Dr. Marcelo Levites: o que vamos fazer com o nosso envelhecer?

Por Maya Santana

Hoje parece quase inconcebível que uma pessoa de 60 anos seja considerada idosa. São pessoas ativas, que trabalham, viajam, se exercitam, namoram e, muitas vivem de maneira independente.

Maya Santana, 50emais

Mais um artigo alertando para os cuidados que devemos ter, se quisermos desfrutar de uma velhice sem muitas chateações, sem tantos problemas de saúde. Dr. Marcelo Levistes, autor do artigo, publicado no Estadão, faz uma espécie de um pequeno guia do que devemos prestar atenção na hora de nos alimentarmos, por exemplo. São orientações úteis, quando se pensa que estamos vivendo cada vez mais. As pesquisas comprovam esse envelhecimento: Nos anos 80, alguém com 60 anos ainda ia viver mais 16 anos. Hoje, esse número aumentou para mais de 22 anos, de acordo com a ONU. Quanto mais a gente se cuidar, menos traumática será nossa velhice.

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É fato. Estamos vivendo mais. Uma recente pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU) mostrou que na década de 80, em média, uma pessoa com mais de 60 anos no Brasil viveria mais 16 anos. Atualmente, este número saltou para 22,3 anos.

Além disso, segundo a ONU, quem chegar aos 60 anos em 2.100 vai ultrapassar os 90 anos. Isso é incrível não é mesmo?

Independente das discussões previdenciárias, tão em voga atualmente em nosso noticiário, e das questões sociais, o fato é que precisamos nos alertar para este envelhecimento.

Hoje parece quase inconcebível que uma pessoa de 60 anos seja considerada idosa. São pessoas ativas, que trabalham, viajam, se exercitam, namoram e, muitas vivem de maneira independente.

Esta é a mensagem que gostaria de deixar com vocês sobre o envelhecimento: a independência. Ela pode ser mantida ou conquistada com pequenas atitudes no dia a dia.

Observe, a partir de agora, para o seu prato. Veja se há nele uma variedade de verduras, legumes e alimentos não processados e industrializados. Tem? É um bom começo. Se não tem, comece.

E adote um caderno ou uma agenda e anote nele quantos passos você está dando por dia. Você vai à padaria, ao mercado a pé ou de carro? Se vai de carro, que tal começar a ir a pé? Coloque um tênis e traga somente aquilo que seus braços consigam carregar, sem sobrecarregar.

Se você está acostumado a andar de transporte público, desça um ou dois pontos antes e vá caminhando até sua casa. Você vai descobrir coisas que nem imaginava que havia no caminho.

Você é daqueles que só procuram um médico quando realmente o calo aperta? Mude isso. Faça exames periódicos, vá ao médico e veja como está sua saúde. Isso ajudará a manter sua independência.

E a vida social como está? Você tem se relacionado mais com o sofá e a televisão do que com seus amigos e parentes? Mude isso agora. Organize um pequena recepção em sua casa. Convide os mais próximos e faça algo diferente para eles, um almoço, um jantar ou alguns petiscos, como preferir. O importante é o convívio social e as conversas. Isso também o ajuda a ser independente.

Quanto tempo faz que você não lê um bom livro? Então parta para a livraria mais próxima, escolha um título que te agrade e comece a leitura. Você vai descobrir o quanto isso é prazeroso. Vá a pé à livraria ok?


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