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Médicos explicam por que a ressaca é pior depois dos 50 anos

O álcool causa alterações na composição corporal e no metabolismo que contribuem para a piora, inclusive, dos efeitos de intoxicação

03/09/2025
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“Eu gosto de beber mas, aos 50 anos, o álcool não gosta mais de mim,” reclama a linda chef Rita Lobo, explicando que, hoje em dia é apenas uma taça, aos finais de semana. Se passar disso “a gente fica doente durante dois dias.” Foto: Reprodução/Internet

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Quem tem mais de 50 anos e gosta de beber precisa maneirar e ter muito cuidado, porque, a partir dessa idade, o álcool, dependendo da quantidade, já não cai tão bem, uma vez que, na medida em que vamos envelhecendo, a tolerância do corpo vai diminuindo.

Além disso, em geral, a maioria das pessoas, quando envelhece, começa a usar medicamentos para dor, para dormir, para controlar a pressão, a ansiedade, e tem interação medicamentosa que também pode influenciar nessa menor tolerância ao álcool.

Essa mudanças na tolerância ao álcool ocorrem devido a alterações na composição corporal e no metabolismo. A perda natural de massa muscular e ganho de gordura que começa na faixa dos 30, mas se acentua a partir dos 50 anos, por exemplo, pode tornar algumas pessoas mais sensíveis aos efeitos da bebida.

Embora essas alterações fisiológicas atinjam ambos os sexos, as mulheres já são naturalmente mais suscetíveis aos efeitos do álcool de forma geral, independentemente da idade.

Leia a reportagem de Giulia Valente para O Globo:

Você sente que os efeitos do consumo de álcool se tornaram piores à medida que envelhece? Que apenas uma taça de vinho pode te deixar com sintomas como dor de cabeça, boca seca, náusea, fadiga, dores no corpo, irritabilidade, vertigem e problemas de memória? Pois isso não é coisa só da sua cabeça nem acontece apenas com você.

De acordo com especialistas, realmente há uma espécie de redução da tolerância ao álcool à medida que envelhecemos, pois o corpo se torna menos capaz de processar o álcool. Isso vale para homens e mulheres.

— Existe a redução da tolerância ao álcool conforme a gente envelhece. Então, o relato de pessoas, principalmente mulheres de 50 anos ou mais, de que elas sentem mais os efeitos do álcool, não é apenas uma percepção, mas um fenômeno fisiológico bem documentado — explica a médica Polianna Souza, geriatra do Einstein Hospital Israelita.

Além disso, a hepatologista Cristiane Villela Nogueira, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e professora titular da Faculdade de Medicina da UFRJ explica que os riscos associados à ingestão do álcool também aumentam com o passar dos anos.

— Em geral, a maioria das pessoas, quando envelhece, começa a usar medicamentos para dor, para dormir, para controlar a pressão, a ansiedade, e tem interação medicamentosa que pode influenciar nessa menor tolerância ao álcool.

Nogueira também ressalta que o cérebro fica mais sensível aos efeitos do álcool. Isso pode levar a perda de memória, raciocínio mais lento e alterações da coordenação que podem predispor a quedas e acidentes.

A chef Rita Lobo contou em entrevista ao podcast MenoTalks que sua relação com o álcool após os 50 anos não é mais a mesma. Segundo ela, antes tomava uma taça de vinho, três vezes por semana. Hoje em dia é apenas uma taça, aos finais de semana. Se passar disso “a gente fica doente durante dois dias”:

“E o que afeta para mim? Eu não lembro meu nome”, brincou Rita Lobo.

Mudanças fisiológicas

Essa mudanças na tolerância ao álcool ocorrem devido a alterações na composição corporal e no metabolismo. A perda natural de massa muscular e ganho de gordura que começa na faixa dos 30, mas se acentua a partir dos 50 anos, por exemplo, pode tornar algumas pessoas mais sensíveis aos efeitos da bebida.

Leia também: Os muitos riscos da bebida alcóolica depois dos 50

Isso acontece porque o álcool é uma substância hidrossolúvel, ou seja, se distribui na água do corpo e o músculo tem mais água do que gordura. Então, quando há menos tecido muscular, há menos água no organismo, em especial na corrente sanguínea.

Dessa forma, mesmo ingerindo as mesmas quantidades de álcool de antes, haverá uma concentração maior no organismo, porque seu corpo tem menos água para diluir esse álcool, fazendo com que você se sinta intoxicado mais rapidamente.

Enjoo, dor de cabeça, boca seca são alguns dos incômodos do dia seguinte. Foto: Reprodução/Internet

Além disso, o álcool é metabolizado no fígado e a capacidade do órgão de processá-lo também diminui com a idade. Em linhas gerais, o álcool leva mais tempo para ser eliminado do corpo, resultando em níveis mais altos no sangue e efeitos prolongados. Daí a ressaca que parece doença.

