambientais e genéticos — é uma população majoritariamente caucasiana, mais suscetível ao câncer de pele.”

O avanço do câncer entre idosos e o aumento da longevidade se somam a outro desafio: as doenças cardiovasculares continuam a crescer, alimentadas pelo mesmo processo de envelhecimento populacional e pelos fatores de risco acumulados ao longo da vida. Entre eles, a hipertensão arterial é o mais determinante — e também o mais comum.

Hipertensão alimenta o ciclo

A pressão alta continua sendo a principal porta de entrada para complicações do envelhecimento, como AVC e insuficiência renal.

Em setembro, uma nova diretriz brasileira mudou o parâmetro: pressão de 12 por 8 passou a ser considerada “pré-hipertensão”. O objetivo é endurecer a prevenção e manter a pressão abaixo de 13 por 8 (130/80 mmHg) para reduzir o risco cardiovascular em todas as idades.

“É uma medida que antecipa o diagnóstico e reforça o papel da atenção básica, especialmente no SUS, que acompanha 75% dos hipertensos”, explica o cardiologista Fernando Nobre, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

A hipertensão afeta quase 30% dos brasileiros adultos, mas só um terço mantém controle adequado — um número preocupante para um país que envelhece rapidamente.

Famílias no centro da sobrecarga

O envelhecimento também reconfigura os lares brasileiros: segundo o IEPS, cresceu a proporção de casas habitadas  apenas por idosos. Quando há limitações físicas, quase 100% dos cuidados são oferecidos por familiares, principalmente mulheres, o que reduz a renda e amplia a desigualdade.

“Sem políticas de apoio domiciliar e centros de reabilitação, a velhice no Brasil ainda é um problema privado — não uma prioridade pública”, resume Resende.

Um país que envelhece mais rápido do que se estrutura

O cruzamento de dados mostra que o Brasil está pouco preparado para o envelhecimento. Há escassez de geriatras e gerontólogos, queda de leitos de reabilitação e poucas instituições de longa permanência. Apenas 36% dos municípios têm algum tipode abrigo ou casa de apoio para idosos – a maioria privada.

A consequência é dupla: idosos mais doentes e famílias sobrecarregadas, num ciclo que já pressiona o SUS e desafia a previdência.

Estilo de vida

A CEO e médica cirurgiã vascular da Clínica Cavalieri, Maria Luiza Cavalieri pontua que o avanço da expectativa de vida exige um novo olhar sobre a qualidade do envelhecimento. “Hoje é raro o idoso que não chegue aos 80, 90 anos. A questão é: como você quer chegar lá?”, questiona.

Veja também:  O Brasil é um país extremamente velhofóbico

Para ela, a diferença entre envelhecer com autonomia ou de forma debilitada está, em grande parte, nas escolhas diárias. “A genética coloca a bala no revólver, mas quem aperta o gatilho é o estilo de vida”, afirma, ao citar a epigenética — campo que estuda como hábitos podem ativar ou silenciar genes ligados a doenças.

Segundo a médica, cinco pilares são fundamentais para evitar o envelhecimento precoce e as doenças crônicas que mais afetam os brasileiros: alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, sono de qualidade, controle do estresse e uso responsável de substâncias como álcool e cigarro.

O exercício físico é o topo da lista. Ele retarda o envelhecimento, previne a perda de massa muscular e dá sustentação ao corpo. Sem músculo, o idoso perde força, equilíbrio e independência”, explica Maria Luiza Cavalieri.Ela ainda reforça que adotar esses cuidados desde cedo é o que garante um envelhecimento mais saudável. “Ter uma predisposição a doenças cardiovasculares, neurológicas ou ao câncer não é mais uma sentença”, diz.

“Hoje sabemos que o estilo de vida é capaz de mudar esse destino. Quanto antes a pessoa entender isso, mais chance ela tem de chegar bem aos 60, 70 ou 80 anos, vivendo com energia, lucidez e autonomia”, conclui.

 

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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