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Da irmã que te amou profundamente

O que sou, ou o que acredito haver de bom em mim, é graças a meu irmão

30/07/2025
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Para Júnior, a vida era para ser vivida em todo seu esplendor e plenitude, repleta da mais verdadeira alegria e felicidade, usufruindo cada minuto de prazer. Foto: Fabiana Figueiredo

Sônia Rosa Maia

50emais

Para ampliar o significado da palavra único(a), que uso logo no início e ao longo do texto, acrescento, como no Aurélio: “Que é só um. De cuja espécie não existe outro. Exclusivo; excepcional. A que nada é comparável .Diz-se de indivíduo lógico que é membro de uma classe de um só indivíduo”.

Acredito não existir relação tão única como àquela que uma pessoa possa vir a desenvolver com um especial. A partir do momento em que essa pessoa se propõe a atravessar a linha entre o chamado ‘mundo dos normais’ e o dos especiais, ata-se uma relação absoluta. O que sou, ou o que acredito haver de bom em mim, é graças a meu irmão. É como uma revelação, uma experiência intuitiva que se apodera de toda sua alma, coração e mente, transforma tudo à sua volta e determina suas ações, pensamentos, idéias e ideais. A forma como você ama e a forma como você luta. Falo no tempo presente do verbo, por ser uma experiência que acontece a todo o momento: infinita e renovadora.

Desde uma idade que nem consigo mais precisar de tão tenra, vi meu íntimo derrubar muros pesadíssimos, como o do preconceito. Aprender – em sua completude e com o poder que uma mente e coração ainda puros confere a um ser muito jovem – que todos somos iguais e que a todos devemos amar, é um privilégio. E desencadeia um efeito dominó no futuro ser humano adulto, influenciando a forma como ele vê e atuará neste mundo.

(Isso não quer dizer que nos tornamos – eu e meu irmão – seres absolutos, livres das impurezas e imperfeições inerentes ao ser humano, por conta pura e simples desta relação ou de sua condição especial. Quem nos conheceu sabe de nossa personalidade difícil, incisiva, inquisitiva, crítica e exigente. E que atingimos entes muito queridos, muitas vezes. A todos eles – ouso falar também em nome de meu irmão – pedimos perdão. Pois a mim, se me foi dada a oportunidade deste aprendizado tão único, sutil e intenso, por que não fiz melhor uso dele, sendo mais suave com todos à minha volta?)

Júnior tinha uma linguagem própria, criada por ele para substituir a linguagem das palavras comuns, que decidiu não fariam parte de seu vocabulário. O balançar cadenciado de seu corpo e o imenso sorriso de felicidade absoluta, que contagiavam a todos, eram sua marca registrada.

Lembro de chegando ao aeroporto há uns três anos via Congonhas. Naquele dia, excepcionalmente, Junior e minha mãe foram me esperar. E visualizei a cena antes mesmo de atravessar o corredor de desembarque.

Pensei: “Ele vai estar lá, no meio de todos os outros que aguardam seus entes queridos. E vai fazer uma festa imensa e vai abrir aquele sorriso de risada, e vai gritar ‘Tá Tá! Tá Tá!’, como ele me chamava, e vai esfregar as mãos, e vai invadir o corredor que ninguém invade e aí eu vou olhar para as pessoas além do cordão, e vou presenciar rostos estarrecidos, invadidos de uma felicidade até então deles desconhecida, e este momento vai acompanhá-los por um longo tempo.” E quando as portas da saída se abriram, foi exatamente o que aconteceu.

Havia sua sabedoria das questões mundanas, como quando nos explicou por que não mais deixava a mãe trabalhar (ou seja, sentar à máquina de costura). Era Yara sentar à máquina e Júnior a puxava de lá indignado. Um dia, sentada à mesa do café da manhã, perguntei: “Júnior, por que você não deixa a mãe trabalhar?”. Ao que ele respondeu: “Hã hã! Hã, hã!”, (sua forma de dizer ‘não’ balançando firmemente a cabeça para enfatizar). E apontou para mim: “Tá Tá! Tá Tá!”. E caímos na gargalhada! A mesma que dávamos ao seu gesto muito indecoroso com o dedo em forma de f*, acompanhado de uma expressão de zombaria, a qualquer político que aparecesse na tela da TV.

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Seu senso de humor era sua mais potente forma de defesa. Usava-o para quase tudo, inclusive contra o preconceito. Certa vez, três homens não paravam de rir de seus trejeitos. A ponto de uma de suas inúmeras amigas e admiradoras, neste dia com Júnior e sua mãe, perder a paciência e dizer-lhes poucas e boas. (Quantas vezes não tivemos de dizer poucas e boas a tantos!). Mas Júnior não se abalava. Depois do pito levado da amiga, apontou para os três e caiu na gargalhada, como dizendo: ‘Aí, hem! Poderiam ter ido dormir sem essa!’.

Seus programas de TV prediletos eram justamente as séries de humor. Quando ainda jovem, os Três Patetas e O Gordo e o Magro. Nos últimos tempos, a série mexicana Chaves e Os Trapalhões. Mas detestava a Xuxa! Era ela aparecer na tela e mandava-lhe uma boa vaia.

Júnior também não jogava lixo algum no chão: qualquer resto de comida, papel ou embalagem, dava à mãe para guardar na bolsa.

E havia sua sabedoria da fé! Das questões espirituais! Não somos uma família de rituais religiosos visíveis, de ir à igreja com frequência ou orar constantemente em voz alta. “Deus está em mim e em minha casa!”, diz minha mãe, com sua característica firmeza e determinação. Júnior adorava frequentar igrejas, porque sua percepção de igreja era pura, a de como uma igreja deve ser, ou seja, a casa de Deus.

Mas não era apenas o prazer de ir à igreja que simbolizava a profunda fé de Júnior em Deus. Volta e meia, em casa ou na rua, seja lá onde estivesse, era comum Júnior ia ao chão em sinal de reverência, como fazem os hindus e muçulmanos, gesto que aprendeu de seu primo João – um Brahmani devoto de Krishna – e que adotou para si.

Para Júnior, a vida era para ser vivida em todo seu esplendor e plenitude, repleta da mais verdadeira alegria e felicidade, usufruindo cada minuto de prazer.

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E foi exatamente isso que sua mãe Yara lhe deu a cada minuto de sua existência entre nós – literalmente a cada minuto, sem exageros, nem metáforas. Em casa ou onde houvesse um lugar para celebrar a vida, de fazer seu filho feliz, lá estava ela, levando-o pelas mãos, primorosamente vestido nas roupas feitas por suas delicadas mãos de costureira de classe, que herdou de sua mãe Dylla. A mesma alegria que Júnior retribuía, tantas vezes, à mãe: gostava de vê-la arrumada, de cabelo pintado – bastava aparecer a raiz branca e já ‘comentava’ – e que ela dançasse e namorasse.

E é esta alegria contagiante, imortalizada na foto em preto e branco de Fabiana Figueiredo, que deixo aqui como inspiração para todos.

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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