Ministra veste Chanel, vê novelas e aprecia arte

Por Maya Santana

Marta Suplicy assume o cargo de ministra da Cultura aos 67 anos de idade

Quando seus filhos eram pequenos, Marta Suplicy, que assumiu hoje o Ministério da Cultura, se arriscava como pintora. Uma de suas obras, a cabeça gigante de um leão, deve ter ido para o lixo, segundo o roqueiro Supla. Mas se sua própria tela não agradou, Marta sabe apreciar o trabalho dos mestres.

Semanas depois de perder as eleições para a prefeitura paulistana há quatro anos, Marta foi vista sozinha no MoMA, em Nova York, concentrada nos densos campos de cor de Mark Rothko. A nova ministra gosta mesmo do pintor abstrato. Neste ano, viu em São Paulo a montagem teatral em que Antonio Fagundes vive o artista e recomendou a peça a amigas.

Com os três filhos, João, André e Supla, do casamento com Eduardo Suplicy

É com as amigas que Marta costuma frequentar balés, óperas e exposições de arte. Mas elas também destacam um outro lado da ministra.

Marta coleciona “bonequinhos de argila do Nordeste”, rasga elogios a “Avenida Brasil”, a atual novela das 21h, e vibra ao som da cantora country norte-americana Patsy Cline e com sucessos como “American Pie”, de Don McLean, que conheceu em temporada de estudos nos Estados Unidos.

Seu gosto é -para dizer o mínimo- eclético. Se o iTunes de Marta comporta clássicos americanos e um ou outro rock, por influência de Supla, também há espaço para ícones da MPB -Chico Buarque, Caetano Veloso e Elis Regina- e medalhões como Roberto Carlos e Rita Lee. Leia mais em www.folha.com.br


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