— O fígado é o principal órgão responsável pela metabolização do álcool. À medida que envelhecemos, as enzimas que fazem essa metabolização também mudam e podem torná-la mais lenta. Isso gera um prolongamento dos efeitos colaterais do álcool e aumento do risco de lesão hepática — pontua Nogueira.

O álcool também atrapalha o sono, que já tende a piorar à medida que envelhecemos. Isso contribui para a brutalidade da manhã seguinte na meia-idade. Além disso, o álcool pode agravar problemas de saúde preexistentes comuns, como pressão alta, úlceras e problemas cardíacos.

— O álcool exacerba problemas de saúde. É causa de hipertensão e pode descompensar o diabetes, piorar a osteoporose, doença hepática e úlcera duodenal — alerta a hepatologista.

Mulheres mais sensíveis

Embora essas alterações fisiológicas atinjam ambos os sexos, as mulheres já são naturalmente mais suscetíveis aos efeitos do álcool de forma geral, independentemente da idade.

—As mulheres, mesmo em idades mais jovens, geralmente têm menos massa muscular do que os homens. Isso faz com que elas tenham também um menor volume de água corporal, aumentando a concentração de álcool no sangue — explica Souza. — Existem estudos mostrando que elas também produzem menos uma enzima chamada enzima álcool desidrogenase, levando a uma metabolização mais lenta do álcool.

As alterações fisiológicas do envelhecimento citadas acima pioram ainda mais essa sensibilidade feminina ao álcool, mesmo que se mantenha os mesmos hábitos de consumo prévios.

Com moderação

As evidências mais recentes apontam que não há dose segura de álcool para a saúde. Qualquer consumo já é suficiente para aumentar o risco de desenvolver vários tipos de câncer, principalmente mama, colo, fígado e esôfago, além de doenças cardiovasculares e hepáticas importantes. Diante disso, a recomendação atual da Organização Mundial da Saúde (OMS) é consumo zero.

Mas como isso é mais fácil na teoria do que na prática, a recomendação é: se possível, não beba. Se for beber, que seja com moderação.
Leia também: Nove hábitos que fazem mal ao cérebro
Não há um consenso mundial sobre o que é beber moderadamente, de modo que as diretrizes variam de acordo com o país. Em geral, a orientação mais usada é que mulheres não excedam uma dose padrão por dia e homens, duas, e que ambos se abstenham de beber pelo menos dois dias por semana. Uma dose padrão corresponde a cerca de 350 ml de cerveja, 150 ml de vinho ou 45 ml de destilado.

— O limite de segurança para ingestão do álcool se aplica para pessoas saudáveis, sem doenças hepáticas, diabetes, hipertensão arterial, entre outras. Para quem tem alguma comorbidade, a tolerância é zero — afirma Nogueira.

Outras recomendações das médicas que ajudam a evitar os efeitos indesejados do consumo de álcool são sempre procurar fazer a ingesta da bebida alcoólica acompanhada de comida e água.

— Isso vai diminuir a velocidade de absorção do álcool — diz Souza.

Também evite misturar álcool com medicamentos. A geriatra do Einstein explica que eles vão competir pelos mesmos locais de metabolização no fígado “e isso pode expor ao risco não só de uma maior intoxicação ao álcool, como uma intoxicação aos seus medicamentos habituais”.

E se eu não beber alguns dias da semana, posso tomar mais doses no fim de semana, por exemplo? A resposta para essa pergunta é um categórico “não”. Uma noite de bebedeira é arriscada em qualquer idade, mas mais ainda após os 50 anos.

Leia também: Por que pessoas mais velhas estão bebendo mais

Mesmo uma ou duas doses podem aumentar temporariamente a frequência cardíaca de uma pessoa, por exemplo, elevando o risco de infarto ou insuficiência cardíaca. Esses efeitos são especialmente preocupantes para quem já tem doenças cardíacas preexistentes, por exemplo.

E medicamentos comuns que as pessoas tomam com mais frequência nessa faixa etária, como anticoagulantes, podem interagir até mesmo com pequenas quantidades de álcool e potencialmente causar complicações sérias, como hemorragia interna.

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Iniciei minhas atividades como jornalista na década de 70. Trabalhei em alguns dos principais veículos nacionais, como O Estado de S. Paulo e Jornal de Brasil. Mas a maior parte da minha carreira foi construída no exterior, trabalhando para a emissora britânica BBC, em Londres, onde vivi durante mais de 16 anos. No retorno ao Brasil, criei um jornal, do qual fui editora até me voltar para a internet. O 50emais ganhou vida em agosto de 2010. Escolhi o Rio de Janeiro para viver esta terceira fase da existência.

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