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Carreira e Maternidade: A Síndrome do Ninho Vazio

Por Maya Santana

Algumas mães acham mais difícil a saída dos filhos de casa

Algumas mães acham mais difícil a saída dos filhos de casa

Juliana Andrade*

Preencher na vida os espaços que vão surgindo na medida em que amadurecemos não é uma tarefa fácil.

A maternidade ocupa um grande espaço na vida da mulher. Para as mais dedicadas, ao “maternar” este espaço pode ser grande ao ponto do papel de mãe ser muito maior do que os outros papéis vivenciados pela mulher, tais como o profissional, o do cuidado de si mesma, o de esposa, o de filha, o de amiga, entre tantos outros que desempenhamos ao longo da vida…

Será que em determinado momento da vida, a mulher que tem o “maternar” nas veias, irá vivenciar mais fortemente a síndrome do ninho vazio?

Estudiosas do assunto, afirmam que Barber, em 1989, foi quem primeiro descreveu o termo ninho vazio como o período compreendido entre o momento em que o último filho deixa de viver na casa paterna/materna. A síndrome do ninho vazio é, portanto, derivada do desconforto emocional dos pais ao verem seus filhos deixando a casa.

Estudos revelam que mulheres que dedicaram sua vida, de modo exclusivo à criação dos filhos acham mais difícil a sua partida. Frases como “não sirvo mais para nada” podem rondar corações, mentes e bocas de muitas mulheres. É interessante, porém, ressaltar que, embora as mulheres sintam-se muito mal ao pensarem na saída dos filhos de suas casas, há evidências de que boa parte delas, ao viver a situação, percebe melhora da qualidade de sua vida. Sobra tempo para realizar coisas que durante muito tempo ficaram esquecidas ou foram postergadas, como por exemplo, prática de atividades físicas, capacitação formal para realizar atividades que lhes dêem retorno emocional/financeiro, ou mesmo retorno a atividades profissionais, bem como a dedicação a um negócio próprio.

Lançar-se a novas atividades prazerosas pode restabelecer a autoestima e ajudar a minimizar, ou até mesmo acabar com a tão falada síndrome.

Clique aqui para mais informações sobre estudos que tratam do tema

* Rede Aptta

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