É a vez do Rio ver os mestres do impressionismo

Por Maya Santana

O Tocador de Pífaro, de Édouard Manet, 1866

A exposição sequer foi aberta, mas já tem uma lista de recordes para a cidade: foram dois anos de negociações entre o Brasil e o Museu d’Orsay, de Paris; dez meses de logística; um exército de mais de 200 profissionais, entre marceneiros, iluminadores, seguranças, despachantes, arquitetos, couriers, curadores, conservadores e transportadores; além de um mês de obras na sede do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) do Rio, a um custo total de R$ 11 milhões. Tudo isso para que o carioca possa visitar, a partir desta terça-feira, a mais importante mostra do impressionismo, que marcou e mudou a história da arte. Serão 85 obras de 47 artistas, entre eles Manet, Monet, Renoir, Degas, Lautrec, Van Gogh e Gauguin, entre outros mestres.

La Salle de Danse à Arles, Vincent Van Gogh, 1888

Depois de receber 320 mil visitantes em São Paulo, a exposição “Impressionismo: Paris e a modernidade” chegará à cidade para uma temporada de quase três meses e promete transformar essa passagem num marco histórico.

Camponesas Bretãs, de Paul Gauguin, 1894

— A mostra chega num momento em que a cidade brilha no cenário mundial de grandes eventos e comemora o destaque nas artes plásticas, por ter abrigado a exposição de maior público em todo o mundo em 2011, segundo o ranking internacional do “The Art Newspaper” — comemorou o gerente do CCBB no Rio, Marcelo Mendonça, referindo-se à exposição “O mundo mágico de Escher”, que teve um público diário de 9.700 visitantes.

Madame Darras, Pierre-Auguste Renoir , 1868

Segundo Mendonça, para evitar tumulto, os preparativos para a temporada carioca contaram até mesmo com reuniões com a Guarda Municipal e com os comandos do 5º BPM (Centro) e do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas:

— Sete salas estão reservadas para a mostra. Elas foram entregues aos responsáveis pela montagem há cerca de um mês. Para evitar excesso de visitantes, o que poderia prejudicar a aclimatação, vamos limitar o número a cerca de 400 por vez. Também vamos abrir o portão lateral da Rua Primeiro de Março, para facilitar o acesso ao saguão da exposição e evitar tumulto na área do restaurante — informou o gerente. Leia mais em www.oglobo.com.br


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