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Raizeiras e benzedeiras, sábias tão sumidas, estão de volta

Por Maya Santana

As mulheres curadoras fazem parte de um antigo arquétipo da humanidade. Em todas as lendas e mitos, quando há alguém doente ou com dores, sempre aparece uma mulher idosa para oferecer um chazinho, fazer uma compressa, dar um conselho sábio

As mulheres curadoras fazem parte de um antigo arquétipo da humanidade. Em todas as lendas e mitos, quando há alguém doente ou com dores, sempre aparece uma mulher idosa para oferecer um chazinho, fazer uma compressa, dar um conselho sábio

Se você dispõe de alguns minutos, dedique-os à leitura deste excelente artigo de Mani Alvarez, do site Matricaria.com.br, e, ao final, vai ver que respeitará ainda mais estas mulheres curadoras, seres com poderes extras, que são as raizeiras, erveiras e benzeiras. São mulheres que “entendem de plantas que curam, dos ciclos da lua, das estações que vão e vem ao longo da roda do sol pelo céu. Elas têm um pacto com essa fonte sábia e misteriosa que é a natureza.” Como disse uma visitante do 50emais, “elas são jóias da natureza.”

Leia:

“Erveiras, raizeiras, benzedeiras, mulheres sábias que por muito tempo andaram sumidas, ou até mesmo escondidas. Hoje retornam com um diploma de pós-graduação nas mãos e um sorriso maroto nos lábios. Seu saber mudou de nome. Chamam de terapia alternativa, medicina vibracional, fitoterapia, práticas complementares…são reconhecidas e respeitadas, tem seus consultórios e fazem palestras.

As mulheres curadoras fazem parte de um antigo arquétipo da humanidade. Em todas as lendas e mitos, quando há alguém doente ou com dores, sempre aparece uma mulher idosa para oferecer um chazinho, fazer uma compressa, dar um conselho sábio. Na verdade, a mulher idosa é um arquétipo da ‘curadora’, também chamada nos mitos de Grande Mãe.

Não tem nada a ver com a idade cronológica, porque esse é um arquétipo comum a todas as mulheres que sentem o chamado para a criatividade, que se interessam por novos conhecimentos e estão sempre a procura de mais crescimento interno. Sua sabedoria é saber que somos “obras em andamento’, apesar do cansaço, dos tombos, das perdas que sofremos… a alma dessas mulheres é mais velha que o tempo, e seu espírito é eternamente jovem.

Talvez seja por isso que, como disse Clarissa Pinkola:

“Toda mulher parece com uma árvore. Nas camadas mais profundas de sua alma ela abriga raízes vitais que puxam a energia das profundezas para cima, para nutrir suas folhas, flores e frutos. Ninguém compreende de onde uma mulher retira tanta força, tanta esperança, tanta vida. Mesmo quando são cortadas, tolhidas, retalhadas, de suas raízes ainda nascem brotos que vão trazer tudo de volta à vida outra vez.”

Por isso, entendem as mulheres de plantas que curam, dos ciclos da lua, das estações que vão e vem ao longo da roda do sol pelo céu. Elas tem um pacto com essa fonte sábia e misteriosa que é a natureza. Prova disso é que sempre se encontra mulheres nos bancos das salas de aula, prontas para aprender, para recomeçar, para ampliar sua visão interior. Elas não param de voltar a crescer…

Nunca escrevem tratados sobre o que sabem, mas como sabem coisas! Hoje os cientistas descobrem o que nossas avós já diziam: as plantas têm consciência! Elas são capazes de entender e corresponder ao ambiente à sua volta. Converse com o “dente-de-leão” para ver… comunique-se com as plantas de seu jardim, com seus vasos, com suas ervas e raízes, o segredo é sempre o amor. Clique aqui para ler mais.

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123 Comentários

Raizeiras e benzedeiras, sábias tão sumidas, estão de volta 8 de março de 2020 - 11:30

[…] Source: Raizeiras e benzedeiras, sábias tão sumidas, estão de volta […]

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Adriana Zimmaro 2 de maio de 2018 - 17:32

Adorei o texto e principalmente fato dessa sabedoria estar sendo resgatada , minha avó e bisavô eram benzedeira, por isso esse assunto e ter aulas sobre, me interessam muito.
Moro no rio (capital) e gostaria de indicação de benzedeiras por aqui.
Quero muito participar do grupo de estudos, segue meu email:
az_rj@hotmail.com

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Cíntia Cannavo 11 de janeiro de 2018 - 16:44

Gostaria muito de aprender, minha avó benzia mas, não chegou a passar pra ninguém pois morreu cedo era quando eu tinha entre 4 e 5 anos…

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Kelly 9 de janeiro de 2018 - 17:36

boa tarde!
gostaria de conhecer uma benzedeira em Porto Velho, estou morando aqui alguns meses não conheço pessoas que possam informar, caso seja possível ajudar-me agradeço.

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Naidia Domingues 17 de novembro de 2017 - 18:19

Meu respeito e gratidão por compartilhar tamanhas pérolas, regadas de sabedoria. Paz e luz a todos.

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Naidia Domingues 17 de novembro de 2017 - 18:04

Gratidão imensa pelas impecáveis mensagens. Paz e luz a todos!

