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Ela se alfabetizou depois dos 75 anos. Aos 90, está lançando um livro sobre sua luta

Adélia Domingues(E) começou a trabalhar aos 5 anos, na lavoura ou limpando a casa da patroa. "Não existia pagamento: a gente dava a mão de obra em troca do que comer e onde dormir"

22/07/2025
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Adélia Domingues Garcia da Silva (à esquerda) com a irmã gêmea, Zélia — Foto: Polo da EJA NETI-Unapi/Divulgação

 

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Esta é uma história linda, que dá ânimo e ajuda a inspirar muita gente. Negra, Adélia Domingues nasceu na pobreza no Rio Grande do Sul. Teve que começar a trabalhar com cinco anos de idade e nunca viu um tostão “da patroa”. A labuta de tantas horas diárias dava direito apenas a cama e comida.

Assim, cresceu trabalhando muito, longe da escola. “Na infância, eu até aprendi a escrever meu nome, mas depois esqueci. Nunca me conformei com isso.”

O tempo passou, mas ela não desistiu. “Aos 75 anos me matriculei na EJA (Educação de Jovens e Adultos). Incentivei também que a minha irmã gêmea, Zélia, seguisse o mesmo caminho. E assim ela o fez. Foi uma emoção muito grande. Aprendi a ler e a escrever graças à paciência das professoras e todo mundo da escola.”

Agora, aos 90, realiza um grande sonho: vai lançar o livro “Construída em retalhos”, contando a sua história – história de uma vencedora.

Leia o depoimento que Adélia Domingues deu à repórter Pâmela Dia, de O Globo:

Costumo dizer que sou construída em retalhos. Comecei a trabalhar aos 5 anos, ora na lavoura, ora limpando a casa da senhora, que era a patroa, lá em Pinheiro Machado (RS). Naquela época, não existia pagamento: a gente dava a mão de obra em troca de ter o que comer e onde dormir. Lembro que a escola mais próxima ficava a duas horas da fazenda.

Quando não era época de colheita e dava para ir às aulas, meu pai revezava e me colocava, com outros dois irmãos, em cima de um cavalo estrada afora. Eu até aprendi a escrever meu nome, mas depois esqueci. Nunca me conformei com isso.

m 1935, ano em que nasci, as mães tinham muitos filhos. Tive 12 irmãos e aprendemos desde cedo que teríamos que trabalhar para sobreviver. Era tipo escravidão. Eu sou neta de escravizados, e o meu pai nasceu em uma senzala. Ele contava que a minha avó passava o dia inteiro na Casa Grande e quase não tinha tempo de alimentá-lo. Então, ele mamava no peito da cachorrinha que havia dado cria quando tinha fome.

Sonhos adormecidos

Mas, olhando bem, a minha vida foi boa. Eu pelo menos pude andar livre pelas ruas. Tinha os meus amigos e irmãos. Havia um tempo para brincar no fim da tarde, não existia tanta maldade e um cuidava do outro. Às vezes, a gente via os filhos da patroa estudando, mas ela fazia questão de dizer que a gente era serviçal. Eles lá e a gente cá. Não lembro se ficava triste. Essa era a vida que conhecia, o que restava era aceitar e sorrir.

Consegui levar os estudos até os 12 anos, idade em que as meninas já sabiam limpar e lavar melhor. Daí em diante, minha vida foi essa. Aos 18 eu me casei pela primeira vez e nos mudamos para Pelotas (RS) em busca de melhores oportunidades de trabalho. Tive filhos e aí revivi um ciclo, desta vez no papel de mãe.

A gente tinha conseguido um lugar para morar, o meu marido trabalhava como porteiro e eu me desdobrava noite e dia em três empregos. A regra para as crianças era que os mais velhos cuidassem dos mais novos, mas nunca os tirei da escola.

Quando eu era mais nova sonhava ser advogada para entender as leis. São tantos direitos que a gente tem e sequer conhece… Mas depois me vinha à mente que gostaria de trabalhar em uma ouvidoria para escutar a história e o problema das pessoas. Até hoje, esse é o departamento que a gente liga e ninguém atende, ninguém resolve. Eu ia dar um jeito de ajudar.

