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A 1ª mulher a presidir o banco central americano

Por Maya Santana

Novaiorquina, 67 anos, Janet Yellen vai presidir o banco central mais importante do planeta

Novaiorquina, 67 anos, Janet Yellen presidirá o banco mais importante do mundo

Em menos de três meses, a partir de janeiro do ano que vem, Janet Yellen, 67 anos, nascida no bairro do Brooklyn, em Nova York, se tornará, possivelmente, a mulher mais poderosa do mundo, ao assumir a presidência do banco central americano, Fed. Janet faz história não só por ser a primeira mulher a chegar ao cargo, mas também por ser, nas palavras de um assessor da Casa Branca: “Um dos candidatos mais qualificados, se não o mais qualificado da história, para esta posição, com base em sua experiência e credenciais”.

Leia o artigo publicado pela BBC Brasil:

Trabalhadores nos EUA costumam se aposentar, em média, aos 61 anos. Com 67 anos de idade, Janet Yellen parece estar apenas chegando ao seu ápice. Ela foi nomeada na semana passada presidente do Fed, o Banco Central americano. Há três anos ela é a segunda principal executiva do órgão, atrás de Ben Bernanke, que deixará o cargo em janeiro após ocupá-lo por oito anos. Agora, passado um prolongado processo de nomeação, Yellen, se confirmada no cargo pelo Senado dos EUA, será a primeira mulher no topo do comando da economia mundial.

Nascida em 1946 no Brooklyn, em Nova York, filha de um médico e uma professora, ela estudou economia na Universidade Brown. Seu primeiro emprego foi em Harvard, em 1971, como professora-assistente, quando deu aula para Larry Summers, que viraria secretário do Tesouro no governo de Bill Clinton e que foi cotado, agora, para a presidência do Fed. Porém, ele sofreu oposição de democratas liberais e retirou sua candidatura.

Em seu primeiro período trabalhando no Fed, Yellen não apenas conquistou experiência no Banco Central mais influente do mundo como também conheceu ali seu marido, o economista George Akerlof, em 1977.  Um ano depois, eles se casaram, se demitiram de seus cargos no banco e se tornaram professores da London School of Economics, na Grã-Bretanha. O lorde Desai, professor emérito de economia da LSE, diz que o casal teve impacto significativo nos alunos e no corpo docente. “Akerlof é um gênio, um economista de mente aberta. E Janet é uma pessoa séria e economista muito boa. Mas acho que na época ela era subvalorizada, sendo ‘apenas’ a esposa de Akerlof.” Clique aqui para ler mais.

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