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SOARES 17 de novembro de 2017 - 14:56

ONDE ENCONTRO UMA EM PORTO VELHO RO

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SOARES 17 de novembro de 2017 - 14:55

onde acgo uma em porto velho

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Celí 2 de maio de 2017 - 09:00

Muito bom texto,sou benzedeira por tradição de família materna a menos de 2 anos meu bisavô, minha avó, minha tia e de 9 sobrinhas eu fui a escolhida para continuar a tradição, tenho 52 anos, sou ainda uma aprendiz, mas o maior ensinamento que tive com o benzimento é que ao orar por alguém, vamos nos curando aos poucos também, apesar de todos que nos procuram acharem que não temos dores nem dificuldades, nós benzedeiras nos conectamos com o divino que há dentro de nós e de cada um para a cura, é uma entrega muito grande, é muito amor e coragem, sou grata por ser benzedeira.

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António Carvalheira 23 de novembro de 2016 - 13:15

Acabo de ler este artigo. Considero uma Homenagem à minha Querida Avó. Ela está retratada aqui… em parte, porque só vivendo, convivendo, ter vivido com Ela, é que se pode entender a profundidade do tema. Muito grato.

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Maria José 20 de novembro de 2016 - 15:39

Conheci desde a minha infância em Barra Grande maioria mulher muito sábia. Maria Amélia. Mulher de verdade. Alfabricava as crianças pois lá não existia escola. Fazia parto. Atendia os doentes.e os medicava. .e ainda exercia o papel de psicóloga. Uma competente conselheira. Para todos os problemas ela tinha uma solução. Seus chás e rezas eram milagrosos. Alma pura de coração bom. Saudades.

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Guerrino Zani 18 de novembro de 2016 - 00:56

Texto chato repetitivo .

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Zizi cortes de oloveira 6 de fevereiro de 2018 - 13:56

Zizi cortes
06 de fevereiro de 2018
Gratidao!
Gostaria tambem de ter sempre
Acesso as todas as informacoes tenho grande fe ao tratamento com ervas e benzicoes! Grande abraço

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Zizi cortes de oloveira 6 de fevereiro de 2018 - 14:00

Gostaria de ter acesso as todas as informacoes tenho grande fe pelad ervas e as benzicoes

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Maria de Lourdes S. Almeida 13 de novembro de 2016 - 20:03

Boa noite Luzia! Nossa, que matéria maravilhosa! Fiquei apaixonada pelo assunto…quando pequena, 3 anos, tive uma inflamação muito grade tomando conta do meu corpo, nem sei mais o nome que foi dado, morávamos em Alagoas, Palmeira dos Índios , no sitio…minha mãe ouviu do medico mais próximo, que eu estava desenganada , me dando poucos dias de vida…minha mãe sempre tratava todos nós com esses chás de plantas, mas o caso era grave e ela me levou em uma benzedeira, que disse “essa mocinha vai viver muito ainda, tem uma missão a cumprir, fique tranquila e faça assim”…resumindo, vim pra São Paulo com 5 anos, hoje tenho 71 anos, sou kardecista, médium, há 20 anos atrás fundei uma instituição beneficente, num bairro muito pobre, tenho hoje, mais de 400 crianças e adolescentes, na Fraternidade Santo Agostinho, (esse nome foi me dado em sonho), …e gostaria muito, muito mesmo de ler seu livro e aprender um pouco, sobre esse assunto que me encanta.! Grande abraço! Lourdes

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Margareth Meireles Bento 13 de novembro de 2016 - 16:48

Resgatar o passado é sempre maravilhoso, principalmente num assunto que nos remete aos nossos avós que tiveram a preocupação com a saúde, amor e a felicidade por usar as ervas e o conhecimento sem receio.
O fato de saber que outras pessoas também se preocupam com aquilo que está se apagando é uma benção.
Parabéns Luzia Werneck, é uma honra poder saber que já temos uma nova geração assim.

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Simone 13 de novembro de 2016 - 10:14

Bom dia! Luz e gratidão! Também gostaria de ter acesso a novas informações sobre o assunto!

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Suzana Opatrny 12 de novembro de 2016 - 08:30

Sou de São Paulo, adorei o assunto, um grupo seria muito bacana para mergulharmos mais nesses assuntos que tão bem nos fazem ,
Estou precisando de um apoio e gostaria de alguém em São Paulo , moro nos jardins , também gostaria de falar um pouco sobre esse assunto com jovens pois trabalho com inclusão social em comunidades carentes. Ensinar algo nessa linha seria rico, tenho uma pequena horta na empresa , plantar ervas medicinais e que possibilitam a limpeza e cura seria também muito Rico . Quem pod me ajudar ?

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Daisy Cavalaro 11 de novembro de 2016 - 15:52

Luzia parece que você acordou a bruxa que existe em nós!
Parabéns pelo seu trabalho!

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Luzia Werneck 12 de outubro de 2016 - 20:35

você poderá ler o trabalho de Luzia Werneck neste endereço. É só copiar: file:///C:/Users/Maya%20Santana/Downloads/Tratamento-espiritual-no-espiritismo-tropicalizado.pdf
Grande abraço pra você!

