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Casais de idosos inspiram "O amor não tem idade"

Por Maya Santana

Suely Franco e Umberto Magnani começa a namorar na faixa dos 80 anos

Na peça, namoro de Suely Franco e Umberto Magnani aos 80 anos


A peça, que tem como cenário o bairro de Copacabana, no Rio, onde é enorme o número de moradores na terceira idade, conta a história de um amor maduro que deu certo. Ainda não assisti. Mas já vou comprar meu ingresso. Aproveitando a peça, o portal G1 fez esse artigo com outros casais que também começaram a namorar na velhice
Leia o artigo:
Fred tem 80 anos e a saúde abalada. Depois da morte da mulher, com quem viveu por quase cinco décadas, vende o apartamento a pedido da filha e vai morar num lugar menor. Mas o que poderia ser o ocaso de uma história se transforma com a chegada de Elza. Ao conhecer a vizinha espevitada, extrovertida e que costuma mentir a idade, o viúvo se apaixona.
A história desse casal fictício se passa num bairro de Buenos Aires, mas pode ser vista na peça “Elza e Fred — O amor não tem idade”, em cartaz no Teatro das Artes. No palco da vida, entretanto, outros muitos exemplos de amor na terceira idade transitam diariamente pelo Rio de Janeiro. Principalmente na ruas de Copacabana. O bairro da Zona Sul é líder em número de idosos na cidade (segundo o Instituto Pereira Passos, eram 43.431 em 2010). Esse número equivale a, aproximadamente, 30% da população da Princesinha do Mar.
Dali, grupos de senhorinhas costumam fechar uma van inteira para ver ao espetáculo e, ao final, dar um feedback para a atriz Suely Franco, que estrela a montagem ao lado de Umberto Magnani.
— Elas sempre me falam que, depois que de ver a peça, tomam coragem de partir para o ataque — entrega a atriz.
Tomado pelo clima do espetáculo, O Globo foi atrás de histórias de amor que, como a de Elza e Fred, renderiam um novo espetáculo.
Selene e Walmir: casal que também começou a namorar na velhice

Selene e Walmir: casal que também começou a namorar na velhice


À meia-noite do dia 31 de dezembro de 2000, Selene Maria de Araujo Mattos pediu com todas as suas forças para arrumar um namorado que pudesse apresentar para a família. Até então, ela nunca encontrara alguém com quem quisesse arriscar um relacionamento sério. Dois meses depois, recebeu uma proposta inusitada.
— Eu tinha perdido a minha irmã em abril. E o meu cunhado, que também passou o fim de ano com a minha família, contou que não queria viver sozinho e que, como eu já conhecia os defeitos e as qualidades dele e vice-versa, quis saber o que eu achava de a gente ficar junto. Fiquei assustada e respondi que iria pensar. Disse, então, à minha sobrinha que o pai dela havia me proposto e ela falou, toda sorridente: “vocês estão a fim de namorar?”
Hoje, depois de 13 anos de relacionamento, o aposentado Walmir da Silveira Mattos, de 80 anos, diz que não se arrepende:
— Amei muito a minha primeira mulher e, hoje, amo muito a minha nova mulher. A Selene é uma grande companheira. É muito alegre e me faz feliz. Clique aqui para ler mais.

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