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Liberte-se das regras de moda com cinco passos e viva melhor

Por Maya Santana

Iris Apfel, exemplo de quem faz a sua prória moda

Iris Apfel, exemplo de quem faz a sua prória moda

Maya Santana, 50emais

Encontrei este artigo no Uol sobre como se libertar das tantas regras da moda que são impostas, principalmente a quem, como eu, já passou dos 50 ou 60 anos. Gostei porque a maioria dos artigos de moda para mulheres maduras que leio vem sempre com uma série de restrições. Eu concordo com Costanza Pascolato quando ela diz que, na hora da gente se vestir, temos que usar, antes de qualquer coisa, o nosso bom senso. Estou com 65 anos. Não vou usar uma mini-saia, por exemplo. Não cabe no meu estilo. Acho que muitas outras mulheres também vão gostar de ler estas cinco regras libertadoras.

Leia:

A liberdade da mulher também está atrelada às formas de se vestir e usar roupas que dão um truque ou outro no look continua sendo válido e divertido. O problema é quando são tantas proibições que o visual perde a identidade para dar lugar ao que os outros acham que é melhor para você. As tais regrinhas de moda podem ser usadas para te fazer parecer mais magra, mais alta e até mais jovem, mas, em excesso, cheias de “pode” e “não pode”, elas confundem e aprisionam. Com isso, a autoestima e a segurança também vão embora.

Passo a passo da libertação

1 – Esquecer o que “emagrece” ou “engorda”

Toda gordinha costuma ter essas regras decoradas na cabeça: peças pretas, acinturadas, com listras verticais, saias logo abaixo do joelho, vestidos ou blusas transpassados e com decote em V ajudam a criar um efeito de silhueta mais fina. Mas, além de efetivamente não te emagrecer nenhum quilo, nem sempre essas peças combinam com sua personalidade ou estado de espírito do dia. Apostar naquilo que até pode “engordar”, mas que tem tudo a ver com você, pode ser libertador.

É preciso entender que a idade não é o problema

É preciso entender que a idade não é o problema

2 – Ignorar comentários sobre seu visual

Pode até parecer um conselho de amiga, mas usar ou deixar de usar algo porque outra pessoa disse que é melhor nem sempre é uma boa ideia. Às vezes, as críticas podem vir de um amigo, da sua mãe ou até mesmo do seu namorado, que, em geral, são pessoas que querem a sua felicidade… Mas, se não concorda, simplesmente ignore e vista o que for de sua preferência. Ninguém está dentro de você para saber qual a melhor maneira de se sentir bem.

3 – Sentir-se linda e poderosa sempre

Acordou desanimada? Use a moda a seu favor e vista um look que faça você se sentir maravilhosa. É importante curtir cada peça do seu guarda-roupa e se desfazer de tudo aquilo de que não gosta mais ou não combina com seu estilo. Esqueça as tendências. Elas mudam o tempo todo e não há personalidade que resista a tantas variações. Vestir o que mais ama é muito mais descolado do que seguir modinhas de que não gosta. “A moda passa, o estilo permanece”, disse a estilista Coco Chanel, há quase 100 anos.

4 – Entender que idade não é problema

Você não precisa se prender a um estilo sóbrio ao passar dos 60 anos, por exemplo. As regras de moda que ditam cabelos curtos, cores neutras e looks discretos caíram por terra. Não é porque você chegou na terceira idade que perdeu toda a sua identidade, certo?

Tem alguma coisa pior do que sapato apertado?

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5 – Evitar peças que incomodam

Já pagou caríssimo por um sapato que te matou de dor a cada passada ou vestiu uma camisa tão apertada que não te deixava levantar os braços? Não se preocupe, você não é a única. E, muitas vezes, mesmo com a peça incomodando, continuamos sofrendo dentro dela só para parecermos elegantes. O problema é que não há nada menos chique do que nossa cara de desconforto. Usar uma peça que faça você se sentir bem vai lhe dar mais confiança e levantar a autoestima.

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1 Comentários

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MaGrace Simão 26 de novembro de 2016 - 15:04

Nunca, jamais na minha vida eu segui “moda”. Sempre me vesti de acordo com minha personalidade e minha identidade. Tenho 67 anos e há uns 30 anos não compro absolutamente nada. E minhas roupas nunca saíram da “moda”, da minha identidade. E são, todas, muito elegantes! Meu cabelo ruivo, eu o uso desde quando eu pequenina, corria no galinheiro de casa e meu irmão Rubens correndo atrás de mim para colocar água oxigenada. Ele apenas identificou o ruivo para mim. E acertou em cheio!

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