Que tal abrirmos um diálogo(aqui no 50emais) sobre o assunto – tão importante e necessário?
Um abraço demorado e fraterno para os “buscadores” do 50emais – um belo quintal – sementes da melhor qualidade.Parabéns a Maya Santana – a alquimista das palavras e imagens!!! Como ela faz com harmonia esse diálogo! Uma lindeza! Coisa bonita de se ver….

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Maria Ângela Kalil Sphair 9 de outubro de 2016 - 21:42

Quero ler seu trabalho e participar da roda de prosa. Parabéns a todas as mulheres que estão conectadas com este Universo.Abracos

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Tanya Althea 6 de outubro de 2016 - 10:20

Quero ler seu Trabalho!
Parabéns !

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Elizabete Martins 3 de outubro de 2016 - 15:17

Adorei a matéria e muito me interessa ler a dissertação realizada, como faço?
Parabéns pelo retorno desse campo tão fantástico!

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Maria Carmem 2 de outubro de 2016 - 17:43

Se for formada a roda de prosa estou interessada e participar. Obrigada e bjs Maria Carmem

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Marly Henriquez Adaime 2 de outubro de 2016 - 17:29

Tb sou neta e filha de benzedeiras! Usei esse conhecimento em m filhas, netos , parentes e amigos!
Sou terapeuta Transpessoal c especialização em dmp processo de memórias profundas c regressão a vidas passadas e eu mm já vivenciei meu passado de benzedeira!
Não por acaso trabalho c cura espiritual tb como voluntária em casa kardecista!
Gostaria mto participar do grupo e peço Luzia me avise pf os próximos movimentos nesse sentido! ABS fraternos a tds

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Maria Angela Soares Lopes 20 de setembro de 2016 - 17:46

Assim somos nós mulheres qdo nos reconectamos com a essência feminina: somos a própria natureza, integradas, abundantes, plenas, completas!!! Somos fonte de vida e AMOR.

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Juraci 20 de setembro de 2016 - 13:06

Amei ter encontrado essa matéria. Convivi com a minha avó benzedeira. Fico feliz que tudo volte.

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Luzia Werneck 18 de setembro de 2016 - 15:20

Prezados amigos de Oração e Coração,

desculpe-me pela demora nas respostas ou na abertura de uma prosa sobre as benzedeiras,raizeiras.
Vou deixar o link do meu trabalho (que está disponível na internet – CAPES). Aguardem mais um pouquinho,pois farei isso ainda nesta semana.Podemos pensar,como sugeriu a Márcilla Cauner,um grupo de conversa – prosear e trocar experiências.Terei imenso prazer de fazê-lo com que estiver interessado/a.
O assunto é importante, necessário e a partilha de boas energias nos faz bem. Deixo um fraterno abraço com cheirinho de Alecrim. vamos continuar a nossa prosa.Que tal?

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Vera Gomes 19 de setembro de 2016 - 19:26

Oii,!!!
Para todas!
Moro no Rio de Janeiro!
Amo as ervas e utilizo muitas em minha vida, com banhos, Chas, etc…, assim como faço banhos para meus pacientes!!
Bem, se vocês formarem um grupo de troca gostaria de participar, aguardo!!
☀️☀️

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Giselda abreu 16 de novembro de 2017 - 08:16

Eu topo participar desse grupo..troca de idéias e práticas.

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cristina scheffer 21 de setembro de 2016 - 22:58

Oi Luzia, tambem me interessei muito pelo seu trabalho, sou psicoterapeuta por formaçãoe me utilizo de muitas ferraemntas par a aendimento, e meu lado B acontece qd fecho a porteira do meu sitio uma semana do mes e lá cuido das minhas ervas,meu pomar e me conecto com toda a riqueza que a mãe terra me permite vivenciar, desde pequena minha mae me levava a benzedeiras, hoje é muito raro encontra las mas tem uma la perto que sempre que posso vou ve la, e ela me encanta dizendo que tenho essa emsma missão… enfim, se houver a possibilidade de um grupo de ‘prosa’ sobre o assunto, gostaria muito de aprticipar se possivel, grande e caloroso abraço com cheiro de lavanda uma das minhs meninas prediletas da horta la de casa, cris

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Márcilla Cauner 15 de setembro de 2016 - 08:12

O assunto é de grande interesse que tal montarmos um grupo para troca de experiências e informações sobre as ervas que curam?

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Nancy Alves 14 de setembro de 2016 - 09:40

Pessoas lindas! Esse assunto alimenta minha alma e reacende mais e mais o chamado para esse trabalho. Sou aromaterapeuta, radiestesista e estou fazendo uma pós em homeopatia. Mas falta algo… Cresci recebendo os benzimentos e as rezas que curam e levantam o corpo, a mente e a alma. Tudo está interligado e às mulheres foi dado o poder de gestar também a energia dessa cura como canais da Mãe Natureza! Eu adoraria receber esse ensinamento dos benzimentos! Se alguêm pode ensinar ou saiba de alguém que possa, por favor, me avise no email temjeito@gmail.com

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Luzia Werneck 18 de setembro de 2016 - 15:23

Olá Nancy – espero que a vida esteja em paz!
Vamos prosear mais sobre os benzimentos. Que tal um grupo aqui no 50emais?
Um abraço fraterno.

