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É preciso que o próprio velho se liberte do preconceito antes da sociedade

É o que diz a historiadora Mary Del Priore, autora de  "Uma história da velhice no Brasil", livro que acaba de ser lançado

08/07/2025
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Mary Del Priore: “A velhice está no olhar da juventude. Ela é que determina quem ou o que é velho ou não”. Foto: Divulgação

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Um ótimo artigo sobre o envelhecimento da população brasileira, um assunto que vai ganhando cada vez mais espaço na midia, uma vez que, como revelou o Censo Populacional de 2022, o Brasil envelhece rapidamente e já em 2070 terá mais habitantes acima dos 60 anos do que jovens.

Uma das entrevistadas é a historiadora Mary Del Priory, que acaba de lançar o livro Uma História da Velhice no Brasil. Ela fala dos desafios que o país tem pela frente com o avanço da idade da população.

Mas lembra que, mais do que saúde e disposição é preciso que as pessoas mais velhas se aceitem. “É preciso que o próprio velho ou velha se liberte do preconceito antes de todos os demais membros da sociedade”, diz ela;  Mas como? A historiadora dá a receita:

“Assumindo a idade, vivendo aquilo que é possível realizar nos limites de seu físico, espírito e mente, buscando se organizar para o fim da vida, sobretudo para não pesar sobre a família.”

Leia o artigo completo de Edison Veiga do site dw.com:

A funcionária pública aposentada Maria Aparecida Mendonça Leite tem 88 anos, e só passou a se sentir idosa mesmo depois dos 70: “Minha vida é ocupada. Não tenho tempo de ficar muito à toa, não.” Divorciada, mãe de três filhos, avó de seis netos e bisavó de três bisnetos, ela mora sozinha em seu apartamento em Belo Horizonte. “Gosto assim. Sou muito independente, sempre fui”, explica.

Leite é um bom retrato da mudança do perfil do idoso. Com o envelhecimento da população e a melhoria da qualidade de vida, cada vez mais pessoas acima de 60 anos – quando se é classificado como idoso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) – têm mantido um dia a dia ativo e saudável.

Contudo é consenso entre especialistas que, mais do que saúde e disposição, é essencial autoaceitação para encarar essa fase da vida de um modo proveitoso. “É preciso que o próprio velho ou velha se liberte do preconceito antes de todos os demais membros da sociedade”, diz a historiadora Mary Del Priore, que acaba de lançar o livro Uma história da velhice no Brasil.

“Como? Assumindo a idade, vivendo aquilo que é possível realizar nos limites de seu físico, espírito e mente, buscando se organizar para o fim da vida, sobretudo para não pesar sobre a família.”

“Brasil ficou velho antes de ficar rico”

Segundo dados divulgados em 2024 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de idosos no Brasil quase duplicou nas últimas duas décadas, saltando de 8,7% para 15,6% do total da população, e em 2070 quase 38% dos brasileiros deverão ter mais de 60 anos. A exemplo do que já ocorre em países desenvolvidos, a pirâmide etária brasileira está em a caminho de se inverter.

O problema, como já alertou o sociólogo José Pastore, professor na Universidade de São Paulo (USP), “o Brasil ficou velho antes de ficar rico”. Priore detalha: “Os governos terão de fazer malabarismos para continuar a pagar aposentadorias, prover o SUS de recursos e formar especialistas em gerontologia, disciplina com pouco mais de 100 anos de existência que estuda a velhice como um desdobramento de doenças capazes, não de ser curadas, mas aliviadas.”

Leia também: Envelhecimento populacional do país só começou a ser estudado na década de 1970

Enquanto isso não ocorre, ela concorda, o idoso brasileiro em geral só consegue qualidade de vida se for de classe social mais abastada. Na assim chamada terceira idade, o muro que separa ricos da imensa população mais pobre parece ainda maior e praticamente intransponível.

Aposentadoria “já nasceu desigual” no Brasil

De forma geral, ver o idoso como cidadão é uma conquista recente. A ideia de aposentadoria, por exemplo, começou a aparecer de forma estruturada na França de Luís 14 (1638-1715), com a criação das “caixas dos inválidos” para beneficiar marinheiros e soldados com uma pensão pós-frentes de combate.