O problema é que eu não tinha tempo para sonhar. Depois que fiquei viúva, trabalhava na faxina de manhã, à tarde limpava uma escola e depois desembocava em outro turno como faxineira. Chegava em casa às 23h, cansada, e ainda tinha que cuidar dos filhos, porque essa responsabilidade era da mulher. Quase sempre, ainda arrumava tempo para fazer os meus fuxicos (artesanato com retalhos) e vender na feira aos finais de semana. Apesar de também ser um trabalho, costurar era terapia.

Vivi essa vida nada fácil até perto de me aposentar, aos 60 anos, momento em que decidi me mudar para Florianópolis, já no segundo casamento. Sofri muita discriminação por ser uma mulher negra em um lugar onde tem muitos alemães. Mas meus filhos já estavam criados e com estudo, então o preconceito já não me abalava tanto. Hoje tenho filhos que trabalham como agentes de saúde e me orgulho disso. E eles também têm muito orgulho de mim. Da minha maneira, sou feliz por ter os meus 11 filhos — nove ainda vivos —, 30 netos, 25 bisnetos e dois tataranetos. Todo mundo é gente boa, todo mundo trabalha e diz que eu sou a rainha deles.

E eu até já fui rainha mesmo. Fui eleita Miss Terceira Idade de Florianópolis anos atrás. Depois que cheguei aqui comecei a fazer muitas das coisas que eu sempre quis e nunca pude. Estudar foi uma delas. Conheci a Educação de Jovens e Adultos (EJA) por meio de uma amiga, após contar sobre o meu desejo de escrever um livro sobre a minha vida.

Recomeços

Aos 75 anos me matriculei na EJA. Incentivei também que a minha irmã gêmea, Zélia, seguisse o mesmo caminho. E assim ela o fez. Foi uma emoção muito grande. Aprendi a ler e a escrever graças à paciência das professoras e todo mundo da escola. O amor por elas é tanto que eu me formei no ensino fundamental e ainda continuo vindo aqui três vezes na semana para manter a rotina de estudos.

Dois anos depois de ter começado o meu processo de alfabetização, concluído no ano passado, durante uma das aulas a professora leu um trecho do livro da Carolina Maria de Jesus, uma mulher negra, pobre, que lutava para sobreviver na periferia de São Paulo. Mesmo na dificuldade, dava um jeito de escrever em seu diário, o que a fez se tornar uma das grandes escritoras do nosso país.
Leia também: Envelhecimento: um olhar amoroso para o futuro que já chegou

Ela foi a minha inspiração na escrita da minha obra “Construída em retalhos”, prevista para ser lançada no final deste mês. Eu ainda tenho muita dificuldade com a escrita, uma espécie de bloqueio. Mas para conseguir concluir eu primeiro anotei algumas coisas em um caderninho e depois as professoras me ajudaram a digitar no computador.

O livro será o meu grande presente de 90 anos, que serão completados no próximo dia 30. Estou feliz, mas não sei se tão animada para fazer aniversário. Depois que a gente envelhece, as pessoas passam a te achar incapaz. Só de pensar em não poder ir mais nos passeios da terceira idade por não ter um acompanhante disponível no horário me dá tristeza. Confesso que a minha cabeça já está dando uma esquecidinha das coisas, sim, o corpo fica mais fraco, mas eu ainda sou uma velhinha ativa. Já fiz um filme, faço teatro e ginástica, e ainda dou aulas de fuxico.

Leia também: Eles passaram dos 60 e continuam fazendo e acontecendo

O meu livro tem uma razão para existir: nunca pensei que viveria e superaria tantos obstáculos. Quero deixar eternizada as minhas lutas e a história de como foi e é ser Adélia Domingues Garcia da Silva.

Leia também: Nunca diga ou pense que está velho(a) demais para aprender alguma coisa

 

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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