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Giselda abreu 16 de novembro de 2017 - 08:14

Belo texto..parabéns…aqui em Goiás está crescendo o número de homens e mulheres exercen
do essa nobre atividade. Boa idéia fazer um grupo no whats também, tenho uma lista com nomes de raizeiras, parideiras, rezadeiras, de Goiás.

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yara marina toledo 14 de setembro de 2016 - 06:15

A ERA MEDIEVAL FOI RICA EM SABERES MEDICINAIS PELAS MULHERES CURADORAS, MAS FORAM DECEPADAS DE SUAS VIDAS, E SEUS SABERES CONSIDERADOS MAGIA E QUEIMADAS VIVAS AOS MILHARES. O PAPA FRANCISCO JÁ PEDIU PERDÃO PELOS HORRORES QUE O CLERO FEZ A ELAS E AOS SABERES ANTIGOS! PERDEMOS MILHARES DE CONHECIMENTOS DESSAS CURADORAS, NOS ATRASAMOS NA MEDICINAS DEZENAS DE SÉCULOS. MAS O BOM QUE ELAS ESTÃO VOLTANDO COMO UM MILAGRE!!!!!

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Jussemeri 10 de setembro de 2016 - 19:39

Eu sempre admirei pessoas com esse dom divino! Quando criança havia uma benzedeira que eu sempre a visitava, mesmo sem a presença de minha mãe! Dona Marculina! Isso ja faz 40 e poucos anos atras.Sou terapeuta, gostaria muito de ter nascido com esse dom!

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Rita Bonini 1 de setembro de 2016 - 22:48

Edilce Carvalho, você morou com a Célia Bonini em São Paulo?

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Maria inez dos santos de santana 31 de agosto de 2016 - 11:05

Gostei muito deste artigo e me identifico.

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Maria inez dos santos de santana 31 de agosto de 2016 - 11:02

muito bom! trabalho com o uso das plantas e é tudo de encanto.

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Larissa 25 de agosto de 2016 - 15:37

Que matéria maravilhosa! Tbm adoraria ter acesso ao seu artigo!! Esse assunto me encanta!!

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Ivanildo Ferreira da Silva 24 de agosto de 2016 - 08:53

Minha avó foi rezadeira,uma tia minha também, rezo em meus filhos e filhas… O Poder de Deus é absoluto!!!!
Gostaria de receber seu trabalho…parabéns!!!!

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CELIA MIONI 22 de agosto de 2016 - 10:17

LENDO ESSE TEXTO, ME VEIO À MEMÓRIA A CENA DE MINHA MÃE COLHENDO AS ERVAS ANTES DO SOL NASCER. EU ERA MUITO PEQUENA E IA COM ELA, PELOS CAMPOS…E ELA COM TODO RESPEITO, PEDIA LICENÇA À MÃE NATUREZA E EXPLICAVA À PLANTA O MOTIVO PELO QUAL ELA PRECISAVA DE ALGUNS GALHOS OU MESMO DAS RAÍZES. CRESCI VENDO ISSO E HOJE, FAÇO USO DO MUITO QUE APRENDI COM ELA.

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Moises Fonseca de Souza 8 de agosto de 2016 - 22:11

Sou filho de uma parteira e benzedeira, vivi e convivi com raízes, frutos e folhas. Chás , infusões cataplasmas etc etc durante toda minha infância e juventude . Hoje a os 65 anos, moro em um sítio e tento resgatar um pouco de tudo que vivi e passar à frente estas informações

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jurema rodrigues 30 de setembro de 2016 - 17:56

Que bacana sr. Moises. Eu gostaria muito de aprender com o sr. esse conhecimento.
Obrigada.

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Milton Alves 7 de agosto de 2016 - 14:38

Que Deus, Orixás, Guias e Protetores iluminem as Benzedeiras. Meu Saravá a todas.

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Silvania Lemos 6 de agosto de 2016 - 16:52

Amei! Sou Terapeuta naturopata e Holística aqui em Vitória, ES. Abração enorme pra todas irmãs que sabem curar com as ervas, ar, água, fogo, terra. Beijão!

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Marilene Palmeira de Lucena 3 de abril de 2017 - 08:08

Olá. Feliz por encontrar vocês .Minha vó era rezadeira e passou as rezas pra minha mãe que era sua nora e essa passou pra mim. Sou reikiana ,amo plantas, cristais e quero passar um fato com meu marido.. Aos 4 anos,houve um acicente. Ele puxou a saia da mãe na hora que ela tirava uma panela grande com leite fervido ,desequilibrou e o leite foi entornado num lado da cabeça Como moravam no interior da Paraíba em Soledade foi levado a uma benzedeira pois no momento não ha via médicos no local.. Pra encurtar ,foi tratado com emplastros de ervas e hoje com 82 anos só tem um carequinha pra lembrar.Conheci essa senhora emocionada .Se não fosse esse tratamento else estaria cego de um olho e com várias cicatrizes.

