fbpx

Inhotim, natureza e arte num museu a céu aberto

Por Maya Santana

Mais de 300 mil pessoas visitam o museu no ano passado

Mais de 300 mil pessoas visitaram o museu no ano passado

Maya Santana

Já visitei Inhotim diversas vezes. E sempre que posso incentivo as pessoas que ainda não conhecem esse museu de arte contemporânea a céu aberto a não perderem mais tempo. Todo mundo deveria visitar esse lugar paradisíaco porque há ali a união perfeita entre natureza, a mais esplendorosa, e arte, o que há de melhor. Inhotim é um mundo realmente à parte. Uma ilha de excelência encravada no meio de Minas.

Neste domingo, o jornal Folha de São Paulo publica o artigo “Museu Inhotim, em Minas Gerais, entra no roteiro do turismo de massa”, mostrando o quanto aumentou a frequência do museu desde 2005, ano em que foi aberto. “Em nove anos, (Inhotim) deu um salto em diversidade de artistas e frequentadores. O número de pavilhões, erguidos em meio à exuberância de um jardim botânico de 110 hectares, para abrigar seu acervo permantente, aumentou de dois para 22” afirma a Folha, acrescentando: “O público cresceu cerca de 300%. Em 2008, quando o museu começou a contabilizar os visitantes, foram 121.308 pessoas. Em 2013, 332.280.”

Sonic Pavillion, de Doug Aitke - Foto: Tuca Reinés

Sonic Pavillion, de Doug Aitke – Foto: Tuca Reinés

Chama a atenção entre essas milhares de pessoas o alto percentual de estrangeiros, gente de todas as partes do mundo, que desembarca em Minas especialmente para conhecer o museu: 20% de seus frequentadores vêm de outros países. Durante a Copa do Mundo, em junho e julho, turistas de mais de 20 nações visitaram o “parque artístico” e deixaram as mais elogiosas impressões.

Confirmando o interesse cada vez maior pelo museu, a revista Marie Claire acaba de publicar uma excelente reportagem sobre a história da velha fazenda transformada pelas mãos do empresário Bernardo Paz nessa maravilha chamada Inhotim: “A história de Minas Gerais é feita de ouro, prata, minério de ferro, entre muitos outros metais abundantes nas serras do estado. Não era diferente em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte, a 40 minutos da capital. Até 2006, a rotina do município orbitava em torno das mineradoras. O horizonte da linda Serra da Moeda, onde está a cidade, contrastava com o ir e vir de caminhões carregados de um material bruto que seria lapidado nas indústrias do país. Há oito anos, quando foi aberto para o grande público, o Instituto de Arte Inhotim trouxe uma delicadeza inédita para a região.” Clique aqui para ler mais.

Arte espalhada por todo canto na imensidão verde

Arte espalhada por todo canto na imensidão verde

Informações importantes para você que quer visitar o museu mineiro:

Em Brumadinho, acesso pelo km 500 da BR-381. De terça a sexta-feira, das 9h30 às 16h30; sábado, domingo e feriado, das 9h30 às 17h30. Informações e visitas agendadas: (31) 3571-9700. Entrada franca na terça-feira. Quarta e quinta-feira: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Sexta, sábado, domingo e feriado: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Crianças até 5 anos não pagam. Assinantes do Estado de Minas têm 50% de desconto na compra de dois ingressos. Transporte interno: R$ 20.

Notícias Relacionadas

Deixe um comentário

14 − 11 =

1 Comentários

Avatar
Nenez 9 de setembro de 2014 - 13:41

Muito lindo!!!!!

Responder