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Muçulmanos reagem com fúria a filme sobre Maomé

Por Maya Santana

Advogados saíram às ruas do Paquistão para protestar contra o filme

Um dia depois de 15 pessoas morrerem em um protesto violento no Paquistão contra o filme “A Inocência dos Muçulmanos”, que ridiculariza o profeta Maomé, o ministro paquistanês das ferrovias, Ghulaam Ahmed Bilur, anunciou neste sábado uma recompensa de 100 mil dólares à pessoa que conseguir assassinar seu diretor, que atende pelo pseudônimo de Sam Bacile, mas também é conhecido como Nakoula Basseley Nakoula. Ele tem 55 anos e é um cristão copta, morador da Califórnia, nos Estados Unidos.

O filme, no qual o profeta é retratado como uma fraude, um mulherengo e um molestador de crianças, foi postado no youtube no dia 11 de setembro e desde então o mundo muçulmano está em convulsão, sentindo-se agredido pela obra de coptas – religião cristã originária do Egito. O filme, segundo Nakoula Basseley Nakoula, seria uma reação à maneira como os coptas são tratados pelos muçulmanos.

Como “A Inocência dos Muçulmanos” foi feito nos Estados Unidos e despertou a fúria dos que se sentiram ofendidos em vários países, o governo americano entrou em ação. Em uma tentativa de acalmar os ânimos, chegou a pagar para que fossem veiculados na televisão paquistanesa anúncios mostrando o presidente Barack Obama condenando o filme. Mas, as reações violentas continuam.

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