São nove irmãos. Todos acima dos 60 anos. Eles optaram por envelhecer juntos, Foto: Reprodução/Internet

A historiadora conta que, no território brasileiro, o monarca João 6º (1767-1826) introduziu modelo semelhante para os militares que acompanharam a família real na fuga de Portugal para o Rio de Janeiro, em 1808. Por volta da metade do século 19 as “caixas de seguros mútuos”, uma forma de aposentadoria privada, passaram a se multiplicar pelo Brasil.

Por que envelhecemos e quantos anos podemos viver?

A previdência pública só foi criada em 1888, mas de forma excludente: só tinham direito funcionários de setores do império considerados importantes. A Lei Eloy Chaves, de 1923, que garantia aos ferroviários o pagamento mensal na velhice, é considerada a origem da previdência social no país.

Ela deve esse nome ao deputado federal Eloy Chaves (1875-1964), que a propôs. “Foram os ferroviários que obrigaram o governo brasileiro a pensar em aposentadoria. Eles eram os responsáveis pelo escoamento da riqueza do país aos portos do litoral”, contextualiza Priore.

A socióloga Natalia Negretti, que estudou os idosos em seu doutorado defendido na Universidade Estadual de Campinas, lembra que a aposentadoria no Brasil “já nasceu desigual”, não só porque privilegiava grupos distintos, como também porque partia do princípio de que só quem havia tido trabalho era merecedor de tal benefício.

Leia também: O hospital das despedidas, onde os pacientes vão para morrer com dignidade

Para ela, os dois marcos de inserção do idoso como cidadão pleno no país são a Constituição de 1988, “quando a questão da velhice, assim como outras questões que não vinham recebendo atenção, ganha força”, e a promulgação do Estatuto do Idoso, lei de 2003 que regula os direitos dos brasileiros com mais de 60 anos.

Juventude: de valor social a imperativo

Além da sobrevivência digna, há ainda os desafios no dia a dia. Leite se sente privilegiada pela vida ativa e independente, faz pilates e ginástica, lê muito, viaja e participa de um grupo espiritualista. Mas há alguns anos parou de dirigir na estrada, por exemplo: “Sinto que, com o passar do tempo, vou tendo limitações.”

Barreiras sociais e culturais também vão se impondo. Com o envelhecimento da população, fica mais visível, por exemplo, o etarismo, o preconceito contra os mais idosos – um fator que provoca isolamento social no segmento.

“Ainda não se inverteu a pirâmide [etária], mas estamos caminhando para ser uma população predominantemente mais madura”, pontua a psicóloga e socióloga Gisela Grangeiro da Silva Castro, professora na Escola Superior de Propaganda e Marketing. “Precisamos entender o envelhecimento também como cultural. Ainda temos uma ideia muito preconceituosa sobre envelhecer, com verdadeira obsessão pela juventude, que deixou de ser um valor social para ser um imperativo social.”

A discussão passa por estereótipos que vão desde taxar o idoso como incapaz para determinadas tarefas ou para compreender algo, a até mesmo rotular aparências como se houvesse um vestuário “de velho”, um gosto “de velho”, um estilo “de velho” ou mesmo hábitos “de velho”. Para Castro, isso é resultado de uma sociedade “jovencêntrica”.

Leia também: São nove irmãos. Todos acima dos 60 anos. Eles optaram por envelhecer juntos

Outra consequência do etarismo é a invisibilização do idoso, ainda que o segmento ganhe cada vez mais peso demográfico e importância para o mercado de consumo. Nesse sentido, a psicóloga ressalta que seria preciso pensar em maneiras de melhorar a inserção do idoso, considerando as limitações naturais da idade. Um exemplo seria melhorar a acessibilidade de equipamentos como caixas eletrônicos de bancos ou mesmo aplicativos de celular.

“A velhice está no olhar da juventude. Ela é que determina quem ou o que é velho ou não”, comenta a historiadora Mary Del Priore.

 

 

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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