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Hoje é um dia para homenagear Nat King Cole

Por Maya Santana

Uma das lendas da música americana, ele morreu aos 46 anos

Uma das lendas da música americana, ele morreu aos 46 anos


Um dos grandes cantores americanos de jazz, Nat King Cole lutou a vida inteira contra dois inimigos: o cigarro e o racismo. Em 1956 foi atacado no palco durante um show na cidade de Birmingham, no estado do Alabama, enquanto cantava, por três membros de uma organização integrada por brancos. Cole foi derrubado e machucou as costas. Em 1948, comprou uma casa em um condomínio só de brancos nos arredores de Los Angeles. A KKK, outra organização racista branca, ateou fogo em uma cruz em frente à sua casa. O conselho do condomínio disse-lhe que não queriam indesejáveis mudando-se para lá. Ele concordou e disse “Eu também não, se eu vir alguém indesejável mudando-se, serei o primeiro a reclamar”. Se enfrentou e acabou vencendo o racismo o mesmo não aconteceu com o cigarro. Fumava três maços por dia. Contraiu um câncer de pulmão e morreu aos 46 anos de idade.

Leia mais sobre Nat King Cole:

Nat King Cole, 46 anos, morreu em um hospital de Hollywood, Estados Unidos, de câncer de pulmão, depois de cantar durante vinte e nove anos nas principais cidades do mundo, interpretando canções de jazz como Saint Louis Blues, Too Young, Fascination, Unforgetable e Bailerina.

A doença que o levou à morte foi diagnosticada um ano antes, quando sentia dificuldades para respirar. Nat precisou tirar um dos pulmões e, pouco antes de falecer, não tinha fôlego nem mais para falar. Mesmo depois da cirurgia, Nat não parou de fumar – o cantor tinha hábito de consumir cerca de três maços de cigarro por dia. A viúva Maria Cole disse que o marido morreu sem sentir, apenas com um olhar de tristeza. “É nessas ocasiões que uma mulher tem que ser forte e ter coragem. Com certeza Nat consolou-se nisso antes que tudo acabasse”, declarou à imprensa um dia após a morte do cantor.

Em 1959, Nat King Cole passou pelo Rio de Janeiro, ocasião em que se apresentou no Maracanazinho, em um show que lotou o estádio, sendo a maior consagração feita no Brasil a um cantor norte-americano até então.

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