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tania dusik gomes 5 de agosto de 2016 - 23:36

GOSTEI MUITO DE TUDO QUE LI AQUI…..SOU TERAPEUTA HOLISTICA.. TRABALHO TAMBÉM COM FLORAIS

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tania dusik gomes 5 de agosto de 2016 - 23:34

BOA NOITES IRMÃS DE ALMA …SOU BENZEDEIRA… REZADEIRA…..CURANDEIRA…..E MUITAS COISAS MAIS MORO EM SAPUCAIA DO SUL…….RIO GRANDE DO SUL……TRABALHO MUITO COM CRISTAIS COM AS EVAS OS ELIXIRES E AI POR DIANTE…….GOSTEI MUITO DO QUE LI E A MUITO VENHO NOTANDO QUE OS MÉDICOS JÁ ESTÃO MAIS ACESSÍVEL ESTAS PRATICAS….GOSTARIA DE TER CONTATO COM VOCÊS MENINAS PODERIAMOS TROCAR INFORMAÇÕES O QUE VOCÊS ACHAM……

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Angela Carvalho 16 de setembro de 2016 - 06:58

Ola Tania.
Muito legal saber. Estou sempre ai no sul, minha filha mora em Canoas, perto né? Quem sabe trocamos figurinhas sim. Abraços Angela.

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Isabel Regina Vellasco 5 de agosto de 2016 - 17:07

Muito lindo mesmo, respeito essas benzedeiras maravilhosas. Minha mãe foi uma delas na minha infância, agora ela está com 87 anos. Meu respeito a todas elas.

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Elisabeta 5 de agosto de 2016 - 16:55

Amei e fico muito feliz e interssada a saber mais do assunto sou Naturopata

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Adriana Christovam 5 de agosto de 2016 - 11:42

Amei essa reportagem, precisamos de mais noticias legais e prosperas como esta. Realmente essas mulheres seriam as tidas como bruxas no passado que foram mortas pela Inquisição para não passarem seu vasto conhecimento pra frente , eram alquimistas, conhecedoras do ocultismo. Mas como sempre a Religião se impõe com seu medo da perda e extermina tudo que tem mais conhecimento ou que bata de frente com seu estado Absoluto da falsa Verdade. POREM ninguém pode com a FORÇA MAIOR E SABEDORIA do Universo, e graças a isso essas “bruxas do passado” estão voltando !

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Débora A.Rodrigues 5 de agosto de 2016 - 08:19

Sinto mto essa necessidade…

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Ed 5 de agosto de 2016 - 00:57

Minha vó era benzedeira. Essas mulheres são maravilhosas. De uma bondade e amor infinito. E poderosas!

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Daisy Marostegan 4 de agosto de 2016 - 22:52

Fiquei feliz que minhas amigas compartilharam sua matéria na minha Linha do Tempo. Sou grata à elas e a você!

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jane 4 de agosto de 2016 - 22:37

Um tempo eram a unica salvação, depois eram queinadas como bruxas, viveram ocultas cuidando da população hoje são a nova terapia alternativa com fitoterapia, reiki, massagens de do in, imposição das mãos, florais de Bach, hidroterapia, cromoterapia , iridologia, a convivencia com animais ….. a necessidade faz o povo ver que DEUS fez toda a natureza para o bem da humanidade e toda a humanidade para o bem da natureza.

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Andreia 4 de agosto de 2016 - 15:01

Este video me comoveu. Vale a pena assistir e muitos outros que aparecem como sugestão https://www.youtube.com/watch?v=KZvP6VTyIB0

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Stella Sampaio 4 de agosto de 2016 - 13:23

Também quero muito ter acesso ao seu artigo. Luzia. Tenho muito interesse por este assunto, por essas práticas, pelo contato com essas mulheres. Obrigada. Stella

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Olivia Schneider 3 de agosto de 2016 - 21:06

Salve a sabedoria da terra, da alma, do cuidado. Que se eternize na ancestralidade de seu trabalho!!!

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Luzia Werneck 31 de julho de 2016 - 12:21

Mulheres fortes e necessárias.Na minha dissertação de mestrado,coma temática Tratamento Espiritual, estudei as benzedeiras e curandeiras.
São parte da Terra – colhem a seiva e as entrega a quem necessita…
São mulheres silenciosas e quando falam -as palavras são seminais.
A alquimia que processam com raízes,plantas… curam e aquiescem a alma e os tempos do espírito.
A elas: reverencio e agradeço.
Ave,benzedeiras,curandeiras…..

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Telma 3 de agosto de 2016 - 20:50

Que maravilhoso Luzia Werneck, adoraria ler seu trabalho!

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Teresa soveral 24 de agosto de 2016 - 00:22

Eu também.

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Luzia Werneck 18 de setembro de 2016 - 11:33

Tereza: espero que a vida esteja caminhando em paz!
Vou disponibilizar o link para acesso.
É boa a partilha de bons momentos e espalhar no ar as boas energias.
Pode aguardar a postagem do trabalho.
Um abraço fraterno e demorado.

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Eunice 6 de agosto de 2017 - 10:04

Faça isso,democratizando seu trabalho,nos ajuda mais e melhor ao resgate daquilo mais sagrado que temos já tão esquecido!

