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Laila Garin transforma 'Elis' em sucesso da estação

Por Maya Santana

Aos 35 anos, a atriz baiana, com seu vozeirão, arrasa no musical

Aos 35 anos, a atriz baiana, com seu vozeirão, arrasa no musical


Se você gosta de Elis Regina e vai ao Rio de Janeiro, não pode deixar de assistir “Elis, a Musical”, dirigido por Denis Carvalho, com a excepcional Laila Garin no papel título. Com sua voz inacreditavelmente possante e afinada, a atriz baiana, 35 anos, simplesmente arrasa. São duas horas e meia de espetáculo. Mas a gente não sente o tempo passar. Mais do que recomendado. Se puder, vá.
Leia o artigo publicado por O Globo:
Um burburinho toma conta da calçada em frente ao Shopping Leblon, e não tem nada a ver com o Natal. De quinta a domingo, o Teatro Oi Casa Grande, contíguo ao centro comercial, tem visto longas filas se formarem pelo menos uma hora antes de cada uma das cinco sessões semanais de “Elis, a musical”. Com ingressos esgotados com três semanas de antecedência, numa casa de 926 lugares, as pessoas ali torcem para que algum convidado desista à última hora, liberando uma entrada na bilheteria. Mas poucos desistem à última hora. Desde que tomou vulto o boca a boca em torno da atuação de Laila Garin no papel que dá título ao espetáculo, pode-se dividir os frequentadores de teatro no Rio entre os que já assistiram a “Elis” (20 mil pessoas desde a estreia, em 8 de novembro) e os que, provavelmente, ainda pretendem ver “Elis”.
À atriz baiana de 35 anos, olhos azuis e ruivos cabelos encaracolados têm sido destinados adjetivos como “arrebatadora” e “extraordinária”. Ela os aceita com humildade e gosta quando as pessoas a cumprimentam após cada sessão. Outro dia, uma senhora disse: “Ah, não vou nem falar, você deve estar cansada de ouvir…”. “Não tô, não”, respondeu Laila, pronta para receber os comentários, que vieram caudalosos.

— Eu estou tocando as pessoas, mas cada um de modo particular. Acaba sendo íntimo e pessoal. Por isso, cada um que vem falar comigo fala de um modo pessoal também — diz ela, que, apesar de não conseguir ver os rostos na plateia, percebe, do palco, um “funga-funga danado” depois de cantar, por exemplo, “O bêbado e a equilibrista”, de João Bosco e Aldir Blanc, um ponto alto das três horas e dez minutos de musical.
Fruto da paixão e do ácido
Laila Miranda Garin (pronuncia-se Garran) é filha de uma jornalista baiana e de um engenheiro de informática francês. Ela resume de forma sucinta a sua origem, a partir de um mestrado que a mãe foi cursar em Paris:
— Os dois se conheceram, tomaram um ácido e, no meio da viagem, falaram: “Vamos fazer um filho?”. Era eu. Clique aqui para ler mais.

 
 

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0 Comentários

Toninho Reis 19 de dezembro de 2013 - 14:10

Gostaria muito de ver esta peca,quanto a Elis jamais cansarei de ouvi_la ate o meu fim… bjs

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