Eliane Giardini: o que é ser mulher na terceira idade

Por Maya Santana
Eliane Giardini posa no hotel La Suite, na Zona Sul do Rio: linda e de bem com a vida (Fotos: Marcos Serra Lima/EGO)

Eliane Giardini posa no hotel La Suite, na Zona Sul do Rio: linda e de bem com a vida (Fotos: Marcos Serra Lima/EGO)

Aos 60 anos, Eliane Giardini, a Ordália de “Amor à vida”, é o ícone de muitas mulheres: bem-sucedida na carreira, sabe lidar bem com a idade – sem perder beleza e sensualidade para o tempo -, e ainda carrega aquele ar desencanado de quem já aprendeu a se estressar só com o que é importante.

É assim na hora de falar que nunca se achou bonita ou sensual, e contar como se surpreendeu ao ter que emprestar esse lado para personagens como a Muricy, de “Avenida Brasil”, ou a Dona Patroa, de “Renascer”, entre outros. Ou na hora de assumir que, quando precisou, fez plástica, sim. Mas hoje prefere o pilates, a dieta e a análise, já que, segundo ela, gente bonita é gente com cabeça boa.

Foi nesse clima descontraído que a atriz falou, no charmoso   hotel La Suite, na Zona Sul do Rio de Janeiro, sobre o que é ser mulher na terceira idade em pleno século XXI:

"Não faço botoz porque acho que engessa muito"

“Não faço botoz porque acho que engessa muito”

Você acabou de sair de “Avenida Brasil” e já está em “Amor à vida”. Emendar um personagem no outro não cansa? Demorei a começar na TV. Tenho só 20 anos de carreira no veículo. Se for pensar bem, é pouco. Então, tenho uma fome, uma gana de fazer, e não consigo resistir porque os personagens são sempre bons. Não sabia que iria fazer “Amor à vida”. Terminei “Avenida Brasil” e ia dar uma descansada para depois engrenar “Joia Rara”, que é a próxima novela das seis. Nem deu tempo, mas isso não me cansa. Estar fazendo o que quer, o que gosta, mantém a gente viva.

A idade traz medo de perder bons papéis?
Não sei o que é esse medo porque nunca tive essa vivência. Nunca fui mocinha, protagonista. Comecei na TV aos 40 e estou com 60 anos. Comecei com bons papéis coadjuvantes e é isso que acho que estaria fazendo se tivesse começado com 20 anos. Acho também que com a idade os papéis bons diminuem, mas os bons atores também (risos). Leia mais em globo.com.br

Veja a atuação da atriz neste capítulo de “A casa das sete mulheres”, mini-série apresentada pela Globo:


CONTEÚDO PUBLICITÁRIO

Notícias Relacionadas

Deixe um comentário





Utilizamos cookies essenciais de acordo com a nossa Política de Privacidade e ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Aceitar Leia mais