fbpx

Carreira: dependentes da avó para cuidar do filho

Por Maya Santana

Podem surgir conflitos na maneira como a criança é tratada

A maneira da avó tratar a criança pode conflitar com a da mãe

Com a preocupação de apoiar suas leitoras no universo profissional, o blog 50emais fez uma parceria com a Rede Aptta, organização voltada para potencializar os talentos femininos. Queremos destacar que novos caminhos profissionais e pessoais estão abertos para as mulheres que já cruzaram a fronteira dos 50 anos, estimulando-as a buscar uma outra dimensão para esse ciclo da vida. O texto a seguir é fruto dessa parceria, que faz parte do nosso esforço de participar de forma mais intensa da vida dos internautas que nos acompanham.

Juliana Andrade e Adriana Fantoni

Acabamos de dar uma palestra para um grupo de mães que trabalham e que muitas delas deixam os filhos sob os cuidados das avós. A grande angústia desse grupo de mães era que elas dependem de suas mães ou sogras para cuidar dos seus filhos, porém, não concordam com algumas “regras” que valem na casa da avó. Apesar de não concordarem, não querem se indispor e nem impor suas regras na casa de outra pessoa.

A grande questão que exploramos é a seguinte. A criança não pode ver que há duas regras conflitantes, ou seja, o que vale em sua casa não é o que vale na casa da avó. As crianças, geralmente se “aproveitarão” das brechas e das incoerências. Por outro lado, as avós devem ter o seu “jeito respeitado”, afinal, já criaram seus filhos e possuem as melhores intenções para com os seus netos.

A questão é a de respeitar o “minha casa minhas regras” com bom senso. Cada casa tem suas regras, sua forma de ver o mundo. Entretanto, o que gera impacto na saúde e nos valores da família, não pode divergir. Se não, a criança não vai saber a quem obedecer! Dois caciques para apenas um indiozinho ou indiazinha…

As desavenças que surgem naturalmente até chegar à sintonia e à sinergia, devem ser discutidas longe da criança e, quando a regra chegar até ela, deve ser passada de forma alinhada, num mesmo discurso. A regra nunca pode chegar de forma contraditória para a criança, pois ela pode passar a explorar as “brechas”. Exemplificando: Se a mãe não permite que balas e chocolates sejam consumidos pela criança durante a semana e ela fica três dias na casa da avó. Isso impacta a saúde bucal da criança. A regra deve ser respeitada!

Notícias Relacionadas

Deixe um comentário





Utilizamos cookies essenciais de acordo com a nossa Política de Privacidade e ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Aceitar Leia mais