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Dona de 1,2 bilhão de dólares, ela quer deixar tudo para caridade

Por Maya Santana
Lia Maria Aguiar, herdeira do Bradesco: "Esse grande contraste na nossa sociedade sempre me incomodou":

Lia Maria Aguiar, herdeira do Bradesco: “Esse grande contraste na nossa sociedade sempre me incomodou”:

Já publiquei uma artigo aqui sobre Lia Maria Aguiar, uma das herdeiras do Bradesco. Recebi inúmeros comentários de pessoas que queriam entrar em contato com ela, para pedir ajuda. Mas ela pretende deixar toda a sua fortuna para a fundação que criou. Sem filhos, a bilionária de 77 anos estipulou em seu testamento que os cerca de US$ 1,2 bilhão (R$ 4,5 bilhões) em ações que possui do banco e da holding Bradespar, uma das controladoras da mineradora Vale, serão inteiramente transferidos após sua morte para a fundação beneficente, em Campos do Jordão. Lia é uma das três filhas adotivas de Amador Aguiar, fundador do Bradesco, falecido em 1991.

Leia o artigo de Bruno Astuto, da Época:

Herdeira do Bradesco, Lia Maria Aguiar, de 77 anos, não quer saber do mundo financeiro. Todas as atenções dela estão voltadas para a fundação beneficente que leva seu nome, criada por ela há 8 anos, que atende crianças carentes em Campos do Jordão, onde mora. “Eu queria ajudar as crianças de alguma forma. Quando vim morar aqui, éramos bem pequenos. Hoje, atendemos cerca de 400 crianças”, diz ela, que segundo a revista Forbes tem fortuna avaliada em US$ 1,2 bilhão — a publicação a coloca na 43ª posição na lista dos mais ricos do Brasil. “Esse grande contraste na nossa sociedade sempre me incomodou”, afirma a bilionária.

Alheia ao mundo dos negócios, entre seus maiores orgulhos estão dois de seus alunos, Ianca Tomaz Pereira, de 18 anos e Vinícius Roberto Lima da Silva, de 19 anos — eles estão em Berlim participando da Olimpíada de dança Tanzolymp. que reúne bailarinos do mundo todo, concorrendo a bolsas de estudos. Ano passado, um diretor da competição alemã esteve no Brasil como olheiro e se impressionou com a dupla atendida na fundação. “A culpa da crise, até certo ponto, está na falta de educação. Ela é a base, é o que falta no Brasil e, enquanto a educação não for prioridade, não mudaremos. É um trabalho a longo prazo e, só depois dele, sairemos dessa crise”.

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