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Luzia Werneck 18 de setembro de 2016 - 15:12

Telma: espero que a vida esteja plena de Luz.
É bom partilhar momentos e espalhar no ar as boas energias.
Pode aguardar a postagem do trabalho.
Um abraço fraterno e demorado.

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Silvone Dias 6 de agosto de 2017 - 20:35

Quando eu era criança minha mãe me levava em uma benzedeira ,que morava em uma casinha que tinha canteiros de erva e flores ,eu amava ir naquela casa,energias boas,cheiros de alecrim,arruda…pairavam no ar.Saudade!!

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Thais 3 de agosto de 2016 - 22:40

Olá Luzia.
Estou escrevendo um livro sobre simpatias, gostaria de conversar contigo. Se puder me escreva no lathaismol@gmail.com abs!

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Tereza Maria 4 de agosto de 2016 - 19:57

Minha mãe foi benzedeira por muitos anos. Hoje ela tem 93 anos. Respeito muito essas conhecedores da vida.

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Juliana Rosa 10 de agosto de 2016 - 07:50

Teresa, siga os passos da sua mãe, aproveita que ela ainda está aí pra lhe ensinar, é um privilégio ter uma anciã em casa com tanto conhecimento, não deixe essa tradição se perder

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Luzia Werneck 18 de setembro de 2016 - 11:38

Olá Teresa: um dia pleno de boas energias.
Que maravilha ter a mãe pertinho – de junto do coração e ser benzedeira.Um abraço com cheirinho de Alecrim para vocês.Quisera poder conhecer a sua Mãe.A ela reverencio e agradeço pelas boa energias que espalha e deixa para todos nós…Que os bons ventos a guardem e a protejam. Um carinhoso e fraterno abraço.

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Jussemeri 10 de setembro de 2016 - 19:38

Eu sempre admirei pessoas com esse dom divino! Quando criança havia uma benzedeira que eu sempre a visitava, mesmo sem a presença de minha mãe! Dona Marculina! Isso ja faz 40 e poucos anos atras.Sou terapeuta, gostaria muito de ter nascido com esse dom!

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Luzia Werneck 18 de setembro de 2016 - 11:41

Olá Jussemeri – um abraço quentinho e fraterno para vocês. Comece a ter um particular com a sua essência.Coloque-a para circular.E você descobrirá muitas belezuras e a partilha e colheita serão fartas.Um abraço,minha amiga de Oração e Coração.Ave,dona Marculina! A ela reverenciamos e agradecemos pelas preces e trabalho pela humanidade.

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Suzana Opatrny 12 de novembro de 2016 - 08:50

Gostaria de ter o seu livro , já está disponível ? Obrigada

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Marilucia 4 de agosto de 2016 - 08:21

Quando pequena meu pai levava os filhos para a rezadeira e sempre estávamos segundo ela com quebranto ou mau olhado bastava ter fé para ser curado.

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Helem Viana 4 de agosto de 2016 - 12:04

Poderia compartilhar seu trabalho?

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Giovanna 4 de agosto de 2016 - 14:06

Também adoraria ler seu trabalho Luzia Werneck!!!

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claudia 4 de agosto de 2016 - 15:46

Que maravilha, gostaria muito de ler o seu trabalho tambem! Sou apaixonada por essa sabedoria!

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Edilce de Carvalho 4 de agosto de 2016 - 20:34

OLà Luzia não sei se este post é velho; mas vá lá…moro em Ilhabela e tenho uma hortinha linda….faço jardins por aqui há quase 40 anos e já bebi agua de coco em pé embaixo de um coqueiro que me deu água (eu tinha plantado ele há muitos anos) com sede olhei pra cima e suspirei o coco pocou no alto e bebi em pé. Essa é uma das muitas comunicações que faço com plantas além de acumpuntura em árvores e rezar árvore pra dar fruto, se quiser trocar uma ideia me escreve .Adoro Benzeduras e limpo casa com plantas de meu jardim….

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Marina Tourinho Baum 5 de agosto de 2016 - 15:38

Adorei tudo que escreveu, morei em São Paulo e Ilha Bela e Campos do Jordão roteiros dos finais de semana, agora quis o destino estou morando em Porto Velho -Rondônia e tenho me interessado por esse tema, vamos conversar. Marina

Responder
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letizia 6 de agosto de 2016 - 23:31

…oi edilce… luiza !!!!…incrível!…amo tudo isto…. suas historias…são mais ou menos a minha…vamos trocar conversas…sabedoria nada tem haver com cultura acadêmica… o amor sim!…conectou? recebeu….acho incrível a natureza…ela me entende… me presenteia…gostaria e fazer ou participar de um grupo….. com esta mesma energia…me auto marginalizei do sistema… acho que uma nova onda de pessoas assim estão surgindo…haverá sim um nova era…abraço.

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Rita Bonini 1 de setembro de 2016 - 22:46

Edilce Carvalho, não foi você que morou com a Célia Bonini em São Paulo?

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Maria Helena de Oliveira 8 de setembro de 2016 - 13:24

Oi , fiquei interessada em conhecer seu trabalho vc poderia me ajudar em estar trabalhando com minhas plantas? Espero resposta , bj.

