E o vento levou faz 75 anos e retorna aos cinemas

Por Maya Santana
Scarlett (Vivien Leigh) e Rhett Buttler (Clarrk Gable), no filme de 1939

Scarlett (Vivien Leigh) e Rhett Buttler (Clarrk Gable), no filme de 1939

Quando a gente lê sobre “E o vento levou”, fica admirada com o sucesso do filme, lançado em 1939: levou 10 estatuetas do Oscar. É apontado como o mais rentável da história do cinema, com nove relançamentos. Trata-se de um drama épico contando a vida de Scarlet O’Hara (vivida magistralmente por Vivien Leigh), seus amores e desilusões, tendo a Guerra Civil Americana, ou Guerra de Secessão (1861/1865), como pano de fundo.

Leia o artigo publicado pelo Uol:

Os fãs americanos de “E o Vento Levou” poderão apreciar novamente o filme, vencedor do Oscar, nas comemorações de 75 anos de seu lançamento, com exibições especiais nas salas de cinema dos Estados Unidos. Nos dias 28 de setembro e 1 de outubro, quase 650 salas de cinema do país exibirão o filme em seu formato original, com uma apresentação especial por iniciativa do canal Turner Classic Movies (TCM), que preparou para a ocasião um DVD/Blu Ray especial de aniversário.

O filme de 224 minutos de duração, adaptação do livro de mesmo nome de Margaret Mitchell, vencedor do prêmio Pulitzer, foi exibido pela primeira vez na cidade de Atlanta (Geórgia) em 15 de dezembro de 1939 e, desde então, foram nove relançamentos. A história de Scarlett O’Hara durante a conturbada Guerra de Secessão recebeu 10 estatuetas do Oscar, incluindo o primeiro prêmio da Academia para uma mulher afro-americana, Hattie McDaniel, vencedora na categoria atriz coadjuvante pelo papel da empregada Mammy.

Vivien Leigh faria 101 anos em novembro

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Segundo o site especializado Box Office Mojo, “E o Vento Levou” ostenta o recorde de filme mais rentável de todos os tempos, com 1,6 bilhão de dólares (reajustados de acordo com a inflação), à frente de “Star Wars”, que arrecadou 1,45 bilhão de dólares.

Associado ao TCM, o Harry Ransom Center da Universidade do Texas, em Austin, abriga os arquivos do produtor da MGM, David O. Selznick, apresenta até 4 de janeiro de 2015 uma exposição sobre a história do filme. O vestido confeccionado com uma cortina verde de Scarlett e o vestido vermelho que ela usa no aniversário de Melanie estão entre os destaques da mostra.

A exposição conta ainda com páginas do roteiro, que mostram que a famosa resposta final de Rhett Butler – “Frankly, my dear, I don’t give a damn” (“Francamente, minha querida, eu não dou a mínima”) – quase foi alterada pela frase “Eu não me importo”.

A exposição recorda que Talullah Bankhead, Paulette Goddard, Susan Hayward, Lana Turner e Jean Arthur estavam entre as estrelas da época que fizeram testes para o papel de Scarlett, que finalmente acabou com Vivien Leigh.

Cadiz, em Ohio, cidade natal de Clark Gable, que teve a casa transformada em museu, e a localidade vizinha de New Philadelphia, também celebrarão o aniversário na próxima semana com uma exibição do filme e o leilão de objetos relacionados com o longa-metragem.


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1 Comentários

Nenez 28 de setembro de 2014 - 11:16

Talvez pela idade que tinha, nunca vi nada tão lindo! Me emociono até hoje!

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