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Limpe o corpo das toxinas das festas de fim de ano

Por Maya Santana
Além de beber muita água, coma couve-flor e brócolis, couve, repolho

Além de beber muita água, coma couve-flor e brócolis, couve, repolho

É difícil evitar a comilança no findar de um ano. Eu mesma fui para a casa da minha família, em Minas Gerais, e comi muito mais do que queria e precisava. É raro uma pessoa que consegue se refrear e fazer valer a moderação, quando se vê diante de tantos pratos deliciosos. Por isso me atraiu a atenção este artigo do Dr. Dráuzio Varella, no qual fala dessa intoxicação alimentar que quase sempre ocorre nesta época de festas. Segundo Dr. Dráuzio, depois dos exageros, “são necessários apenas sete dias de boa alimentação” para que o organismo se recupere.

Leia as recomendações:

Não há quem resista às diversas gostosuras que compõem a mesa do Natal e do Ano-Novo. Para o brasileiro, as festas de fim de ano são pratos cheios para saciar a gula, considerada oficialmente permitida nessa época. O problema é que o exagero cobra um preço alto, principalmente para as mulheres: quilinhos a mais. É nessa hora que bate o desespero e as dietas milagrosas vem à tona. Afinal, logo mais vem o Carnaval e todos querem entrar ou voltar à forma.

Porém, segundo a nutricionista Camila Leonel, professora do curso de Nutrição da Faculdade Santa Marcelina, é preciso ter cautela na hora de escolher a dieta. O imediatismo e a desinformação levam milhares de pessoas a tentar fórmulas fáceis para adquirir o corpo sonhado que colocam a saúde em perigo. “É consenso entre os especialistas que chegar e principalmente manter o peso adequado é um projeto de longo prazo.”

A principal recomendação dos nutricionistas para uma alimentação saudável pós-festas é investir no consumo alimentar consciente, em vez de se privar dos prazeres da mesa ou sentir-se culpado pelo consumo de certos alimentos, bebidas e preparações. Antes de iniciar a alimentação regrada regular, entretanto, é recomendável uma dieta especial evitando alimentos específicos para fazer uma “faxina” no corpo e se livrar das toxinas adquiridas em excesso.

“Diariamente o organismo é intoxicado por diversas substâncias químicas (nitratos, nitritos, aminoácidos, proteínas, aminas, alcaloides, glicosídeos e numerosos compostos fenólicos) que causam reações adversas no corpo. Esses componentes estão presentes no ar que respiramos e também na feijoada mais gordurosa que comemos. Mas claro que o nível de toxidade varia de acordo com o teor de poluentes, gorduras, agrotóxicos, temperos e conservantes presentes nos alimentos”, afirma Leonel.

Quando esses itens são consumidos em excesso, como acontece frequentemente em ceias de fim de ano, ficam sobrecarregadas as mitocôndrias, organela responsável pela respiração das células. Uma vez agredidas, elas passam a produzir radicais livres, moléculas com elétrons altamente instáveis e reativos e que podem causar doenças degenerativas. Os radicais oxidam as células, ou seja, queimam o oxigênio responsável por funções celulares vitais, intoxicando o corpo e desequilibrando sua bioquímica. Fora isso, o fígado e os rins, órgãos com papel fundamental na tarefas de filtrar as impurezas do organismo, acabam comprometidos, já que são obrigados a trabalhar com uma carga além de sua capacidade, e acabam não exercendo completamente sua função.

Consequências

As consequências mais aparentes são baixa resistência, cansaço, retenção de líquidos (o que dá o aspecto “inchado”) e pele mais opaca. Entre os efeitos mais graves ligados ao acúmulos de toxinas estão o câncer e a doença de Alzheimer. Mas não há motivo para alarme. O corpo elimina naturalmente toxinas por meio da transpiração, respiração, fezes e urina, mas quando há excesso deve-se ajudar o organismo com uma dieta desintoxicante. São necessários apenas sete dias de boa alimentação e mudança de hábitos para conseguir se livrar do resultado de quatro dias de exagero. Clique aqui para ler mais.

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