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eliza 17 de setembro de 2016 - 13:50

Edilce acho que vc pode me ajudar, plantei um limoeiro taiti deu limao no começo uma unica vez, agora nao da mais, tenho regado pus adubo proptio, encheu de flor mas depois os microlimoes caem e nao vingam. O que vc me recomenda?

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cristina scheffer 21 de setembro de 2016 - 23:07

Oi edilce, gostaria d saber como vc faz a sua reza para a arvore dar o fruto e a limpeza de casa, agradeço seu retorno, abraço

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Regina 12 de novembro de 2016 - 00:19

Olá Eidice gostaria de saber como vc faz acumputura com as arvores . Eu tb converso com elas e no pé de acerola sempre peço permissão para colher seus frutos. Tb gostaria de participar de grupos com esses mesmo interesses.. por favor me responda..

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Regina de almeida 12 de novembro de 2016 - 11:27

Sensibilidade linda!

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Lêda Lima 15 de novembro de 2016 - 13:30

Gostaria de aprender com vc!

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Sandra Araújo 5 de novembro de 2017 - 17:32

Boa tarde, não sei se esse post ainda existe, mais gostaria muito de trocar e aprender. Minha avo era rezadeira, mas tive pouco contato, pois a mesma residia em Salvador e minha família mora no Rio. Hoje ela não esta mais presente entre nós, mas ouço minha mãe falar dela tratando as pessoas com muito cuidado e carinho. Gostaria de conhecer um pouco sobre acupuntura nas arvores e falar com elas.
No aguardo

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Vilma Zabal 7 de agosto de 2016 - 19:42

Fui criada com estas abencoadas criaturas..minha avo.mae.tias e tios todos
Sempre benzeram e deram- nos chas ..criei meus filhos assim tambem e hoje ei nao seo as rezas mas os chas para muitas coisas faco a minhas netas.netos e amigas..
Nao vou a medicos somente chas e raizes..eu adoro esta fe…obrigada por sua linda postagem..Boa noite..

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Suzana Opatrny 12 de novembro de 2016 - 08:53

Também gostaria de participar dos grupos , obrigado ! Vilma gostaria de saber quais chás você utiliza

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Mariângela Portela da Silva 8 de agosto de 2016 - 00:02

Parabéns por escolher este tema. Adoraria conhecer seu trabalho. beijo

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glaucia maggi 9 de agosto de 2016 - 10:28

Fiquei muito feliz ao ler este artigo, minha bisavó foi assim, minhas duas avós e minha sogra tambem foram “estas mulheres sábias” e conscientes das bençãos que as plantas podem nos dar. Gostaria muito de ler seu trabalho Luzia. Parabéns! que seu trabalho seja lido e compartilhado por muitos e muitos.
abs

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Nybeth 10 de agosto de 2016 - 02:21

Olá! como é bom encontrar matérias sobre benzedeiras; a muito procuro , pode enviar endereços.Agradeço desde já.

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vera 18 de agosto de 2016 - 23:47

Adoraria ler seu trabalho.

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Marquito oliveira 10 de setembro de 2016 - 11:27

Bom dia Luzia Werneck
Vou lançar uma revista e adoraria uma matéria sobre o assunto , obrigado

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Luzia Werneck 18 de setembro de 2016 - 15:27

Olá Marquito: espero que a vida esteja caminhando em paz!
Que boa notícia – lançamento de uma revista.Desde ja lhe desejo puras energias e alegrias
Para quando você precisa do artigo? Poderia enviar mais informações: Luziawerneck@yahoo.com.br
Um fraterno abraço e fique em paz!

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Luci Helena 12 de setembro de 2016 - 23:58

Que lindas e sábias palavras!
Adoro este tema e procuro sempre me inteirar deste assunto!

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Dulce F. Barata 14 de setembro de 2016 - 16:43

Parabéns pela sua tese, e o tema escolhido.
À minha amiga e professora, Mani Alvarez sempre disseminando seus conhecimentos.
Parabéns. Vocês já se conhecem?

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Suzana Opatrny 12 de novembro de 2016 - 08:54

Dulce a sua professora Mani Alvarez é de São Paulo ?

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Magali kleber 16 de setembro de 2016 - 01:07

Que bacana!
Tem link!?

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Fabiola 17 de setembro de 2016 - 09:26

Parabéns por esse resgate em pesquisa!!!!

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Elenir 18 de setembro de 2016 - 01:03

Também gostaria de ler o seu trabalho. Minha bisavó e avó paternas eram rezadeiras, benzedeiras. Minha madrinha e bisotia paterna eram rezadeiras e parteiras. Conheci várias na minha infância e adolescência e tanto eu como várias pessoas da minha familia, já fomos muitas vezes tratadas por elas. Esse é um traço de profunda significação no arquétipo feminino, infelizmente punido, perseguido, em outros tempos e, talvez por isso, tenha ficado no ostracismo por tanto tempo!!! Grande abraço!

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Maria Teresa Dias 18 de setembro de 2016 - 10:19

Gostaria de ler o seu trabalho. Como o posso encontrar? Por favor. Obrigada Teresa, email: mtdias16@gmail.com

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Tânia 19 de setembro de 2016 - 20:48

Boa noite, Luzia Werneck, também eu adoraria ler a sua dissertação de mestrado, se for possível. Visitei a sua página no face: é linda! Parabéns! Um abraço!

