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Denúncia: azeites extravirgens só no rótulo

Por Maya Santana

A melhor forma de protestar é não comprar marcas que tentam no enganar

A melhor forma de protestar é não comprar marcas que tentam nos enganar

É impressionante como nós consumidores brasileiros somos maltratados. Como um número tão grande de empresas se acha no direito de nos enganar, nós que consumimos os seus produtos. No Brasil, isso acontece em todas as áreas: os órgãos oficiais não dão conta de fiscalizar tanta falcatrua. Mas quando a corrupção envolve o setor de alimentos, a coisa fica mais absurda. É o que a gente está vendo com os azeites de oliva. Marcas famosas, nas quais muitos confiavam, inclusive eu – comprava o azeite Gallo. Não compro mais -, estão adulterando o produto que nos vendem. Algumas chegam ao ponto de vender algo com o nome de azeite, mas que nada tem a ver com o verdadeiro azeite. Um completo abuso da confiança do consumidor.

Leia o artigo publicado por O Globo:

A Proteste – Associação de Consumidores testou 19 marcas de azeite extravirgem e  constatou que quatro (Figueira da Foz, Tradição, Quinta d’Aldeia e Vila Real)  não podem nem ser consideradas azeites, e sim uma mistura de óleos refinados.  Menos da metade dos produtos avaliados, apenas oito, apresentam qualidade de  extravirgem. São eles: Olivas do Sul, Carrefour, Cardeal, Cocinero, Andorinha,  La Violetera, Vila Flor, Qualitá. Os outros sete (Borges, Carbonell, Beirão,  Gallo, La Espanhola, Pramesa e Serrata) são apenas virgens. Dos quatro testes  que a entidade já realizou com esse produto, este foi o com o maior número de  fraudes contra o consumidor.

As propriedades antioxidantes do azeite de oliva são o principal atrativo do  produto, devido ao efeito benéfico à saúde. Mas para que o azeite mantenha suas  características, é importante que ele não seja misturado a outras substâncias.  Os quatro produtos declassificados pela entidade são, na verdade, uma mistura de  óleos refinados, com adição de outros óleos e gorduras. Em diversos parâmetros  de análise, essas marcas apresentaram valores que não estão de acordo com a  legislação vigente. Os testes realizados indicaram que os produtos não só  apresentam falta de qualidade, como também apontaram a adição de óleos de  sementes de oleaginosas, o que caracteriza a fraude.

Outros sete não chegam a cometer fraude como esses, mas também não podem ser  vendidos como extravirgens. A entidade ressalta que o consumidor paga mais caro,  acreditando estar comprando o melhor tipo de azeite e leva para casa um produto  de qualidade inferior. Clique aqui para ler mais.

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1 Comentários

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Sandra Andreassa 15 de dezembro de 2015 - 13:36

Que horror fiquei desatualizada e acabei de comprar o azeite figueira da foz. Estou envergonhada rles até estão com embalagem diferente embalagem de vidro transparente. Estou indignada não sei se posso consumir isto pq não sei o que tem na real no vidro.

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