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Idosos estão entre os mais afetados pelo horário de verão

Por Maya Santana

O novo horário  vigorará nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste

O novo horário vigorará nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste

À zero hora deste domingo , os relógios deverão ser adiantados em 1 hora em 10 estados brasileiros e no Distrito Federal, por causa do horário de verão, que só terminará no terceiro domingo de fevereiro, dia 21, de 2016. O novo horário  vigorará nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos etados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

Segundo o Dr. Antônio Carlos Scudeller, endocrinologista, os idosos e as crianças são os que mais sofrem com essa mudança. A mudança do ritmo de sono que ocasiona irritabilidade durante o dia, mudança de comportamento alimentar, sonolência no horário de produtividade e falta de sono no horário em que deveriam dormir. As orientações são: manter ritmo alimentar regular e se organizar para dormir oito horas por dia.

Se não houver adaptações para a mudança de horário, algumas pessoas podem apresentar cansaço, fadiga e até mesmo chegar à exaustão, de acordo com o fisiologista Hildeamo Bonifácio. “Nesse quadro de exaustão, a pessoa mostra sinais parecidos com doenças, como irritabilidade, dor de cabeça, diarreia e mudanças de humor”.

Bonifácio recomenda que, na primeira semana de mudança de horário, as pessoas aumentem a ingestão de líquido e façam refeições leves. Também deve ser mantido o horário das refeições, para o cérebro se adaptar o mais rápido possível com a mudança. “Se a pessoa está acostumada a tomar café às 7h, agora vai ter que tomar no mesmo horário, mesmo que ainda não tenha tanta fome”.

A mesma tática deve ser adotada com o sono. Quem está acostumado a dormir às 22h, por exemplo, deve manter o horário, mesmo que ainda não tenha sono. “Se essas orientações não forem seguidas, é como se a pessoa estivesse em uma semana de carnaval: vai dormir tarde, acorda tarde, aí muda todo o relógio biológico”, diz o fisiologista. (Agência Brasil)

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