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Elvis Presley, eterno ídolo, faria 80 anos nesta 5ª

Por Maya Santana

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A história trágica de Elvis Presley, o eterno ídolo, morto aos 42 anos, em agosto de 1977, está sendo relembrada no mundo inteiro a propósito do aniversário do Rei do Rock, que completaria 80 anos nesta quinta-feira, 8 de janeiro. É impressionante como a memória do astro do rebolado continua sendo cultuada. Calcula-se que ele tenha vendido um bilhão de discos. Foi o maior ganhador de discos de ouro e de platina de todos os tempos. Mesmo depois de morto há tanto tempo – 37 anos -, Elvis é um fenômeno.

Leia o artigo de Carlos Albuquerque e Michelle Miranda, publicado por O Globo:

Para quem desejava apenas se tornar um motorista de caminhão, Elvis Aaron Presley pegou uma estrada que o levou muito além da sua imaginação. Do primeiro compacto, com as músicas “My happiness” e “That’s when your heartaches begin”, gravado em 1953 como um presente para a mãe, Gladys, ao último concerto, na cidade de Indianápolis, nos EUA, em 1977, já fora de forma e distante das rotas do sucesso, a errática trajetória do cantor — que completaria 80 anos amanhã — reflete todas as nuances do sonho americano.

Mesmo tendo começado a gravar numa época em que a aferição de vendas era nebulosa, estima-se que a extensa discografia do astro — que estonteou o mundo com seus rebolados e sua incendiária mistura de country e rhythm and blues, em mais de 90 discos — tenha vendido cerca de 1 bilhão de cópias, o que o torna o maior arrecadador de discos de ouro e platina de todos os tempos: são 110 ao todo. Independentemente de sua obra soar menos atual do que a de outros ícones, como os Beatles e Bob Marley, os números continuam a crescer na era digital, dos downloads e dos sites de streaming.

— Não é possível explicar por que Elvis virou um ídolo, trata-se de carisma. As pessoas gostaram dele mesmo antes de ver seu rosto, ainda na Era do Rádio. É curioso notar como hoje a imagem dele se desprendeu de sua arte, com tantos fãs cultuando sua figura sem nem mesmo conhecer muito de sua música — comenta Peter Guralnick, autor das biografias “Last train to Memphis: The rise of Elvis Presley” (1994) e “Careless love: The unmaking of Elvis Presley” (1999), não lançadas no Brasil.

O contínuo interesse pela figura de Elvis — o cantor, a estrela de cinema, o mitológico Rei do Rock — reflete-se na imponente mostra “Elvis at the O2 — The exhibition of his life”. Aberta no mês passado, em Londres, ela é a maior exposição de objetos pessoais de Elvis na Europa — onde o cantor nunca se apresentou, já que limitou seus shows à América do Norte. Estão lá mais de 300 artefatos, vindos do arquivo do mito, em Graceland. Alguns deles, como uma carteira com fotos da filha, Lisa Marie Presley, o conversível vermelho do filme “Feitiço havaiano” (1961) e seu molho de chaves, nunca tinham saído dos limites de sua famosa propriedade, em Memphis, onde foi encontrado morto, em 16 de agosto de 1977, aos 42 anos.

Aclamado por John Lennon, que chegou a declarar que antes de Elvis não havia nada, e criticado após visitar o impopular presidente Richard Nixon, em 1970, apontando os Beatles como mau exemplo para a juventude, o Rei, alvo de homenagens pelo mundo, é tema também do “Arquivo N”, da GloboNews, que vai ao ar hoje, às 23h. No programa, outra majestade, Roberto Carlos, dá seu veredito: “No mundo inteiro, ninguém ocupou o lugar de Elvis. Nem naquela época nem nos dias atuais”. Clique aqui para ler mais.

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1 Comentários

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Ana 8 de janeiro de 2015 - 13:14

Elvis mexeu com minha rebeldia de adolescente. Adorava ir a bailes e dançar Tutti Frutti. No radio, quando tocavam uma música dele, eu aumentava no último volume. Além do carisma, tinha uma voz exuberante e era lindo. Uma pena que não tenha resistido ás drogas.

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