
“Eles pensavam assim…”
Nas minhas mãos, estava um registro das memórias de minha mãe, Ephigenia, no período de 1942 a 1947, quando estudou direito no Rio de Janeiro. Não colocava os olhos nesse caderno havia décadas, e fiquei emocionado e, claro, curioso, ao abri-lo, principalmente pelo título escrito com caneta-tinteiro e letras elegantes: “Eles pensavam assim…”




