fbpx

George Clooney, caiu o mito?

Por Maya Santana

[tribulant_slideshow gallery_id=”51″]
12 imagens – a maioria do casamento do astro em setembro do ano passado

Veja se você concorda com este artigo, escrito por Elvira Lindo para o El País, sobre o comportamento do ator George clooney desde aquele casamento espalhafatoso em Veneza, na Itália, em setembro do ano passado. Segundo o artigo, o elegante ator, que completará 54 anos em maio, renunciou à condição de solteiro mais cobiçado da cena e de homem discreto. Agora, comporta-se como um exibicionista. Na minha opinião, ele está apenas apaixonado.

Leia o artigo:

Aparentemente, há uma parte não desprezível desse setor da população dedicado à criação de mitos que tem visto como o homem de sobrancelha grossa e sorriso irônico caiu do altar onde o haviam colocado. Não é o meu caso. Tenho um receio sem justificativa de pessoas que são admiradas por todo mundo, e em particular desse tipo de bonachão a quem sempre são dirigidas as piadas bem intencionadas das cerimônias de gala do Oscar ou do Globo de Ouro. Maldade sem sangue sobre sua solteirice e atratividade. Enquanto outros atores precisam aguentar o mau gosto dos apresentadores destes eventos, Clooney sempre recebeu a pincelada irônica sobre sua resistência a se casar ou sobre a quantidade de mulheres que desejavam retirá-lo de uma solidão a qual se aferrava como um cafajeste, sim, e como homem.

Acabou o encanto que fazia de George o galã mais bem tratado de Hollywood? Pode ser, e em parte ele é o responsável pelo fim do veto às críticas mordazes. No último ano, optou por uma das maiores tentações que a fama reserva: o exibicionismo. É, sem dúvida, a tentação mais perigosa. Quando se cede a ela, não há volta atrás. A exibição da riqueza, do amor, da felicidade, da suposta elegância, da perfeição, da pose impecável. Todos esses elementos, que poderiam ser benéficos separados, formam um conglomerado explosivo quando se unem, que pode ser resumido em uma única palavra: cafonice.

Seu casamento com a advogada anglo-libanesa especialista qm direitos humanos Amal Alamuddin foi cafona . Foi cafona que a cidade de Veneza (“a cidade dos canais”, para continuar com o universo kitsch) tenha sido tomada de assalto por um casamento durante quatro dias, que algumas ruas tenham sido fechadas aos pedestres, que tenham acrescentado antiguidades às que já existiam no hotel em que se hospedaram, que as despedidas de solteiro dos noivos tenham sido divulgadas publicamente, com seus respectivos menus, que convidados como Anna Wintour, o onipresente Bono, Cindy Crawford e Lana del Rey tenham acenado de suas correspondentes balsas, que os noivos tenham chegado ao hotel em uma lancha chamada Amore, que tenham posado com a mesma linguagem corporal de Ken e Barbie, que tudo respirasse a dinheiro, dinheiro e um luxo nada discreto, nada sofisticado, dinheiro bruto que, paradoxalmente, exalava um romantismo barato. Clique aqui para ler mais.

Notícias Relacionadas

Deixe um comentário

onze − onze =