
O método mais conhecido é o fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico, por meio dos chamados exercícios de Kegel. Esses músculos sustentam a bexiga, o útero (nas mulheres) e o intestino. Quando estão enfraquecidos, aumentam as perdas involuntárias de urina. A prática regular desses exercícios pode melhorar o controle urinário em poucas semanas ou meses.
Perda de peso
Outra estratégia importante é o treinamento da bexiga. A pessoa aprende a urinar em horários programados, aumentando gradualmente o intervalo entre as idas ao banheiro. Isso ajuda a recuperar o controle sobre a vontade de urinar e reduz os episódios de urgência.
A perda de peso também pode fazer grande diferença. O excesso de peso aumenta a pressão sobre a bexiga e o assoalho pélvico. Estudos mostram que mesmo uma redução moderada do peso corporal pode diminuir os episódios de incontinência.
A alimentação merece atenção. Cafeína, álcool, refrigerantes, adoçantes artificiais e alimentos muito condimentados podem irritar a bexiga em algumas pessoas. Observar quais alimentos agravam os sintomas e reduzir seu consumo pode trazer benefícios.
Pilates e caminhadas
Também é importante evitar a constipação intestinal. O intestino preso aumenta a pressão sobre a bexiga e pode piorar a perda urinária. Uma dieta rica em fibras, boa hidratação e atividade física regular ajudam a manter o funcionamento intestinal adequado.
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Parar de fumar é outra medida recomendada. A tosse crônica associada ao tabagismo aumenta a pressão abdominal e favorece os escapes urinários.
A prática regular de atividade física contribui para a saúde geral, mas exercícios de alto impacto podem piorar a incontinência em algumas pessoas. Caminhadas, natação, pilates e exercícios de fortalecimento orientados costumam ser alternativas mais adequadas.
Vários tipos
Entre as mulheres, especialmente após a menopausa, a fisioterapia pélvica realizada por profissionais especializados tem apresentado excelentes resultados. Ela utiliza exercícios específicos, técnicas de conscientização corporal e, em alguns casos, biofeedback para melhorar o controle da musculatura.
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Vale lembrar que a incontinência urinária não é uma doença única. Existem diferentes tipos, como a de esforço, a de urgência e a mista. Por isso, uma avaliação médica é importante para identificar a causa e indicar o tratamento mais adequado.
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O mais importante é saber que perder urina não é algo com que se deva simplesmente conviver. Com exercícios, reeducação da bexiga, controle do peso, alimentação adequada e fortalecimento muscular, muitas pessoas conseguem recuperar a confiança e melhorar consideravelmente sua qualidade de vida sem recorrer a remédios ou cirurgia.





