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Já se passaram 33 anos da morte de John Lennon

Por Maya Santana

O ex-Beatle tinha 40 anos quando foi morto com cinco tiros na noite fria de 8 de dezembro

O ex-Beatle tinha 40 anos quando foi morto com cinco tiros na noite fria de 8 de dezembro

Este é um pequeno tributo a John Lennon, o mais interessante dos Beatles, cujo assassinato na fria noite de 8 de dezembro de 1980, em Nova York,  completa 33 anos neste domingo. Foram cinco tiros disparados que iriam causar uma das maiores tragédias da história da música. Um fã, identificado depois como Mark Chapman, matou o ex-beatle na porta de casa, o famoso edifício Dakota, bem pertinho do Central Park. O mundo custou a acreditar naquela notícia – Lennon era, para muitos, o cérebro pensante dos Beatles e, acima de tudo, o rosto mais visível de uma geração.

Ao contrário de seus contemporâneos, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Jim Morrison, John Lennon não morreu devido ao abuso de drogas, mas confirmou a “maldição dos J” no rock. John foi viciado em heroína, mas conseguiu se recuperar – se livrou das drogas, mas não escapou do fanatismo e da doença mental de Chapman. Quando morreu, aos 40 anos, ele estava limpo e havia abandonado a exposição pública, para se transformar em um homem dedicado à família.

Lennon rompeu com os Beatles em 1970 e, durante a década seguinte, desenvolveu um trabalho solo. O casamento com a artista plástica japonesa Yoko Ono marcou essa nova fase, na qual John ganhou visibilidade como ativista político, personificando o idealismo libertário dos anos 60 e 70.  Morreu de maneira estúpida, assassinado por um jovem que continua preso hoje.

Encontrei no youtube este vídeo que um fã fez para homenagear John:

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