Aposentados deixam SP atrás de qualidade de vida

Por Maya Santana
Zilda e Osvaldo trocaram o barulho e a poluição de Sampa por uma cidade do nordeste

Zilda e Osvaldo trocaram São Paulo pela vida à beira mar, no nordeste

Zilda e Osvaldo, 62, concretizaram não apenas o seu próprio sonho, mas o de muitos casais de aposentados: juntaram o que tinham e subiram para o Nordeste em busca de um lugar para morar que lhes desse a qualidade de vida impossível de se encontrar na megalópole São Paulo. Andaram, andaram, andaram até encontrar uma cidadezinha nos arredores de João Pessoa, capital da Paraíba. Mar, sol, tranquilidade e brisa fresca fazem parte do dia a dia do casal e já deu jeito na pressão alta e nas dores no corpo. Foi realmente um recomeço.

Leia mais detalhes na reportagem feita pela TV Globo:

“Depois de anos e anos de planos, meses de preparativos e despedidas, no dia 1º de agosto de 2012, uma quarta feira, colocamos o pé na estrada”, diz Zilda ao ler o próprio diário. “Seguimos viagem pela tortuosa BR-101. Praias lindas. Uma após a outra, montanhas, rios…”, continua Zilda.

Mas não era uma viagem qualquer. Era uma mudança total de vida às vésperas dos 60 anos. Eles decidiram deixar São Paulo em busca de mais qualidade de vida.“Vai para o campo? Vai para montanha? Vai para praia, vai para onde? Fica em SP? Praia! Para mim, seria litoral. A Zilda também gosta muito de litoral. Então é litoral. Isso já estava mais ou menos definido”, conta Osvaldo Cassiano de Andrade, consultor.

Foram 23 dias subindo o litoral brasileiro, parando aqui e ali, até chegar à Paraíba. Cabedelo, um município bem juntinho de João Pessoa, é o lugar que eles escolheram para começar uma nova vida. Trocaram o trânsito, a poluição, o concreto de São Paulo, pelo mar, pelo sol e de quebra pelo ventinho para refrescar.

O pouco tempo de Nordeste e a rotina mais flexível permitem até que o casal se comporte ainda como turistas, de vez em quando. Momentos na praia que nada lembram a correria de São Paulo, que fez a saúde de Zilda se deteriorar. “Pressão alta, muito estresse, insônia, tonturas”, diz Zilda Barbosa de Andrade, consultora.

Globo: Não tava bem?
Zilda Barbosa de Andrade: Não tava bem. Não tava bem. O ir e vir da cidade bastante desgastante. Você vai para fazer uma trajetória de uma hora, leva duas horas e meia. Onde eu ia buscar forças físicas para dar conta desta rotina que uma cidade mega exige?

Globo: E aqui como está a sua saúde?
Zilda Barbosa de Andrade: É, aqui é outra história. Bastante sol, vitamina D todo dia, sem dores nas juntas. É outra saúde.
Oswaldo: Eu me sinto em forma. Eu mantenho uma atividade física. Temos a praia, pilates, uma boa alimentação, a cabeça tranquila. Então, é um ritmo diferente. Clique aqui para ler mais.


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