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Morre Hilda Furacão, eternizada em livro e na TV

Por Maya Santana
Hilda Maia Valentim morreu na Argentina, aos 83 anos de idade

Hilda Maia Valentim morreu na Argentina, aos 83 anos de idade

Hilda Maia Valentim, conhecida como Hilda Furacão, morreu na manhã desta segunda-feira (29), aos 83 anos, no asilo Guillermo Rawson, em Buenos Aires, na Argentina.

A informação foi confirmada pelos portais UOL G1 e O Globo, com a direção do lar para idosos. “Ela faleceu às 10h10 de causa multiorgânica. O quadro dela se agravou há 15 dias, no fim, ela já tinha insuficiência renal”, declarou Jorge Stolbizer, diretor do local.

De acordo com os sites citados nesta nota, o asilo aguardará 24 horas por algum contato de parentes de Hilda para tratar detalhes do enterro. Caso isso não ocorra, ela será enterrada em um cemitério da capital argentina. Nenhum familiar a visitou no período em que esteve no local e nem fez contato por telefone.

A morte aconteceu na manhã desta segunda por “causas multiorgânicas”. Segundo o asilo, Hilda começou a ficar debilitada e tinha problemas respiratórios que se agravaram em decorrência de uma falha no funcionamento dos rins. Lúcida, ela era mantida em uma ala de internação há oito meses.

Ana Paula Arósio fez o papel de Hilda em minissérie da Globo

Ana Paula Arósio fez o papel de Hilda em minissérie da Globo

Eternizada em livro e minissérie

Viúva do ex-jogador brasileiro do Boca Juniors, Paulo Valentim, Hilda teve a sua história eternizada no livro escrito por Roberto Drummond e que virou minissérie da TV Globo, em 1998. “Hilda Furacão ” foi interpretada pela atriz Ana Paula Arósio no início de sua carreira como atriz.

a obra, Hilda é descrita como uma mulher jovem e exuberante da alta sociedade mineira que larga a família para se transformar em uma das mais famosas prostitutas de Belo Horizonte na década de 1950. Com o passar do tempo, ela se torna a “rainha da zona boêmia” e era capaz até de fazer um padre, interpretado por Rodrigo Santoro, se apaixonar por ela.

Segundo reportagem do Fantástico, que visitou Hilda em agosto deste ano, Roberto Drumond, que morreu em 2002, deixou pistas sobre a personagem:

“Hilda existiu. Agora de tal forma ela foi mitificada, e mistificada que ela se transformou em um boato. Um boato festivo, colorido, maravilhoso, então o livro é contado através desse boato”. Clique aqui ypara ler mais.

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