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jurema rodrigues 30 de setembro de 2016 - 18:02

Olá Luzia, boa noite. Também fiz meu trabalho de conclusão de curso com o temas das benzedeiras, creci nesse meio e adoro o tema. Sou massoterapeuta, estudo todas as formas de terapias alternativas e estou me formando em Medicina Chinesa e pretendo fazer Dieto/Fitoterapia chinesa também. Adoro o assunto. Se permitir, gostaria muito de ler o seu trabalho. Abraços fraternos a todas(os) que compartilham seus conhecimentos. bjs.

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Flavia Cristina Malaquias 16 de julho de 2018 - 11:14

Olá Luzia gostaria de ler o seu trabalho. Pode me enviar!

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Tanya Althea 6 de outubro de 2016 - 10:19

Oi querida,

Sou Tanya Althea, gostaria muito de ler seu trabalho.
tenho um Blog :http://tanyaaltheaportal.blogspot.com.br/
Pode me enviar? Vou adorar compartilhar , se você permitir, se não gostaria de ler.
Faço trabalhos com Mulheres há mais de 10 anos.

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Suzana Opatrny 12 de novembro de 2016 - 08:10

Tanya você é de São Paulo ? Gostaria de conhecer o seu trabalho com mulheres, trabalho com jovens , portanto sempre aprimorando para poder replicar conhecimento

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Gy dos Santos 10 de novembro de 2016 - 22:36

Minha mãe benzia e deixou escrito para mim como fazer, porém até hoje não tive coragem, talvez por medo. Ela também fazia muitos chás e xaropes, como boa filha de índio que era. Eu sou Reikiana níveis I e II, envio à distância e energizo água. É só lembrar que minhas mãos começam a aquecer. Também tenho uma ligação com a natureza, cristais, etc..
Creio que é a conexão, o que vc sugere q eu faça p usar esses dons no sentido de ajudar mais as pessoas que sofrem? Já sou de aconselhar e orar.

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Malu Ferraz 12 de novembro de 2016 - 16:39

Deve ser um trabalho iluminado !
Gratidão

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antonio vasques 13 de novembro de 2016 - 08:25

Fui criado entre algumas benzedeiras, raizeiras e parteiras. Sim, parteiras de mãos cheias que salvavam pequeninos e aliviavam as mentes das mães que não possuíam as informações sobre o momento vivido. Tenho um acontecimento na minha vida que avaliza a autenticidade do valor e da sabedoria de uma benzedeira. Eterna amiga e conselheira.

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Sônia Regina Barbosa da Silva 13 de novembro de 2016 - 20:11

Luzia quero ler seu artigo.

soniareginabs@hotmail.com

Agradeço antecipadamente.

Sônia.

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Mariana 16 de novembro de 2016 - 00:27

Luiza também adoraria ler seu trabalho ! Não consigo acessar o link !

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Eliane 15 de janeiro de 2017 - 20:19

Que bárbaro! E qual foi o título? Posso conhecer? Obrigada!

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CLAUDIA DALLA 30 de junho de 2017 - 07:35

estou procurando para minha filha e vc pode me ajudar a encontrar uma bezendera

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Fátima 21 de agosto de 2017 - 15:19

Muita sabedoria! Gostaria de ler seus artigos! Obrigada!

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Alice Viana e Silva 10 de julho de 2018 - 11:36

Tenho uma imensa saudade de minha bisavó, que nós, bisnetos chamávamos carinhosamente de iaiá.Ela era uma grande rezadeira e benzedeira.Lembro que ela tinha várias plantas em seu quintal, a saber:Arruda, espada de São Jorge,etc.Para a gente, aquele quintal era um lugar mágico, no qual ela nos permitia entrar e brincar.Ainda lembro de algumas palavras das rezas que ela fazia usando as plantas.Uma pena, que naquela época eu não tinha a menor noção do tesouro de experiências que aquela querida velhinha poderia transmitir para as futuras gerações.Foi para o outro plano e levou todos os segredos que sabia, com ela.

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Taís Crevellaro 13 de julho de 2018 - 10:50

Olá, Luiza! Gostaria muito de ler seu trabalho. Grata

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Eliana Feitosa 16 de julho de 2018 - 14:09

Que maravilha Alice, meu doutorado também visa mapear os raizeiros de Brasília e seu conhecimento tradicional. Gostaria muito de ler seu trabalho.

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Denise Sella 16 de julho de 2018 - 18:42

Eu também!

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Fatima Silva 3 de dezembro de 2018 - 15:53

Luzia, boa tarde. meu nome é Fatima, moro no rio de janeiro. quando pequena, tinha uma vizinha rezadeira. A reza dela era batata. Entrei na internet para procurar uma benzedeira para uma amiga e encontrei você falando de seu trabalho. Nao sei de onde você é, mas será que não teria o nome e endereço de alguma rezadeira das cidade do Rio de Janeiro ou da Baixada Fluminense. Se tiver, agradeço. Obrigada.

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