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Filmes que falam sobre o envelhecer

Por Maya Santana

Al Patino muito elogiado no papel principal do filme "O último ato"

Al Patino, 75, muito elogiado no papel principal do filme “O último ato”

Esta seleção de filmes que tratam do envelhecimento foi feita pelo site vidasimples.com.br . O primeiro da lista é o mais novo filme de Al Patino “O último ato”. O ator está sendo elogiadíssimo por sua interpretação de um veterano ator.

Leia:

O escritor Philip Roth compos uma série de livros elogiadíssimos sobre o passado não muito distante dos Estados Unidos: Pastoral Americana, Casei com um Comunista e A Marca Humana – que lançou respectivamente aos 64, 65 e 67 anos de idade. Vencedor de um Prêmio Pulitzer, ele acreditava que “a vida sem escrever não valia a pena”. Só que Roth cansou. Seus últimos trabalhos foram em tom de despedida, um prólogo do anúncio recente de sua aposentadoria – da escrita e da vida pública.

Uma das obras mais marcantes desse adeus literário é A Humilhação, que acaba de virar filme com Al Pacino – agora com o título de O Último Ato. O protagonista é um ator veterano que acha que a velhice lhe roubou o dom da interpretação. Mas seus planos de amargar uma lenta e solitária decadência são atrapalhados por Pegeen (Greta Gerwig), a filha de amigos dele – que reacende uma paixão de infância pelo velho ator.

O inesquecível "Era uma vez em Tóquio"

O inesquecível “Era uma vez em Tóquio”

Clássicos

Até o mais durão dos lutadores de MMA é capaz de derramar uma lágrima diante do drama “Era uma vez em Tóquio” (1953), do mestre japonês Yosujiro Ozu. Um adorável casal de idosos viaja a Tóquio para visitar os filhos – que estão sempre atarefados para dar atenção a eles. Mas, à indiferença e ao egoísmo, os mais velhos respondem com uma lição de paciência e sabedoria.

Como lidar com o Alzheimer do amor de sua vida? Enquanto Fiona (Julie Christie) vai perdendo o contato com a realidade, seu marido tem de reaprender como se aproximar da companheira de tantas décadas – agora, uma mulher que mal o reconhece. O filme de Sarah Polley, “Longe Dela” (2006), fala de perda, de adaptação e do amor que, muitas vezes, nada pede em troca.

A rotina de um casal de professores de música se modifica quando Anne sofre um derrame e fica entregue aos cuidados do marido. O filme de Michael Haneke, “Amor” (2012), mostra a degradação e a entrega desses dois octogenários – que não fingem ignorar o que estão vivendo. E extrai poesia justamente do que é levar esse amor às últimas consequências.

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1 Comentários

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Cristina dos Santos Figueiredo 22 de abril de 2016 - 10:24

Deveria incluir o “Exótico Hotel Marigold” é fantástico.

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